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27

May
2019

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PorIberCultura

3º Encontro de Redes: uma construção coletiva para seguir fortalecendo as políticas culturais comunitárias

Em27, May 2019 | EmNotícias | PorIberCultura

O 3º Encontro de Redes IberCultura Viva, realizado nos dias 16 e 17 de maio na cidade de Buenos Aires (Argentina), terminou com o recebimento das primeiras quatro cartas de adesão à Rede IberCultura Viva de Cidades e Governos Locais – de Zapopan e San Luis Potosí (México), San Pedro de la Paz (Chile) e Corrientes (Argentina) – e vários acordos para o fortalecimento da articulação com o programa dos governos locais que desenvolvem políticas culturais de base comunitária na região ibero-americana.

Participaram deste encontro representantes de 13 municípios: Córdoba, Corrientes, Marcos Juárez, Salta, Tigre (Argentina); Niterói (Brasil); Arica, Valparaíso e San Pedro de La Paz (Chile); San Luís Potosí y Zapopan (México); Lima (Peru), e Montevidéu (Uruguai). Cinco deles já estavam no grupo de trabalho (GT) formado na reunião anterior, no 2º Encontro de Redes IberCultura Viva, realizado em Quito (Equador), em novembro de 2017, durante o 3º Congresso Latino-americano de Cultura Viva Comunitária.

As jornadas em Buenos Aires, realizadas na Casa Victoria Ocampo com transmissão ao vivo por Facebook, também contaram com a presença de representantes de 11 países membros do Conselho Intergovernamental IberCultura Viva. Andrés Gribnicow, secretário de Cultura e Criatividade da Secretaria de Cultura da Argentina, e Paola Gallia, diretora nacional de Diversidade e Cultura Comunitária, estiveram no local para dar as boas-vindas às pessoas participantes.

 

Dia 1

Diego Benhabib, coordenador de Pontos de Cultura da Argentina e representante da presidência do IberCultura Viva, abriu os trabalhos agradecendo a presença dos/das representantes institucionais e recordando que o programa vem trabalhando há dois anos na construção de uma rede de governos locais, “para que a partir desta construção coletiva possamos seguir ampliando e fortalecendo as políticas culturais de base comunitária na região ibero-americana”.

Lembrou, também, que fortalecer as políticas culturais comunitárias é um dos objetivos do programa IberCultura Viva, assim como promover e fortalecer as organizações culturais comunitárias (não apenas no desenvolvimento de seus projetos, mas também em seus mecanismos de gestão associada com o Estado), e dar visibilidade à cultura comunitária. “Queremos posicionar a cultura comunitária em sua real dimensão e em sua verdadeira incidência em termos de mudança das condições de vida das comunidades”, afirmou.

Segundo Benhabib, apostar na cultura comunitária é apostar na transformação. “Na Argentina, um estudo feito em 2017, para a Pesquisa Nacional de Consumos Culturais, trouxe um dado revelador, que demonstra a potência deste setor: 25% de nossa população participa de alguma atividade de cultura comunitária em seus territórios, seja como assistente ou facilitador de processos, como oficineiro/a, como gestor cultural, como dirigente, etc. Aí está a chave. E imagino que nos outros países, com outros dados, isso também é palpável.”

 

As comissões

Em seguida, Rosario Lucesole, consultora de projetos da Unidade Técnica do IberCultura Viva, apresentou alguns avanços do GT de governos locais e explicou como funcionaram as três comissões de trabalho montadas inicialmente para o desenvolvimento de ações específicas: Comissão de Publicações; Comissão de Agenda e Encontros, Comissão de Estruturação do GT.

A primeira se propôs iniciar a sistematização e publicação de experiências de políticas culturais e organizações de base comunitária. O livro Puntos de cultura viva comunitaria iberoamericana. Experiencias compartidas“, editado pela Alcaldía de Medellín (Colômbia) e lançado na abertura deste 4º Congresso Latino-americano de CVC, é o primeiro resultado do trabalho desta comissão.

