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4º Encuentro de Redes

19

out
2020

Em Notícias

Por IberCultura

4º Encontro de Redes: um balanço do evento na reunião do Conselho Intergovernamental

Em 19, out 2020 | Em Notícias | Por IberCultura

Ao longo de 38 dias, o 4º Encontro de Redes IberCultura Viva apresentou uma conferência, 15 conversatórios, 3 seminários, 8 espetáculos de títeres e um obra de animação. Se incluirmos os números da Mostra de Cinema Comunitário Ibero-americano 2020, que a Secretaria de Cultura do Governo do México organizou para o encontro, somamos outros 5 conversatórios, 4 ciclos de cinema, 2 entrevistas, uma retrospectiva e uma oficina, com um total de 83 curtas-metragens e 7 longas exibidos. 

Este foi o maior evento realizado pelo programa IberCultura Viva desde o início de sua implementação, em 2014. Foram mais de 45 horas de transmissão ao vivo, iniciadas em 8 de setembro com a conferência “Cultura comunitária e desenvolvimento social em contexto de emergência sanitária”, que reuniu autoridades de ministérios e secretarias de Cultura de 8 países, e encerradas em 15 de outubro com a reunião extraordinária do Conselho Intergovernamental, com a participação de representantes dos 11 países que integram o programa.

Nesta reunião, em que foi apresentado um balanço do 4º Encontro de Redes IberCultura Viva, também foram eleitas as novas autoridades do Conselho Intergovernamental para o período 2021-2023. Por consenso, foi acordado que a Secretaria de Cultura do Governo do México presidirá o programa nos próximos três anos, e que a Secretaria de Gestão Cultural do Ministério de Cultura da Argentina assumirá a vice-presidência. O Comitê Executivo será composto por representantes do Chile, da Colômbia e da Costa Rica. Esses três países, mais o Peru, formarão a comissão especial que trabalhará com a Unidade Técnica na elaboração do Plano Estratégico Trienal (PET 2021-2013) e do Plano Operativo Anual (POA 2021). 

A reunião que encerrou o 4º Encontro de Redes teve três horas de duração e foi transmitida ao vivo pelo canal do programa no YouTube, a página de Facebook e o site criado especialmente para o evento: www.encuentroderedes.org. Esta foi a primeira vez que se transmitiu uma reunião  do Conselho Intergovernamental.  

 

As boas-vindas

Na abertura, as palavras de boas-vindas foram de Maximiliano Uceda, secretário de Gestão Cultural do Ministério de Cultura da Argentina e presidente do Conselho Intergovernamental. Após saudar todos/as os/as participantes, com um agradecimento especial à Secretaria de Cultura do México, que se encarregou de parte da programação do evento, Uceda fez algumas considerações sobre a implementação do projeto, reforçando “como conseguimos fazer comunitário este encontro virtual”, e como é importante fortalecer estas instâncias virtuais para ter mesas de trabalho com continuidade.

Ao comentar a situação da Argentina neste momento, o secretário de Gestão Cultural lembrou o anúncio que o Ministério de Cultura havia feito dois dias antes, sobre o investimento de dois bilhões de pesos para o setor, e a possibilidade de apoiar mais Pontos de Cultura. “No início da pandemia havíamos anunciado uma linha de 100 milhões de pesos para os Pontos de Cultura, um investimento histórico, e havíamos conseguido selecionar ao redor de 450 projetos entre a primeira e a segunda convocatória. Com esse novo incentivo de 105 milhões de pesos argentinos, vamos apoiar cerca de 700 projetos mais”, afirmou, ressaltando a “clara diretriz de reativar a cultura de baixo para cima, entendendo o abaixo como a base que solidifica toda a construção do sistema cultural argentino”.

Em seguida, o coordenador do Espaço Cultural Ibero-americano, Enrique Vargas Flores, felicitou a realização do 4º Encontro de Redes em nome da Secretaria Geral Ibero-americana (Segib). “O que tem sido este encontro nos permite assegurar a saúde com que está o programa, a saúde e o entusiasmo, a confiança criada entre os países ao longo destes anos, e a clareza com que se tomam as decisões, sem nunca perder o foco no trabalho de base comunitária”, elogiou. 

Vargas também recordou que de 4 a 8 novembro se realizará o 7º Congresso Ibero-americano de Cultura (“Cultura e Desenvolvimento Sustentável”), com a participação dos 22 ministros e secretários de Cultura da região, e comentou a importância do diálogo com a cidadania para que o congresso possa se nutrir da voz das comunidades.

Os informes

A apresentação inicial do balanço do 4º Encontro de Redes esteve a cargo de Emiliano Fuentes Firmani, secretário técnico do IberCultura Viva, que disse ter alcançado as metas propostas em todo o processo, comentou os encontros anteriores e explicou que o evento se insere em um dos objetivos estratégicos do programa (“Fortalecer as capacidades de gestão e a articulação em rede das organizações culturais de base comunitária e dos povos originários”). 

Além de apresentar alguns dados desta quarta edição (110 pessoas convidadas como painelistas, 52 representantes de organizações culturais comunitárias, 4 representantes de povos originários, 48 representantes de governos, entre outros números), Fuentes Firmani destacou as articulações que possibilitaram as ofertas de formação, que contaram com 335 pessoas participantes. As parcerias com o Centro de Referência para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial na América Latina (Crespial) e a Faculdade Latino-americana de Ciências Sociais (Flacso), que organizaram dois dos três seminários do encontro, segundo ele, foram importantes para alimentar o planejamento estratégico do próximo período.

“Tivemos um seminário que deu início  a uma relação que esperamos que seja fecunda e trace muitas pontes e tecidos, como dizia Adriana Molano, diretora geral do Crespial. Esta articulação nos permite avançar em um tema que até agora não temos explicitado e que entendemos que deve se incorporar ao planejamento. Nem toda cultura comunitária é patrimônio cultural imaterial, mas todo patrimônio cultural imaterial é cultura viva comunitária. Aí está uma linha de trabalho para vermos”, adiantou, lembrando também o seminário” que se fez com Flacso-Argentina, com quem o programa já vinha provando o trabalho conjunto e colaborativo.

O secretário técnico apresentou, ainda, um informe de execução do Edital de Apoio a Redes 2020: COVID-19 e Redes Culturais Comunitárias, que selecionou 53 iniciativas de 10 países, que em seu conjunto assistem a mais de 72 mil pessoas em suas respectivas comunidades. Como o único país que completou a cota prevista foi Argentina, acordou-se o remanejamento dos fundos previstos nesta convocatória extraordinária para aqueles países que apresentem propostas de apoio às organizações culturais comunitárias para sua sustentabilidade. As propostas devem ser aprovadas pelo Conselho Intergovernamental, sendo que o Uruguai foi o primeiro país a apresentar um projeto. 

Terminada a apresentação dos informes da Unidade Técnica, o gerente de Cooperação do Escritório Sub-regional Cone Sul da SEGIB, Marcos Acle, apresentou o informe de execução financeira do Fundo IberCultura Viva.

O balanço dos países

El Salvador Walter Romero, diretor das Casas da Cultura e Parques Culturais do Ministério de Cultura de El Salvador, foi o primeiro dos representantes nacionais ante o programa (REPPI) a comentar a participação de seu país no 4º Encontro de Redes. “Temos um balanço muito positivo. Me parecia um grande desafio pela situação que estamos vivendo, mas no final o encontro significou um debate continental muito destacado”, afirmou o diretor, que ressaltou a presença da antropóloga salvadorenha Marielba Herrera Reina no conversatório “Estudos sobre cultura comunitária”, e a exibição do documentário “25 anos do TNT”. “Para nós, foi muito importante encontrarmo-nos neste espaço, poder nos comunicar e trasladar aportes com todas as energias e alegrias.”

Uruguai Juan Carlos Barreto, assessor em Gestão Territorial da Direção Nacional de Cultura do Ministério de Educação e Cultura do Uruguai, celebrou o trabalho das redes e da equipe que levou mais de um mês de atividades, e comentou a importância da proximidade com as organizações culturais comunitárias nos territórios dos países da região. Também destacou a possibilidade de designar, extraordinariamente, parte dos fundos do Edital de Apoio a Redes 2020 (a parte que cabia a seu país) a uma proposta de fortalecimento dos Pontos de Cultura do Uruguai, desenvolvida com o Ministério de Desenvolvimento Social (MIDES), para melhorar os espaços físicos onde funcionam esses coletivos. 