A segunda comissão esteve voltada a registrar e compartilhar a agenda da cultura comunitária dos municípios, e a terceira teve como objetivo elaborar os mecanismos de adesão dos governos locais e definir parâmetros para a inclusão na rede, além de coordenar a implementação de uma autoavaliação de políticas culturais comunitárias para governos locais.

Este Guia de Autoavaliação de Políticas de Cultura Comunitária foi elaborado pelo mexicano Rafael Paredes (Traza.mx), mestrando em Desenvolvimento Econômico e Cooperação Internacional na Benemérita Universidad Autónoma de Puebla (BUAP). O documento é resultado do projeto de pesquisa “Avaliação e fortalecimento das políticas culturais de base comunitária no Espaço Ibero-americano” e busca servir como ferramenta para governos locais com interesse em fazer uma revisão de suas ações e construir uma agenda participativa, colaborativa e intersetorial.

 

Mudanças de paradigma

No começo da tarde, Andrés Gribnicow, secretário de Cultura e Criatividade da Secretaria de Cultura da Argentina, comentou a importância de fortalecer os espaços da sociedade civil organizada, “que são os que realmente estão muito próximos das pessoas” e atendem as problemáticas daqueles que vivem nestes territórios do ponto de vista da cultura.

“Estamos em um momento de muitas mudanças de paradigma, e estes espaços cumprem um papel fundamental em demandas como, por exemplo, novas perspectivas de gênero, novas abordagens sobre a cultura colaborativa, os fluxos migratórios, a hiperconectividade…Eles chegam muito antes da gente para atender a estas demandas”, observou Gribnicow. “Nos interessa cada vez mais fortalecer esses espaços. Que eles possam ter acesso a financiamento, a um trabalho colaborativo com o Estado, e  possam estar empoderados, para fazer sozinhos este caminho para a sustentabilidade de seus projetos.”

As experiências

Após uma capacitação sobre o sistema de autoavaliação de políticas de cultura comunitária (os/as participantes se distribuíram em grupos de cinco pessoas para fazer os exercícios propostas), o secretário técnico do IberCultura Viva, Emiliano Fuentes Firmani, apresentou algumas das possibilidades que oferece a plataforma Mapa IberCultura Viva, lançada pelo programa em agosto de 2018.

O primeiro dia de atividades terminou com um painel sobre experiências de gestão cultural comunitária participativa. Os expositores foram Gerardo Padilla, coordenador de Inovação e Desenvolvimento Institucional da Direção de Cultura de San Luis Potosí (México); Lucía Mantilla, subgerente de Promoção Cultural e Cidadania da Municipalidade de Lima (Peru); Diego Pigini e Lucrecia Gonzalez, da Direção de Cultura Comunitária da  Municipalidade de Córdoba (Argentina), e Alba Antúnez, diretora do programa Esquinas da Cultura, desenvolvimento pela Intendência de Montevidéu (Uruguai).

 

Dia 2

A segunda jornada do 3º Encontro de Redes começou com um conversatorio sobre políticas culturais de base comunitária na Manzana de las Luces, no centro da cidade de Buenos Aires. Deste encontro participaram ao redor de 80 pessoas, entre representantes governamentais (nacionais e locais) e integrantes de organizações participantes do 4º Congresso Latino-americano de Cultura Viva Comunitária.

“Estes congressos permitem ao Conselho Intergovernamental ter um âmbito de diálogo com a sociedade civil para além do estabelecido por cada um dos representantes institucionais em seu próprio país”, comentou Diego Benhabib, justificando a realização deste segundo encontro de governos locais num Congresso Latino-americano de CVC (o primeiro se deu em Quito, em 2017) e também a intenção do programa de buscar espaços de escuta/roda de conversa com as organizações nas cidades onde se realizam as reuniões do Conselho Intergovernamental.

Agenda comum

De volta à Casa Victoria Ocampo, os participantes do 3º Encontro de Redes deram início à roda de conversa “Por uma rede de cidades e governos locais para a cultura comunitária” e buscaram estabelecer uma agenda e algumas ações para o GT de governos locais promover este ano, em articulação com o programa IberCultura Viva.

Conforme determinado pelo Conselho Intergovernamental, duas ações são necessárias para validar a integração à rede: uma solicitação assinada pela autoridade do governo local e um plano de trabalho com ao menos duas atividades de articulação. Para que esta rede avance, o grupo de trabalho de governos locais – que começou com 11 integrantes (10 municípios e uma província) e agora conta com mais oito municípios – deve propor projetos para desenvolver em vinculação com o programa. Propõe-se, também, aproveitar estes espaços como instâncias de reflexão, para gerar alguns consensos e relatos comuns sobre o que são as políticas culturais de base comunitária e poder melhorar estas políticas em seus territórios.

“Há distintas linhas de trabalho que podemos seguir aprofundando em função de pensar o substantivo”, destacou Benhabib. “Podemos, por exemplo, armar um próximo encontro que se encarregue de reflexionar sobre o que é o comunitário, o que é a política de base comunitária, quais são as ferramentas, e que não estejam presentes apenas os representantes dos governos locais, mas sim as vozes dos protagonistas das políticas, daqueles que cogestionam os espaços comunitários.”

 

Duas instâncias

Como esclareceu Emiliano Fuentes Firmani, os governos locais não têm que fazer aportes monetários ao fundo IberCultura Viva para participar da rede. Os países membros são os que contribuem com uma cota anual – e este fundo está destinado ao trabalho comum, ao desenvolvimento de iniciativas como editais, concursos, bolsas, etc. No caso do governos locais, a contribuição se dará por meio de ações de articulação.

“IberCultura Viva é um programa de governos centrais que propõe como linha de ação a articulação com governos locais, que são as instâncias do poder público que articulam com o sujeito principal com que se trabalha”, explicou o secretário técnico. “A forma com que encontramos foi articular um grupo de trabalho primeiro e uma rede depois. (…) A rede já existe, se constituiu com alguns governos locais e começou a funcionar. Isso, no entanto, não inibe a existência do GT. São duas instâncias de um mesmo processo.”

Ainda que a rede já esteja formalizada para começar a estruturar suas atividades de articulação, o GT seguirá aberto, ocupando-se de informar aqueles que não conhecem a  iniciativa e de acompanhar os processos para as adesões, entre outras coisas. As comissões de trabalho são do âmbito do GT, e a partir de agora vão receber novas funções a fim de direcionar as ações para o fortalecimento da rede que está se constituindo.

 

Os acordos

Ao fim das duas jornadas, foi proposta a reorganização das comissões de trabalho em “Comissão de comunicação e publicações” e “Comissão de fortalecimento e organização”. A primeira terá como missão trabalhar na elaboração de um documento comum sobre o que são as políticas culturais comunitárias, incluindo a sistematização de saberes e boas práticas dentro do Banco de Saberes IberCultura Viva, para promover o intercâmbio. Também deverá elaborar um selo IberCultura Viva que sirva para a visibilidade da rede, e construir um documento com perguntas frequentes para dar a outros governos locais a informação necessária na hora de definir sua participação na rede.

A Comissão de Fortalecimento e Organização, por sua vez, estará encarregada de: 1) estabelecer a agenda de trabalho e articulação de ações com os governos locais já aderidos à rede; 2) sistematizar as ações que já estão planejadas e unificar agendas dos programas existentes; 3) criar uma estratégia que permita difundir ferramentas que melhorem as práticas de políticas culturais comunitárias nos diversos territórios; 4) estabelecer um mecanismo de trabalho que permita a realização de encontros virtuais e presenciais para o grupo de trabalho; e 5) planejar a realização de um encontro para a discussão de temas substantivos ou transversais relacionados à implementação das políticas culturais de base comunitária.