Chile Marianela Riquelme Aguilar, encarregada do componente Fortalecimento de Organizações Culturais Comunitárias do programa Red Cultura, do Ministério das Culturas, das Artes e do Patrimônio do Chile, felicitou e agradeceu (em nome da REPPI Patricia Rivera Ritter) a realização desta “aventura ambiciosa que resultou em um encontro muito interessante e muito enriquecedor”, valorizou a participação chilena nos conversatórios (Lorena Berríos, Cristian Mayorga, Tomás Peters, Carolina Herrera), e manifestou interesse na continuidade do Curso Internacional em Políticas Culturais de Base Comunitária, que o programa realiza em conjunto com Flacso-Argentina. Ademais, comentou que o Chile está com uma convocatória aberta para conceder financiamento a iniciativas postuladas por organizações culturais comunitárias, que permitam sustentar espaços de participação, intercâmbio, integração, criação artística e comunitária em contexto de emergência.

Espanha Pela primeira vez numa reunião do Conselho Intergovernamental, Alfonso Gentil, subdiretor geral de Relações Internacionais e União Europeia do Ministério de Cultura e Esporte de Espanha, falou do compromisso para conseguir uma melhor difusão e um maior alcance para aumentar a participação das organizações culturais comunitárias espanholas nas distintas instâncias do programa. Também mencionou que em seu país há um crescente protagonismo territorial, de localidades menores, e que nesta mesma quinta-feira havia sido lançada uma publicação em torno da ruralidade da cultura, “Pensar y hacer en el medio rural. Prácticas culturales en contexto”. “Nesta publicação, o que se põe em relevo é a importância da comunidade nestes tempos de pandemia. Na Espanha, os confinamentos estão mais territorializados, por municípios ou comunidades, e a cultura tem que se mover em um âmbito mais interno. Desse modo, o que a cultura faz é contribuir mais e melhor para o desenvolvimento sustentável do entorno mais próximo”, sublinhou.

Colômbia Luis Sevillano Boya, diretor de Populações do Ministério de Cultura da Colômbia, ao comentar o 4º Encontro de Redes, valorizou a grande participação de organizações diversas e de distintas regiões do país. Também comentou os nove projetos colombianos selecionados no Edital de Apoio a Redes 2020, elogiou a parceria com Flacso-Argentina, e apresentou a proposta do programa Mujeres Narran su Territorio. “Neste programa construímos conteúdos próprios, com diferentes formas de representação territorial: a partir da palavra, da música, da cozinha, da literatura, etc. O que pretendemos é incentivar a criação e a circulação desses conteúdos criados por mulheres. Temos seis capítulos com enfoque populacional e comunitário (mulheres afrodescendentes, palenqueras, ciganas, com deficiência, mulheres diversas, camponesas) e pensamos que isso poderia gerar um curso virtual de narrativas de território e virtualidade para mulheres”, sugeriu.

ArgentinaDiego Benhabib, coordenador dos Pontos de Cultura da Argentina, também a  alta participação do país em todas as propostas do 4º Encontro de Redes, tanto nos conversatórios como na Mostra de Cinema Comunitário Ibero-americano, e também no grupo de trabalho “Participação social e cooperação cultural”. “Houve uma aposta importante por parte de nosso ministério e acho que isso se refletiu nas organizações e redes de cultura comunitária do país, em sua vontade de participar e dar sua opinião, de escutar e mostrar suas vozes e produções”, observou. O grande número de postulações da Argentina para o Edital de Apoio a Redes 2020 (do total de 34, foram selecionadas 10) e o reforço orçamentário para o programa Pontos de Cultura foram outros assuntos comentados por Benhabib em sua intervenção.

Costa Rica Eduardo Reyes, coordenador de Pontos de Cultura de Costa Rica, considerou que seu país teve “uma participação muito bonita” no 4º Encontro de Redes, com a presença de painelistas como Andrea Ruiz, Elides Rivera, Layly Castillo e Flory Salazar. “Essas quatro gestoras culturais trabalham fora do centro de San José e apresentaram experiências de território bastante enriquecedoras. Assim como a participação de Andrea Mata e Carolina Picado em outros espaços, que também consideramos muito satisfatórias”, afirmou. Ademais, Reyes destacou que a Direção de Cultura acaba de concluir duas convocatórias com número recorde de postulações: a do programa Pontos de Cultura, recém-encerrada com 100 propostas, e a de “Becas Taller”, também com muitos projetos recebidos, para além das expectativas.

México Esther Hernández Torres, diretora geral de Vinculação Cultural da Secretaria de Cultura do México, felicitou o trabalho conjunto pelo 4º Encontro de Redes,  que considerou “muito rico, valiosíssimo em termos de experiências, vozes, críticas, consonâncias e dissonâncias”. “Uma coisa de que gosto muito neste Conselho e neste encontro é que não há uma só voz, uma só perspectiva, e sim um um espaço diverso, que se abre ao diálogo de maneira constante”, festejou. A diretora também apresentou balanços quantitativos das atividades do encontro que foram organizadas pela Secretaria de Cultura: a Mostra de Cinema Comunitário Ibero-americano, o GT “Participação social e cooperação cultural” e a enquete para agentes culturais ibero-americanos sobre os impactos comunitários da pandemia de Covid-19.

Equador Jorge Xavier Carillo, diretor de Política Pública de Artes e Empreendimentos do Ministério de Cultura e Patrimônio do Equador, agradeceu às pessoas que participaram das diversas ações do 4º Encontro de Redes, e recordou que o artigo 122 da Lei Orgânica de Cultura do Equador dispõe sobre a implementação da Rede de Gestão Cultural Comunitária, um trabalho que se pretende retomar. Também citou a linha de apoio à cultura viva comunitária que havia sido aprovada antes da fusão dos institutos de fomento e que estão tentando dar seguimento. “Uma das coisas mais interessantes é como desde as experiências da cultura viva comunitária se pensam também os empreendimentos, as economias populares e solidárias. Tem sido um momento complexo, mas temos visto que apesar das enormes dificuldades, as organizações e as pessoas seguem levando a cabo, e a responsabilidade de nós, que estamos nas instituições, é de empurrar, de ajudar que isso siga se firmando”, observou.

Peru Carlos La Rosa, diretor de Artes do Ministério de Cultura do Peru, fez  um breve resumo da participação ativa de seu país no 4º Encontro de Redes, não somente por parte das organizações, mas também dos agentes de instituições públicas, começando pelo ministro da Cultura, Alejandro Neyra, que esteve presente na conferência inaugural. “É uma política importante no ministério, o reconhecimento e contínuo fortalecimento das estratégias a favor da cultura comunitária”, disse o diretor, que calculou em 49 o número de pessoas do Peru que participaram ao longo das diversas ações e espaços do encontro. “Creio que este será um rito importante em termos de desenvolvimento e enriquecimento das ações que se podem estabelecer desde os espaços dos programas ibero-americanos”, afirmou.

 

A nova gestão

Terminada a leva de comentários dos/das representantes dos países sobre o evento, confirmou-se a eleição das novas autoridades do programa e passou-se a palavra para a nova presidenta do Conselho Intergovernamental, Esther Hernández, que agradeceu a todos/as por abraçar a postulação do México, felicitou a gestão da Argentina (responsável pela presidência nos últimos três anos), e manifestou seu interesse em fortalecer a comunicação com os/as representantes nacionais e também com as organizações de base comunitária de seu país. “É um momento propício para estreitar os laços, para envolver mais efetivamente a rede, envolver outras organizações que ainda não fazem parte da rede, e estender o convite a outros governos locais para que se somem ao programa”, comentou.

O encerramento

No encerramento da reunião, o coordenador do Espaço Cultural Ibero-americano, Enrique Vargas Flores, recuperou algumas palavras que havia dito na conferência inaugural, ao comentar a relevância que os governos estão dando à cultura comunitária em suas políticas públicas. “Talvez o foco midiático tenha estado (legitimamente) nas indústrias culturais, nos artistas, mas a pura presença desses ministros e tudo o que tem significado este encontro manifestam o compromisso que se tem desde a institucionalidade com o trabalho de base comunitária. (…) É sobretudo um reconhecimento às pessoas que estão na base comunitária, que tem sido parte fundamental disso. Todos os que estamos aqui somos apenas mediadores. O verdadeiro trabalho é deles e é para eles que devemos seguir trabalhando”.

Enrique Vargas também lembrou que a presidência do México se inaugura em um contexto mais complexo do que aqueles que tínhamos em anos anteriores. “A economia do mundo vai começar o próximo ano com uma média de 10% a menos, com novos pobres, com classes médias que infelizmente voltaram à pobreza. Vivemos na região mais desigual do mundo, e tudo o que fizermos tem que ajudar a reverter esta triste realidade. (…) Temos que redobrar esforços e dar um valor adicional a esta nova realidade que todos estamos enfrentando. Somente juntos vamos conseguir cumprir os objetivos traçados por este programa”.

O firme compromisso de trabalhar em conjunto com as organizações e redes culturais comunitárias também foi reforçado por Diego Benhabib, que encerrou a reunião agradecendo a todos e todas em nome da presidência do programa. “As organizações culturais comunitárias tiveram e têm um papel fundamental neste contexto de pandemia. Essas organizações vêm ajudando às populações a tentar mitigar as condições geradas pela emergência sanitária, e têm feito isso desde seus espaços militantes, comprometidos, com propostas em articulação com os estados (nacionais, estaduais, municipais). Este papel tem sido fundamental e vai seguir sendo”, afirmou Benhabib, ressaltando que este compromisso é o espírito prioritário e essencial do IberCultura Viva. 

 

Confira o informe do 4º Encontro de Redes

Confira o informe do Edital de Apoio a Redes 2020

 

Confira a ata da reunião do Conselho Intergovernamental

Veja o vídeo da transmissão ao vivo 

 

Leia também:

México assumirá a presidência do Conselho Intergovernamental IberCultura Viva

 

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13

out
2020

Em Notícias

Por IberCultura

Reunião do Conselho Intergovernamental encerra o 4º Encontro de Redes IberCultura Viva

Em 13, out 2020 | Em Notícias | Por IberCultura

Uma reunião extraordinária do Conselho Intergovernamental encerrará o 4º Encontro de Redes IberCultura Viva, na próxima quinta-feira 15 de outubro, a partir das 14h (hora de Brasília). O encontro virtual contará com a presença de representantes dos países membros (REPPI) e terá transmissão ao vivo pela página de Facebook e o canal de YouTube do programa.

Nesta reunião será proposta a criação de uma comissão especial de trabalho que prepare, junto com a Unidade Técnica, o planejamento estratégico do período 2021-2013 e o Plano Operativo Anual (POA 2021). Nesta proposta serão levadas em conta as discussões realizadas. durante o 4º Encontro de Redes, em especial nas três sessões do conversatório “Participação social e cooperação cultural”, que ocorrem nas últimas três sextas-feiras (25 de setembro, 2 e 9 de outubro).

Na abertura, depois das palavras de boas-vindas por parte da presidência do programa, será apresentado um balanço sobre a realização do 4º Encontro de Redes IberCultura Viva e o Edital de Apoio a Redes e Trabalho Colaborativo 2020. 

Cada REPPI também deverá fazer um balanço de 10 minutos sobre a participação de seu país no 4º Encontro de Redes e apresentar propostas para os últimos meses de 2020, caso as tenha. Além disso, deverão eleger as novas autoridades para presidir o Conselho Intergovernamental (CI) no período 2021-2023. 

 

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03

out
2020

Em Notícias

Por IberCultura

“Estudos sobre cultura comunitária” encerra a programação de conversatórios temáticos do 4º Encontro de Redes 

Em 03, out 2020 | Em Notícias | Por IberCultura

As políticas culturais de base comunitária (PCBC) têm se transformado nos últimos anos em objeto de estudo com interesse na pesquisa acadêmica de várias disciplinas, tanto das ciências sociais como das ciências humanas. Desde as formas de  produção ou criação de significados no campo popular até a relação entre práticas culturais e participação social, passando pelas dinâmicas de articulação social e a relação com o habitat e o ambiente, os Estudos sobre Cultura Comunitária se apresentam como um importante auxiliar para a elaboração e a implementação das PCBC na Ibero-América.

O conversatório que será realizado na próxima terça-feira 6 de outubro propõe-se como um espaço para reflexionar sobre as perspectivas da cultura comunitária como política cultural, com uma visão desde a academia e dos direitos culturais. O primeiro painel, que começará às 14h (hora de Argentina), terá a moderação de Valeria López López, do Programa Cultura Comunitária da Secretaria de Cultura do Governo do México. A segunda sessão, às 17h, será moderada por Rosario Lucesole (Argentina), consultora de projetos do programa IberCultura Viva.

Participam do primeiro painel: Damián Del Valle (Argentina), coordenador do Grupo de Trabalho CLACSO Artes, Educação e Cidadania; Nicolás Lozano Galindo (Colômbia), politólogo, ex-coordenador técnico do Centro Regional para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial da América Latina (CRESPIAL-UNESCO); Marielba Herrera Reina (El Salvador), presidenta da Rede de Estudos Afro-centro-americanos; Eduardo Nivón Bolán (México), doutor em antropologia, especialista em movimentos sociais, políticas culturais e cultura urbana; Elodie Bordat-Chauvin (Francia), doutora em Ciências Políticas e diretora do Mestrado de Política e Gestão da Cultura no Institut d’Etudes Européennes da Universidade Paris 8.

O segundo painel conta com a presença de Juan Aranovich (Argentina), diretor nacional de Formação Cultural do Ministério de Cultura; Carlos Bonfim (Brasil), doutor em Integração da América Latina e coordenador do grupo de pesquisas em Práticas Artísticas e Pensamento Crítico na América Latina na Universidade Federal da Bahia; Tomás Peters (Chile), doutor em Estudos Culturais e docente do Instituto da Comunicação e Imagem da Universidade do Chile; Andrea Mata Benavides (Costa Rica), doutoranda em Ciências Sociais (FLACSO) e docente da Escola de Artes Dramáticas da Universidade de Costa Rica; Luisa Velásquez Santiago (México). mestranda em Desenvolvimento e Gestão Cultural na Universidade de Guadalajara; Jaron Rowan (Espanha), diretor de Pesquisa e coordenador da Unidade de Pesquisa e Doutorado da BAU, Centro Universitário de Design, em Barcelona.

Este é o último dos conversatórios temáticos programados para o 4º Encontro de Redes IberCultura Viva. Na sexta-feira 9 de outubro, às 14h (hora de Argentina), será realizada a terceira e última sessão do grupo de trabalho “Participação social e cooperação cultural”, que desde a sexta-feira 25 de setembro está reunido para reflexionar sobre o desenvolvimento do programa e aportar para a construção do Plano Estratégico Trienal 201-2023 do IberCultura Viva. 

Os bate-papos terão transmisão ao vivo pela página de Facebook do IberCultura Viva e o canal do programa no YouTube (www.youtube.com/iberculturaviva). Também poderão ser acompanhados através da página web do evento: www.encuentroderedes.org.

 

 

Quem participa

 

PAINEL 1 – Terça-feira 6 de outubro 

14h (ARG-BRA-URY-CHL), 12h (COL-ECU-MEX-PER), 11h (CRI-SLV), 19h (ESP)

Damián Del Valle (Argentina) 

Formado em Sociologia pela Universidad Nacional de la Plata (UNLP). Coordenador da Plataforma Regional de Integração Universitária (PRIU – IEC). Doutorando em Educação na Universidade Nacional de Córdoba. Atualmente é secretário de Desenvolvimento e Vinculação Institucional do Reitorado da Universidad Nacional de las Artes (UNA) e como professor-pesquisador da mesma universidade. É professor regular de Políticas Educativas da área transdepartamental de formação docente da UNA e do seminário Administração Cultural Pública no Mestrado em Cultura Pública, diretor da Diplomatura em Mediação Cultural da UNA, e coordenador do Grupo de Trabalho CLACSO Artes, Educação e Cidadania.

 

Nicolás Lozano Galindo (Colombia) 

Politólogo da Universidade Nacional de Colombia. Tem experiência em políticas culturais, interculturalidade, acesso cidadão aos direitos culturais, patrimônio material e imaterial, memória cultural e sistemas de participação em cultura. Tem se desempenhado como coordenador técnico do Centro Regional para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial da América Latina (CRESPIAL-UNESCO). Foi assessor  do Grupo de Patrimônio Imaterial do Ministério de Cultura da Colômbia e do Instituto Distrital de Patrimônio Cultural da cidade de Bogotá. Também coordenou projetos de cooperação internacional em relação a comunidades afrodescendentes e camponesas. Atualmente se encontra cursando  o mestrado MA Cultural Policy, Relations and Diplomacy em Goldsmiths University of London.

 

Marielba Herrera Reina (El Salvador) 

Antropóloga afro-salvadorenha. Membro da Rede de Mulheres Afro-latino-americanas, Afro-caribenhas e da Diáspora. Tem pesquisado e publicado sobre expressões culturais de povos indígenas e afrodescendentes em diversos países latino-americanos. Atualmente, é a presidenta da Rede de Estudos Afro-centro-americanos, que trabalha em conjunto com as populações de afrodescendentes no istmo centro-americano e é fundadora das Jornadas Internacionais de Estudos Afro-centro-americanos.

 

Eduardo Nivón Bolán (México)

Doutor em antropologia pela Universidade Nacional Autônoma de México (UNAM). Especialista em movimentos sociais, políticas culturais e cultura urbana. Coordenador desde 2004 da Especialização em Políticas Culturais e Gestão Cultural na Universidade Autônoma Metropolitana (UAM)-Unidade Iztapalapa, onde também é coordenador do corpo acadêmico de Cultura Urbana.

 

 

 

Elodie Bordat-Chauvin (França)

Doutora em Ciências Políticas pela Sciences Po Aix e formada em etnologia pela Escuela Nacional de Antropología e Historia do México. Dirige o Mestrado de Política e Gestão da Cultura no Instituto de Estudos Europeus da Universidade Paris 8. Especialista em políticas culturais comparadas entre México e Argentina. Realizou um estágio no Ministério de Cultura da Argentina em 2017 graças a um pós-doc do CONICET. Publicou vários artigos e dois livros sobre políticas culturais no México e na Argentina, dos quais sua versão em espanhol é esperada em breve.

 

Valeria López López (México) – Moderadora

Formada em Ciências Políticas e Administração Pública pela Faculdade de Ciências Políticas e Sociais da Universidade Nacional Autónoma de México (UNAM). Cursou a licenciatura em Literatura Dramática e Teatro na Faculdade de Filosofia e Letras (FFyL) da UNAM, onde especializou-se na área de Teatrologia. Também cursou Políticas Culturais e Gestão Cultural na Universidade Autônoma Metropolitana (UAM-Iztapalapa), e a pós-graduação em Políticas Culturais de Base Comunitária FLACSO/IberCultura Viva. Atualmente trabalha no programa Cultura Comunitária da Direção Geral de Vinculação Cultural da Secretaria de Cultura do Governo do México, como responsável pela Direção de Animação Cultural. A partir de 2012 incursiona pelo circo, onde tem trabalhado como assistente de direção, produtora executiva, programadora e gestora cultural. Em 2017 fundou Anarama – Investigación y Gestión Cultural A.C., com o objetivo de criar projetos de pesquisa e desenvolvimento cultural. 

 

PAINEL 2 – Terça-feira 6 de outubro

17h (ARG-BRA-URY-CHL), 15h (COL-ECU-MEX-PER), 14h (CRI-SLV), 22h (ESP)

Juan Aranovich – Dirección Nacional de Formación Cultural (Argentina) 

Gestor e ativista cultural, conta com estudos de pós-graduação em Gestão e Política em Cultura e Comunicação pela FLACSO e Psicologia pela Universidade de Buenos Aires. Foi docente em UMET e FLACSO. Atualmente é diretor nacional de Formação Cultural no Ministério de Cultura da Argentina. É fundador e ex-director do Club Cultural Matienzo, e fundador do MECA (Movimento de Espaços Culturais e Artísticos).

 

Carlos Bonfim – Universidade Federal da Bahia (Brasil) 

Doutor em Integração da América Latina pela Universidade de São Paulo. Realizou pesquisa de pós-doutorado no Centro de Estudos Superiores do México e Centroamérica da Universidade de Ciências e Artes de Chiapas, México. É docente do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Prof. Milton Santos, da Universidade Federal da Bahia, onde coordena o grupo de pesquisa em Práticas Artísticas e Pensamento Crítico na América Latina e o projeto Rede Ao Redor, uma cartografia de iniciativas juvenis em arte, comunicação e cultura. Entre 2007 e 2017 coordenou o projeto Latitudes Latinas, dedicado à difusão da música e a arte latino-americana. Tem coordenado junto a José Tasat (da Untref) o seminário Pensar América: pensadores latino-americanos em diálogo. É  membro da Associação Internacional para o Estudo da Música Popular – Rama América Latina (IASPM-AL) e curador internacional do Festival Negramérica: cultura e periferia. 

 

Tomás Peters (Chile)

Sociólogo e doutor em Estudos Culturais pelo Birkbeck College, University of London. Suas áreas de pesquisa são sociologia da arte e da cultura, estudos culturais e história e teoria das políticas culturais na América Latina. É professor do Instituto da Comunicação e Imagem da Universidade do Chile. 

 

 

 

Andrea Mata Benavides (Costa Rica) 

Antropóloga social e teatreira. Docente da Escola de Artes Dramáticas da Universidade de Costa Rica. Doutoranda de FLACSO Argentina. Atualmente desenvolve a tese de doutorado “A ação coletiva do movimento latino-americano Cultura Viva Comunitária nos casos de Costa Rica e Argentina”. 

 

 

 

Luisa Velázquez Santiago (México) 

Formada em Artes Cênicas, especialista em Políticas Culturais e Gestão Cultural pela UAM e mestranda em Gestão e Desenvolvimento Cultural pela UdeG. Participou de diversos cursos e seminários sobre políticas públicas e desenvolvimento comunitário. Atualmente é responsável pela chefia do programa Zapopan Comunitária no governo municipal de Zapopan (Jalisco). Sua prática cultural tem se guiado por processos pedagógicos centrados principalmente em infâncias. Em 2015, fundou o Centro Cultural Comunitário Kóokay, para o qual dirigiu diversos projetos, como El Fresno Brilla, a biblioteca comunitária Entre Letras, o Circo Luciérnaga, e a orquestra infantil e juvenil ECOS-Kóokay. Desde 2017 participa ativamente da Rede Latino-americana de Cultura Viva Comunitária. 

 

Jaron Rowan (Espanha)

Pesquisador, professor e escritor. É diretor de Pesquisa e coordenador da Unidade de Pesquisa e Doutorado da BAU, Centro Universitário de Design, em Barcelona. Escreveu os libros “Emprendizajes en cultura” (Traficantes de Sueños, 2010), “Memes: inteligencia idiota, política rara y folclore digital” (Capitan Swing, 2015) e “Cultura libre de Estado” (Traficantes de Sueños, 2016). Também foi colaborador e coautor de livros como “Innovación en Cultura” (Traficantes de Sueños, 2009), “Cultura libre digital” (Icaria, 2012) e “La tragedia del copyright” (Virus, 2013), além de colaborar com jornais e revistas.

 

Rosario Lucesole (Argentina) – Moderadora

Consultora de projetos da Unidade Técnica do IberCultura Viva. Trabalha na Direção Nacional de Formação Cultural do Ministério de Cultura da Argentina. Licenciada em Artes Combinadas pela Universidade de Buenos Aires (UBA). Especialista em Gestão Cultural e Políticas Culturais (IDAES-UNSAM) e mestranda em Estudos Culturais na América Latina (UBA). Coordenadora e docente da Diplomatura em Mediação Cultural (UNA/CLACSO), e docente de História Sociocultural da Arte (Universidad Nacional de las Artes-UNA), do Mestrado em Cultura Pública (UNA), e da Pós-graduação Internacional de Políticas Culturais de Base Comunitária na Faculdade Latino-americana de Ciências Sociais (FLACSO-Argentina).

 

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28

set
2020

Em Notícias

Por IberCultura

Como inscrever-se para as mesas do GT “Participação social e cooperação cultural” 

Em 28, set 2020 | Em Notícias | Por IberCultura

Nas próximas sextas-feiras 2 e 9 de outubro, o grupo de trabalho que se formou para o conversatório “Participação social e cooperação cultural” seguirá reflexionando sobre o desenvolvimento do programa IberCultura Viva e contribuindo para a construção do Plano Estratégico Trienal (PET) 2021-2023. Quem quiser participar do webinário como assistente, com possibilidade de intervir no fórum de perguntas e respostas, deve se inscrever pelo link https://us02web.zoom.us/webinar/register/WN_K4rrQKpaQe-IXGsZ-48reg

Quem se inscreveu para participar da primeira sessão, no dia 25 de setembro, já está inscrito/a para as duas próximas sessões. Nesta sexta-feira, 2 de outubro, o tema da mesa será “Mecanismos, propostas metodológicas e caminhos de participação”. A terceIra e última mesa, que se realizará em 9 de outubro, abordará a temática “Brecha digital e cultura comunitária”. As sessões começarão às 14:00 (hora de Brasília). 

Além de inscrever-se via Zoom para poder intervir no fórum de perguntas e respostas do webinário, as pessoas interessadas em contribuir com o Plano Estratégico Trienal do programa IberCultura Viva poderão completar o formulário publicado durante a primeira sessão (aqui está o link: https://bit.ly/3cEOO6Q) e colaborar com o WikiSprint-Mapeo de experiências e saberes comunitários. Cada sessão terá um formulário WikiSprint difundido durante o conversatório, e este formulário ficará disponível durante a semana, até a sessão seguinte.

  

Segunda mesa

A mesa “Mecanismos, propostas metodológicas e caminhos de participação”, que se realizará nesta sexta-feira, discutirá, por exemplo, como colaborar com a elaboração, o planejamento,  a implementação, o acompanhamento e a avaliação de mecanismos públicos que garantam direitos culturais transversais em políticas culturais de base comunitária que eliminem a estigmatização e ações de discriminação de práticas e expressões culturais. Ou que elementos de práticas poderiam ser referências estratégicas para colocar-se em construção de metodologias ou mecanismos de inclusão na tomada de definições públicas em matéria cultural e governança cultural. 

As 12 pessoas que atuarão como painelistas nesta mesa, com direito a câmera e microfone, foram selecionadas por convocatória (as inscrições  estiveram abertas entre 4 e 14 de setembro). São elas: Aurora Beatriz Silva (Argentina), Andrés Ares (Argentina), Veronica Rossana Pizarro Cruz (Chile), Guillermo Martín Maceiras Gómez (Espanha), Rocío Orozco Sánchez (México), Rut Mendoza Garcia (México), Alejandro Rodríguez Hernández (México), Delia Hernández Pastor (México), Victoria Contreras Peña (México), Aldo Adrián Nuño López (México), Florencia Gabriela De Armas Cándido (Uruguai) e Lucía Zapien Osuna (México). 

A moderadora será Valeria López López, do programa Cultura Comunitária da Secretaria de Cultura do México, que organiza este conversatório. O encontro terá transmissão ao vivo pelo canal de YouTube e a página de Facebook de IberCultura Viva a partir das 14:00 (hora de Brasília). 

Aqui está o link de inscrição para o webinário:

https://us02web.zoom.us/webinar/register/WN_K4rrQKpaQe-IXGsZ-48reg

Aqui o formulário de WikiSprint da primeira sessão: https://bit.ly/3cEOO6Q

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28

set
2020

Em Notícias

Por IberCultura

Saúde e cultura comunitária: um espaço para pensar em práticas de cuidado coletivas e solidárias

Em 28, set 2020 | Em Notícias | Por IberCultura

O conversatório “Saúde e cultura comunitária”, que se realizará nesta terça-feira, 29 de setembro, abordará as ações e experiências comunitárias que favorecem a promoção da saúde, em suas três dimensões: física, mental e social, assim como práticas de cuidado coletivas e solidárias em favor da identidade cultural, da construção da memória coletiva e da recuperação de saberes ancestrais.

O encontro se dividirá em dois painéis, às 14h e às 17h (considerando o horário da Argentina), com transmissão ao vivo pela página de Facebook de IberCultura Viva e do canal do programa no YouTube. As pessoas convidadas são provenientes de oito países, com perfis variados que incluem desde médicos e psicólogos até integrantes de coletivos e Pontos de Cultura, uma parteira tradicional, uma presidenta de associação indígena, e uma representante da junta de uma paróquia rural especializada em medicina ancestral.

Quem participa

PAINEL 1 -Terça-feira, 29 de setembro 

14h (ARG-BRA-URY-CHL), 12h (COL-ECU-MEX-PER), 11h (CRI-SLV), 19h (ESP)

Noelia Assales – Punto de Cultura Semilla del Sur (Argentina)

Realizadora audiovisual. Integrante da Associação Civil Semilla del Sur, uma organização que acumula 15 anos de construção coletiva no Valle de Calamuchita, Córdoba, Argentina. Seu trabalho tem como eixos a soberania alimentar, a economia social, a comunicação comunitária, a cultura e o meio ambiente, entre outros.

Ezequiel Varela (Argentina) 

Militante de La Cámpora. Estudante da Licenciatura em Gestão Cultural da Universidade Nacional de Avellaneda. Foi presidente do Centro de Estudantes de Humanidades e Artes da UNDAV. É diretor geral de Políticas Socioculturais da Secretaria de Educação, Culturas e Esportes da Municipalidade de Quilmes.

Carolina Herrera Rojas (Chile) 

Gestora cultural e pesquisadora do patrimônio imaterial e de bailes chinos. É diplomada em Desenvolvimento Territorial com Identidade Cultural (Pontificia Universidad Católica del Perú) e em Gestão Estratégica Regional (Universidad Central de Chile). É presidenta da Associação Indígena Cultural ELKE, Arte, Cultura y Educación. Ministra oficinas, bate-papos e relatorias que contribuem para a recuperação do patrimônio alimentar indígena e da comida mestiça da região de Coquimbo, Chile. Fortalece a revitalização da medicina ancestral e a ritualidade indígena diaguita através do desenvolvimento de práticas herdadas. É descendente do povo diaguita. 

Andrea Ruiz Hidalgo – Colectivo Vamos a Sembrar (Costa Rica) / Processo: Las niñas del Bosque Nuboso: Laboratorio de Exploración Artística en Monteverde 

Profissional da psicologia e das belas artes, ceramista e agroecóloga. Tem trabalhado em projetos sociais e comunitários utilizando a arte como uma ferramenta de transformação social. Atualmente faz parte de Vamos a Sembrar, organização da sociedade civil dedicada à gestão cultural comunitária, promovendo espaços para o bem viver, abordando temáticas referentes à agroecologia, permacultura, arte, meios expressivos e desenvolvimento humano de maneira integral.

Evalinda Barrón Velázquez (México) 

Médica formada pela Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM), com especialidade em psiquiatria, e mestre em Ciências Médicas (UNAM) e em Administração Pública (Universidad del Valle de México). Trabalhou no Conselho da Judicatura Federal como médica especialista, e é colaboradora da Organização Nacional de Transtorno Bipolar e Depressão em Atenção Psiquiátrica. Atualmente se desempenha como diretora de Vinculação na Comissão Nacional contra as Adições e como coordenadora técnica da Estratégia Nacional para a Prevenção de Adições.

Tania Quevedo (Equador) – Moderadora 

Trabalha como técnica na Direção de Política Pública da Subsecretaria de Empreendimentos, Artes e Inovação do Ministério de Cultura e Patrimônio do Equador. Seus temas de trabalho são a cultura viva comunitária, a diversidade cultural e as políticas públicas transversais. Vinculada à dança e ao teatro, participa em agrupações artísticas e comunitárias de artes vivas e música popular. Se formou em Gestão da Arte e da Cultura e organizações culturais territoriais na Universidad Nacional de Tres de Febrero (UNTREF) e na Universidade Nacional de San Martín (UNSAM), na Argentina.  

PAINEL 2 – Terça-feira 29 de setembro, 17h (hora de Brasília)

Liceth Quiñones – Asociación de Parteras del Pacífico (Colômbia) 

Parteira tradicional. Diretora da Associação de Parteiras Unidas do Pacífico (ASOPARUPA). Membro coordenador da Rede Nacional de Parteria Tradicional. Representante ante o Conselho Nacional de Patrimônio e a Aliança Latino-americana de Parteiras. Nomeada recentemente como representante de Patrimônio Cultural do distrito de Buenaventura. Leva uma longa trajetória de trabalho comunitário com foco na reivindicação da parteria como medicina ancestral, direitos da mulher, direitos étnicos, territoriais, proteção do Viche, direitos sexuais e reprodutivos e nutrição infantil desde a vida no útero. 

Matías Gallastegui – Asociación Civil El Hormiguero; Escuela Popular de Salud Comunitaria (Argentina) 

Médico especializado em Medicina Geral. Militante de El Hormiguero. Coordenador da Escola Popular de Saúde Comunitária. Diretor geral de Redes de Saúde no município de Quilmes. Ajudante de Saúde Pública na Faculdade de Medicina da Universidade de Buenos Aires (UBA).

Elides Rivera Navas – Mujeres Mano de Tigre (Costa Rica) / Processo: Puntos de Cultura de Orcuo 

Gestora comunal e cultural. Ativista dos direitos humanos e ambientais do povo indígena. Defensora dos direitos das mulheres. Diretora de Mano de Tigre Orcuo Dbön, uma organização de mulheres formada por membros da tribo indígena Teribe, dedicada a preservar sua cultura tradicional dentro da comunidade.

Rosa Ayala (Equador) 

Vocal da junta da paróquia rural de Chugchilan, um povoado que se encontra no cantão Sigchos, provincia de Cotopaxi. Especializa-se em medicina ancestral.

Lucía Freyre Camborda – Colectivo Descosidos (Peru) 

Formada em Psicologia com menção em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica do Peru (PUCP). Integrante há cinco anos do Colectivo Descosidos, uma organização comunitária que busca contribuir para a desmistificação da doença mental a partir da realização de projetos interdisciplinares em hospitais psiquiátricos. Atualmente trabalha como assistente de docência na PUCP e faz parte de grupos de pesquisa dentro da universidade.

Robert Urgoite – Colectivo Tierra Negra, Cultura y Salud Comunitaria (Uruguai) 

Ser que se vincula e produz coletivamente como psicólogo, pesquisador de territorialidades, gestor cultural feito na frágua que configuram desejos, burocracia e territorialidades culturais. Burocrata, padeiro, remador recreativo, cozinheiro canábico, pai, filho, callejero errante, boxeador amador, pescador, percussionista, grande anfitrião, afro-umbandista, candombero, não tão alcoólico na luta pelo desejo de habitar a vida. Em permanente desenho.

Eduardo Reyes (Costa Rica) – Moderador 

Antropólogo, gestor cultural e ultramaratonista de montanha. Trabalha há mais de 11 anos no Ministério de Cultura e Juventude de Costa Rica, onde atualmente é o encarregado do programa Pontos de Cultura, que se gestiona desde a Direção de Cultura. Apaixonado pelos processos vinculados à formulação de projetos culturais e que permitem às organizações e seus membros ter ferramentas de trabalho a curto e médio prazo, além de um louco entusiasta que busca correr pelo mundo levando a mente e o físico ao limite.

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24

set
2020

Em Notícias

Por IberCultura

Gobierno de San Luis Potosí realiza el conversatorio “Derechos culturales y fomento de la creatividad” 

Em 24, set 2020 | Em Notícias | Por IberCultura

El Gobierno Municipal de San Luis Potosí (México) impulsa desde 2019 la construcción colectiva de un marco de garantías locales en materia de cultura y derechos humanos: la Carta de la Ciudad por los Derechos Culturales. La iniciativa, desarrollada en conjunto con la representación de la UNESCO en México y la Comisión Estatal de Derechos Humanos de San Luis Potosí, ha acumulado al día de hoy la participación de 282 agentes culturales en 15 mesas de trabajo realizadas en el marco de dos conversatorios internacionales, así como la recepción y registro de 69 propuestas para la acción cultural local.

Las jornadas UNESCO San Luis iniciaron el 7 de diciembre de 2019 con un conversatorio sobre “Derechos culturales y equidad territorial” en la Universidad Autónoma de San Luis Potosí (UASLP). El segundo encuentro, con el tema “Democracia cultural y derechos culturales”, tuvo lugar el 1º de febrero en el Colegio de San Luis. El tercer, en torno al tópico de “Derechos Culturales y Fomento de la Creatividad”, estaba previsto para el 28 de marzo, pero se suspendió por la emergencia sanitaria. El conversatorio se realizará ahora, de manera virtual, entre el 29 de septiembre y el 1º de octubre, a las 18:00 (hora de Ciudad de México) con transmisión por Facebook de UNESCO México.

Dos de estas jornadas se enmarcan como actividades anexas al 4º Encuentro de Redes IberCultura Viva y cuentan con la participación del programa. El panel del miércoles 30 de septiembre, “Políticas culturales para la resiliencia”, tendrá la presencia del argentino Emiliano Fuentes Firmani, secretario técnico de IberCultura Viva, y de los mexicanos Ernesto Piedras, especialista en economía cultural, y Lucina Jiménez, especialista en políticas culturales y desarrollo sostenible, educación en artes, derechos culturales y cultura de paz. 

El segundo panel, el jueves 1 de octubre, será “Innovación para el reencuentro”, con la participación de Esther Hernández, directora general de Vinculación Cultural de la Secretaría de Cultura del Gobierno de México (y representante nacional ante el programa IberCultura Viva); Conrado Romo, del Laboratorio de Paz desde lo Común, de la Secretaría de Seguridad de Jalisco, y Gabriela Anguiano, subdirectora de Educación Continua de Cultura Comunitaria para la Ciudad de México.

Este ciclo de video-diálogos en línea y en vivo buscan detonar la reflexión y el intercambio entre agentes locales, sobre los posibles contenidos de la Carta de la Ciudad de San Luis Potosí por los Derechos Culturales. “Políticas culturales para la resiliencia” es un espacio que busca identificar, intercambiar y poner sobre relieve los componentes necesarios a integrarse en una política pública local en materia de cultura, partiendo de reconocer la nueva serie de retos sin precedentes que deja al sector la emergencia sanitaria por COVID-19. 

“Innovación cultural para el reencuentro en la nueva normalidad”, a su vez, busca ser un espacio de reflexión en torno al reto de la recuperación afectiva y ocupación creativa del espacio público y los territorios, con las herramientas del arte y la cultura, tras el periodo de confinamiento obligatorio ligado a la pandemia por COVID-19.

 

Conoce más sobre las personas participantes:

 

Miércoles 30 de septiembre

 

 

  • Emiliano Fuentes Firmani

Gestor del arte y la cultura y doctorante de Estudios Sociales en América Latina por la Universidad Nacional de Córdoba. Posee una vasta experiencia en la coordinación y promoción de políticas culturales de diversidad y ciudadanía. Actualmente es secretario técnico del Programa IberCultura Viva.

 

  • Lucina Jiménez

Es doctora en Ciencias Antropológicas por la Universidad Autónoma Metropolitana (UAM). Especialista en políticas culturales y desarrollo sustentable, educación en artes, Derechos Culturales y cultura de paz. Actualmente se desempeña como directora general del Instituto Nacional de Bellas Artes y Literatura.

 

  • Ernesto Piedras

Economista por la London School of Economics. Director general de The Competitive Intelligence Unit. Columnista en materia economía y miembro del Consejo Ciudadano de Radio Educación. Autor del libro “¿Cuánto vale la cultura? Contribución económica de las industrias creativas en México”.

 

  • Sofía Córdova Nava (moderadora)

Activista por los derechos humanos de las mujeres. Estuvo al frente de Educación y Ciudadanía AC (EDUCIAC), organización civil que busca el reconocimiento colectivo de las personas como sujetas de derecho a través de procesos participativos que dignifiquen la vida para la transformación social. Actualmente es titular del Programa Puerta Violeta y de la Instancia Municipal de las Mujeres en San Luis Potosí.

 

Jueves 1 de octubre

 

 

  • Esther Hernández

Pedagoga por la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM). Promotora y gestora cultural con experiencia en el diseño e implementación de proyectos culturales y artísticos con enfoque comunitario. Actualmente es directora general de Vinculación Cultural y tiene a su cargo el Programa Nacional Cultura Comunitaria.

  • Conrado Romo

Maestro en Urbanismo por la Universidad de Guadalajara (UdeG). Es consultor en materia de participación ciudadana, innovación gubernamental, datos abiertos y comunicación. Ha escrito para medios como Horizontal.mx, el Fanzine o U Gob. Es realizador multimedia, agitador cultural, promotor de la cultura libre, la piratería y los bienes comunes.

  • Gabriela Anguiano

Máster en Gestión y Dirección de Industrias Culturales por la Universidad Europea Miguel de Cervantes. Hasta 2018 dirigió el laboratorio de vinculación cultural RedLab. Es coordinadora del Festival Nacional Levadura de Cultura Comunitaria y se encuentra al frente del Centro Cultural “El Rule, Comunidad de Saberes”.

  • Oscar Montero García (moderador)

Director de la Coordinación Académica en Arte y del Centro Universitario de las Artes de la Universidad Autónoma de San Luis Potosí. Es guionista de cine y televisión por el Centro de Capacitación Cinematográfica (CCC). Miembro activo de la Sociedad General de Escritores de México (SOGEM). Autor de textos didácticos y especializados sobre cine y guion audiovisual, así como de las obras “Y una dura lluvia caerá” y “El hijo del trueno”.

¿Dónde ver?

https://www.facebook.com/UNESCOMX/

www.facebook.com/iberculturaviva

https://www.facebook.com/CulturaSanLuisPotosi

Más información: Unesco San Luis – ResiliArt – Carta de navegación

Lea también:

Segunda jornada UNESCO San Luis debate “Derechos culturales y democracia cultural”

Comienzan las jornadas “Hacia una Carta de la Ciudad de San Luis Potosí por los Derechos Culturales”

La Carta de la Ciudad de San Luís Potosí por los Derechos Culturales: una construcción participativa

 

(*) San Luis Potosí es una de las municipalidades integrantes de la Red IberCultura Viva de Ciudades y Gobiernos Locales. Conoce más sobre la red en https://iberculturaviva.org/rede-de-cidades/

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23

set
2020

Em Notícias

Por IberCultura

UASB promove o fórum “Direitos culturais e cidadania: que políticas culturais para o presente?” 

Em 23, set 2020 | Em Notícias | Por IberCultura

A Universidade Andina Simón Bolívar (UASB-Sede Equador) realizará na sexta-feira 2 de outubro o fórum “Direitos culturais e cidadania: que políticas culturais para o presente?”, como uma das atividades de encerramento da fase de docência da primeira turma do programa do Mestrado em Gestão Cultural e Políticas Culturais (2019-2021). Esta é uma das atividades anexas ao 4º Encontro de Redes IberCultura Viva, que se desenvolve de maneira virtual até 15 de outubro, e terá transmissão ao vivo pela página de Facebook do programa e da universidade a partir das 18:00 (hora do Equador).

Participarão do fórum Emiliano Fuentes Firmani (Argentina), secretário técnico de IberCultura Viva; Víctor Manuel Rodríguez (Colômbia), PhD em Estudos Visuais e Culturais (University of Rochester) e docente desse mestrado da UASB; Claudia Bugueño, coordenadora de BiblioRecreo e mestranda; Jaime Sánchez, artista e antropólogo visual, subdecano da Faculdade de Arquitetura, Design e Artes da Pontifícia Universidade Católica del Ecuador. A moderadora será Paola de la Vega, coordenadora do mestrado.

Com este encontro virtual se pretende construir um diálogo sobre políticas culturais situadas em um campo expandido, transversal e móvel da cultura que responde a práticas de base comunitária, organização política, mediação e pedagogia crítica, políticas culturais em contexto, entre outras, voltadas para o exercício e exigibilidade de direitos culturais. A proposta é de pensar coletivamente esses eixos, atendendo ao lugar da cultura nas políticas e na crise do presente. 

 

 

¿Onde assistir?

Sexta-feira 2 de outubro, 18:00 (hora do Equador)

https://www.facebook.com/AndinaVirtual

www.facebook.com/iberculturaviva

 

 

 

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23

set
2020

Em Notícias

Por IberCultura

4º Encuentro de Redes tendrá actividades anexas promovidas por instituciones de tres países 

Em 23, set 2020 | Em Notícias | Por IberCultura

Tres actividades anexas al 4º Encuentro de Redes IberCultura Viva se realizarán entre los días 30 de septiembre y 2 de octubre con la participación del programa. Una es organizada por la Dirección de Cultura del Gobierno Municipal de San Luís Potosí (México), y las otras por la Universidad Nacional de Córdoba (Argentina) y la Universidad Andina Simón Bolívar (sede Ecuador).

La primera es el 3º Conversatorio UNESCO San Luis: “Derechos Culturales y Fomento de la Creatividad”, que se desarrollará el miércoles 30 de septiembre y el jueves 1 de octubre, a las 18:00 en el horario de México (20:00 en Argentina), con transmisión por Facebook de UNESCO México. El primer panel, “Políticas culturales para la resiliencia”, tendrá la presencia del argentino Emiliano Fuentes Firmani, secretario técnico de IberCultura Viva, y de los mexicanos Ernesto Piedras, especialista en economía cultural, y Lucina Jiménez, especialista en políticas culturales y desarrollo sostenible, educación en artes, derechos culturales y cultura de paz.

El segundo panel, el jueves, será “Innovación para el reencuentro”, con la participación de Esther Hernández, directora general de Vinculación Cultural de la Secretaría de Cultura del Gobierno de México (y representante nacional ante el programa IberCultura Viva); Conrado Romo, del Laboratorio de Paz desde lo Común, de la Secretaría de Seguridad de Jalisco, y Gabriela Anguiano, subdirectora de Educación Continua de Cultura Comunitaria para la Ciudad de México.

 

Encuentro de Universidades 

El mismo jueves 1º de octubre, a las 18:00 de Argentina (16:00 en México), tendrá lugar la mesa redonda “¿Qué pueden hacer las universidades por la cultura comunitaria?”, promovida por la Universidad Nacional de Córdoba (UNC) como presentación del espacio “Encuentro de Universidades por la Cultura Comunitaria”. El evento, que tendrá transmisión por el canal de la Secretaría de Extensión de la UNC, se plantea como una red de universidades que pretende aportar reflexiones y herramientas, a partir del diálogo con los actores gubernamentales y de la sociedad civil, para promover la cultura comunitaria en la región. 

Como representantes de universidades participarán Pedro Sorrentino y Diego Pigini (UNC), Rocío Giménez y Eduardo Bavorovsky (Universidad Nacional del Litoral, UNL) e Hilda Maggi (Universidad Nacional de San Luis UNSL). Como personas invitadas estarán presentes Jorge Melguizo (Colombia), Marta Arango (Colombia), Emiliano Fuentes Firmani (Argentina) y Lucrecia González (Argentina). Las inscripciones son gratuitas:  https://forms.gle/ZvsgX1Q1d1UqYcSz6

 

Foro “Derechos culturales y ciudadanía”

La Universidad Andina Simón Bolívar (UASB-Sede Ecuador) realizará el viernes 2 de octubre el foro “Derechos culturales y ciudadanía: ¿qué políticas culturales para el presente?”, como una de las actividades de cierre de la fase de docencia de la primera cohorte del programa de Maestría en Gestión Cultural y Políticas Culturales (2019-2021). La actividad tendrá transmisión en vivo por la página de Facebook de la universidad a partir de las 18:00 (hora de Ecuador).

Participarán en el foro Emiliano Fuentes Firmani (Argentina), secretario técnico de IberCultura Viva; Víctor Manuel Rodríguez (Colombia), PhD en Estudios Visuales y Culturales (University of Rochester) y docente de esta maestría de la UASB; Claudia Bugueño, coordinadora de BiblioRecreo y maestrante; y Jaime Sánchez, artista y antropólogo visual, subdecano de la Facultad de Arquitectura, Diseño y Artes de la Pontificia Universidad Católica del Ecuador. La moderadora será Paola de la Vega, coordinadora de la maestría.

 

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23

set
2020

Em Notícias

Por IberCultura

Trajetória da Associação TNT é narrada em documentário da Mostra de Cine Comunitário

Em 23, set 2020 | Em Notícias | Por IberCultura

La Asociación Tiempos Nuevos Teatro (TNT) nació en 1993, un año después de la firma de los Acuerdos de Paz que terminaron con más de una década de guerra civil en El Salvador. Surgió en las montañas de un departamento históricamente excluido, Chalatenango, y allí permanece después de 27 años, entre altos y bajos, construyendo sueños y convivencia. 

Su trayectoria es narrada en el documental “25 Años TNT, Haciendo cotidiano el arte”, dirigido por Oscar Orellana. El video está disponible en la página web del 4º Encuentro de Redes IberCultura Viva, como una de las actividades especiales de la Muestra de Cine Comunitario Iberoamericano 2020. 

El 26 de septiembre, día de cierre de la muestra, a las 14:00 (hora de Argentina), habrá una entrevista con Julio Cesar Monge Diosdado, educador y miembro fundador de la Asociación Tiempos Nuevos Teatro, con transmisión en vivo por la página de Facebook y el canal de YouTube de IberCultura Viva.

 

Un “sueño de locos”

Julio Monge

Julio Monge nació en 1964 en Bilbao, País Vasco (España). Su llegada a El Salvador ocurrió en el año 1990, durante la guerra civil, cuando descubrió en Chalatenango un espacio para hacer lo que quería: aportar al movimiento popular revolucionario. Desde allí, donde se incorporó a un grupo de educadores, él empezó un trabajo de teatro popular que hoy es una referencia de arte comunitario en América Latina. 

Monge creó la Asociación Tiempos Nuevos Teatro con dos “compañeros de lucha”, Irma Orellana y Juan Serrano, en 1993. Lo que comenzó siendo un pequeño grupo de teatro comunitario derivó con el tiempo, y en diversas fases, en una asociación cultural con propuestas diversas, además de mantener la original compañía de teatro, que cuenta desde hace años con proyección nacional e internacional.

La compañía monta obras de reconocidos dramaturgos, pero muchos de sus espectáculos son de creación colectiva, inspirados en la realidad cotidiana. Son obras de teatro vinculadas, por ejemplo, a campañas de sensibilización, como la lactancia materna, el alcoholismo o el embarazo de adolescentes.

Entre las líneas de trabajo que la TNT trata de aportar están el apoyo a la educación (educando a niños y alfabetizando a adultos); la facilitación de talleres y formación artística; el fortalecimiento de la memoria histórica; la promoción del liderazgo juvenil, creativo, innovador y con sentido crítico; la valorización de los pueblos originarios; la recuperación y resignificación de espacios culturales (plazas, parques, casas comunales, lugares de conmemoración histórica).

A los 56 años, Julio Monge sigue con su “sueño de locos” en Chalatenango. Sabe que tiene en este “Pulgarcito de América” un proyecto de vida, y todavía hay mucho por hacer. “El oxígeno que nos mantiene vivos nos lo da la comunidad, la gente que tiene las mismas aspiraciones, los mismos anhelos de poder vivir bien y en paz”, afirmó Monge en entrevista a IberCultura Viva en 2015.

“La razón de ser de TNT, desde su origen, está ligada a la comunidad. Como decía (el jesuita) Jon Cortina, fallecido en el año 2005: ‘Lo más importante es acompañar a la gente. Nunca podremos hablar si no estamos con ellos… y una vez con ellos nuestro trabajo tiene que dar esperanza y aliento’”.

 

¿Dónde encontrar el video?

https://encuentroderedes.org/home/videos/eventos-especiales/

 

Conoce más sobre TNT: https://bit.ly/2QyvDBV

Lee la entrevista de Julio Monge (texto publicado en 2015)https://bit.ly/2FQzxUA

 

 

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20

set
2020

Em Notícias

Por IberCultura

Conversatorio “Educación popular, arte y transformación social” reúne 12 representantes de proyectos comunitarios 

Em 20, set 2020 | Em Notícias | Por IberCultura

El conversatorio que se realizará este martes 22 de septiembre en el 4º Encuentro de Redes IberCultura Viva abordará dos de los pilares de las políticas culturales de base comunitaria: la educación popular y el arte para la transformación social. Este encuentro virtual se propone ser un espacio de diálogo entre representantes de proyectos comunitarios que llevan adelante prácticas artísticas y pedagógicas con impactos transformadores en la sociedad.

Serán dos charlas, a las 14:00 y las 17:00 (hora de Argentina), cada una con la participación de seis personas invitadas y un moderador. Un total de 10 países estará representado en estos paneles. Las personas invitadas son educadores/as populares, arte-educadores/as y/o gestores/as culturales que además de presentar sus experiencias en las comunidades donde viven o trabajan, deberán debatir temas cómo qué caracteriza al arte para la transformación social? (¿todo el arte es transformador per se?) y las perspectivas del rol del Estado para favorecer los procesos de arte para la transformación social en América Latina.

 

Quiénes participan 

PANEL 1 – Martes 22 de septiembre 

14 hs (ARG-BRA-URY-CHL), 12 hs (COL-ECU-MEX-PER), 11 hs (CRI-SLV), 19 hs (ESP)

 

Susana Reyes – Asociación Isauro Arancibia (Argentina) 

Educadora popular, alfabetizadora y psicóloga social. Fundadora de la escuela Isauro Arancibia y parte del equipo de coordinación que lleva adelante su proyecto pedagógico. Es profesora para la enseñanza primaria. Realizó especializaciones en Educación Popular y un magisterio en Adultos y Adolescentes. Sobreviviente del ex CCD El Vesubio, trabaja en la búsqueda de memoria, verdad y justicia.

 

 

Ana Cachimuel – Escuelita de Música Yarina (Ecuador) 

Directora de la Escuela de Música Andina Yarina, la cual, bajo la cobija del Centro Intercultural Comunitario Yawar Wawki, nació con el objetivo de investigar los ritmos y cantos tradicionales kichwas y ofrecer un espacio de formación musical para los niños y niñas de las comunidades de la provincia de Imbabura, fortaleciendo la identidad de los pueblos andinos a través de la música.

 

 

Layly Castillo Lucena – Organización Masaya (Costa Rica) / Proceso: Removernos 

Educadora con más de 15 años de experiencia, se ha dedicado a compartir y aprender conocimientos en diversos escenarios educativos asumiendo roles como coordinadora  pedagógica y directora de organizaciones educativas, educadora de primera infancia y co-fundadora de Asociación Masaya, donde durante los últimos años se ha enfocado en el diseño y facilitación de programas de formación socio-educativos enfocados en el aprendizaje cooperativo como estilo de vida. Como madre es una defensora de los derechos de la niñez y promueve el juego libre a través de Encuentros para sentir y crear, un emprendimiento del cual es fundadora. 

 

Rocío Orozco Sánchez – Colectivo CulturAula (México) 

Licenciada en Psicología Social, cuenta con estudios de maestría en Ciencias de la Educación. Actualmente es maestrante del programa de Gestión y Desarrollo Cultural de la Universidad de Guadalajara, y se desempeña como directora del colectivo CulturAula, fundado en 2010 con la finalidad de vincular arte, educación, cultura y comunidad. Es coordinadora nacional del Nodo México de la Red Iberoamericana de Animación Sociocultural. Ha desarrollado y coordinado proyectos de formación para jóvenes, entre los que se encuentra el Seminario en Animación Sociocultural para jóvenes del Municipio de Magdalena (Jalisco), así como el diseño de diversos talleres de ludo-pedagogía y arte para la transformación social. Su investigación académica se enfoca en los retos y perspectivas de la cultura comunitaria con la finalidad de implementar un modelo de formación integral.

 

Camilo Álvarez (Uruguay) 

Educador popular, con cursos realizados en la Multiversidad Franciscana de América Latina. Coordinador del Curso de Educación Popular realizado entre el Centro Martin Luther King y el Seminario Bíblico de Fe. Militante social. Integrante de la organización Somos Barrios. Integrante de Grameen Uruguay. Actual coordinador del SOCAT (Servicio de Orientación, Consulta y Articulación Territorial), en convenio con el Ministerio de Desarrollo Social.

 

 

Takaiúna – Coletivo Justina de Arte Comunitária e Ancestral  (Brasil) 

Actriz y arte-educadora comunitaria desde hace veinte años. Maestranda en Artes Escénicas en la Universidade Federal de Uberlandia (UFU), concluyó el Curso de Posgrado en Políticas Culturales de Base Comunitaria de la Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales (FLACSO-Argentina). Desarrolla actividades en el Punto de Cultura Justina, con investigaciones y acciones realizadas en Ecuador, México, Bolivia y Argentina. El Punto de Cultura Justina, fundado en 2016, se articula en red con artistas y grupos de varias regiones brasileñas y de países de Latinoamérica. Sus acciones impactan en trabajadoras rurales, maestras, alumnos y alumnas de la red escolar.

 

 

Guillermo Valdizán Guerrero – Ministerio de Cultura (Perú) – Moderador

Coordinador del programa Puntos de Cultura del Ministerio de Cultura del Perú. Sociólogo (Universidad Nacional Mayor de San Marcos), artista visual (Escuela Nacional Superior Autónoma de Bellas Artes del Perú – ENSABAP), en proceso de presentación de tesis en la Maestría de Antropología Visual (Pontificia Universidad Católica del Perú). Docente del Curso de Posgrado Internacional de Políticas Culturales de Base Comunitaria. Coordinador desde 2005 de los Talleres Educativos y Culturales. Fue coordinador del programa Cultura Viva Comunitaria de la Municipalidad de Lima (2012-2014) y de Actividades Culturales del Lugar de la Memoria, la Tolerancia y la Inclusión Social (2015), además de director de Promoción Cultural de la ENSABAP (2015-2017). Es miembro de la campaña ciudadana “Más Cultura Más Perú”.

 

PANEL 2 – Martes 22 de septiembre 

17 hs (ARG-BRA-URY-CHL), 15 hs (COL-ECU-MEX-PER), 14 hs (CRI-SLV), 22 hs (ESP)

Manuela González Ursi – Iniciativa Atalaya Sur Internet Comunitaria (Argentina) 

Coordinadora del proyecto de apropiación tecnológica y conectividad Atalaya Sur, que tiene por objetivo la apropiación popular de la tecnología, entendiendo que el acceso desigual, tanto en términos materiales como simbólicos, refuerza otras desigualdades estructurales.

 

 

 

Jorge Blandón – Red Latinoamericana de Teatro en Comunidad 

Maestro en Arte Dramático con énfasis en Dirección Escénica por la Universidad de Antioquia. Cofundador de la Corporación Cultural Nuestra Gente, organización  articulada a la Red Colombiana y Latinoamericana de Teatro en Comunidad.

 

 

 

 

Cristian Mayorga Hevia – Centro Cultural y Colectivo La Mandrágora (Chile) 

Actor y fundador del Centro Cultural y Colectivo Teatral La Mandrágora. Esta organización social comunitaria funciona desde 2001 en Chile, y a partir de 2004 se radica en la población de Achupallas de Viña del Mar, donde sus integrantes mantienen una biblioteca comunitaria y desarrollan talleres artísticos y socioeducativos de forma voluntaria y gratuita. La Mandrágora también promueve anualmente el Encuentro Internacional de Teatro “Achupallas un Cerro de Cultura” (ETACC).  

 

 

Flory Salazar Vargas – Organización Respirarte (Costa Rica) / Proceso: Carbunculo Cineclub 

Trabajadora social de profesión, gestora sociocultural por vocación. Cofundadora y presidenta desde hace cuatro años de la Asociación Cultural de Guácimo Respirarte, una organización comunitaria sin fines de lucro que trabaja por el desarrollo artístico y sociocultural del cantón de Guácimo.

 

 

 

Delia Rendón –  Laboratorio de Teatro Campesino e Indígena Yucatán (México) 

Actriz, maestra fundadora y subdirectora del Laboratorio de Teatro Campesino e Indígena Yucatán, parte del Programa Cultura Comunitaria de la Secretaría de Cultura del Gobierno de México. También trabajó en el Museo Nacional de Culturas Populares en Tlayacapan, Morelos, y en diversas alcaldías de la Ciudad de México.

 

 

Valeria Galarza (Ecuador) 

Educadora e investigadora. Magíster en educación. Ha realizado estudios de pregrado en educación y sociología. Es candidata a doctora en la Arts, Health and Society Division de The European Graduate School. Cuenta con 16 años de experiencia en el acompañamiento educativo en diversos contextos. Ha diseñado y acompañado procesos de capacitación, autoformación e investigación educativa para el fortalecimiento del perfil profesional de educadoras y educadores, como así también en el campo de diseño pedagógico institucional. Colaboró como miembro investigador de la red Another Road Map for Art Education. Participó como docente titular en el programa de profesionalización de las carreras de Educación Básica y Educación Intercultural Bilingüe de la Universidad Nacional de Educación, en la provincia de Sucumbíos.

 

Walter Romero – Ministerio de Cultura (El Salvador) – Moderador

Gestor cultural, administrador de empresas. Fue director ejecutivo de la Asociación Cultural Tiempos Nuevos Teatro (TNT). Actualmente es el director de las Casas de la Cultura y Parques Culturales del Ministerio de Cultura de El Salvador y REPPI (representante nacional) para IberCultura Viva.

 

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