 

 

Confira os vídeos da transmissão ao vivo: https://www.facebook.com/pg/iberculturaviva/videos/

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23

May
2019

EmNotícias

PorIberCultura

Cultura comunitária e gênero: algumas propostas para começar a aplicar nos congressos e nas organizações

Em23, May 2019 | EmNotícias | PorIberCultura

Na última quinta-feira, 16 de maio, em San Martín (Buenos Aires, Argentina), a programação do 4º Congresso Latino-americano de Cultura Viva Comunitária apresentou a Oficina de Cultura Comunitária e Gênero. A atividade, facilitada pela coletiva feminista Conurbanas, foi uma das atividades propostas pelo programa IberCultura Viva para o evento, dirigida às/aos congressistas e o público em geral.

A oficina, que foi articulada com o círculo da palavra “Feminismos, Gêneros e Diversidade”, teve como objetivos oferecer ferramentas para analisar a situação de equidade de gênero nas organizações culturais comunitárias; destacar as condições de equidade de gênero nas organizações presentes, e produzir recomendações para a incorporação da perspectiva integral de gênero nas políticas culturais de base comunitária.

O círculo “Feminismos, Gêneros e Diversidade” foi realizado ao longo do congresso-caravana que passou por Mendoza, Córdoba, Entre Ríos e Buenos Aires, com mais de 60 pessoas em todas as sedes. Nestas sessões, se buscou elaborar acordos, propostas e urgências que sirvam de base para começar a dialogar no próximo congresso e que se apliquem não apenas no evento, mas também nas organizações culturais comunitárias.

As propostas se agruparam em torno de três eixos: formação, comunicação e políticas públicas. Uma das ideias foi a criação de escolas comunitárias feministas, de gênero e diversidade, e de governabilidade, que trabalhem de forma virtual e presencial no congresso. Também se propôs que todos os círculos da palavra tenham perspectiva de gênero e feminista, que haja transversalidade e que envolvam organizações LGBT nos espaços artísticos e de expressão.

Além disso, foi discutido o compromisso dos países em gerar convênios ou acordos com espaços acadêmicos para criar políticas públicas relativas a questões de gênero e inclusão das minorias, e a proposição de estratégias para promover a representação de companheiras feministas e/ou do coletivo LGBT dentro do planejamento geral do congresso em todos os países.  

 

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22

May
2019

EmNotícias

PorIberCultura

Foram divulgados os resultados da convocatória Cultura de Bairro, da Municipalidade de Córdoba

Em22, May 2019 | EmNotícias | PorIberCultura

A Municipalidade de Córdoba, na Argentina, anunciou nesta quarta-feira (22/05) os resultados da 5ª edição do programa Cultura de Bairro. Dos 24 projetos beneficiados, dois são de jovens produtores culturais comunitários que completaram o curso de formação ministrado pelo município.

Organizado mediante uma convocatória aberta e pública (encerrada em 10 de maio), Cultura de Barrio é um programa de cultura comunitária que tem como objetivo central fortalecer projetos culturais impulsados por organizações de base que promovam o acesso à cultura, à participação cidadã e o trabalho em rede para a resolução da complexidade de problemas enfrentados pelos territórios.

Esta quinta edição da convocatória foi dirigida a organizações e instituições da cidade de Córdoba com base territorial, para que apresentassem projetos culturais a serem desenvolvidos em seu território durante o ano em curso, de maneira gratuita para os vizinhos.

Os projetos selecionados receberão $35.000 pesos argentinos cada. São eles (sem ordem de mérito):

 

  1. “Activando contra la violencia” Bº Villa Boedo,
    Organización: Mujeres Activando. Responsable: Jesica Noemí González
  2. “Construcción de Narrativas Audiovisuales Colectivas con perspectiva de Género” B° Los Naranjos. Organización: Cooperativa de Trabajo Caleidoscopio Ltda. Responsable: Mariana Carmona Torregrosa
  3. “En la Memoria de les Niñes”. Bº IPV Arguello,
    Organización: Proyecto S. E. Abrapalabra y Escuela Primaria Hugo Leonelli. Responsable: Gloria Graciela Flores
  4. “Creación de la Mesa de G.C. del CIC Cabildo”. B° Cabildo.
    Organización: Espacio de Artistas Locales-Mesa de gestión CIC. Responsable: Nancy Barboza
  5. “Jóvenes Sintonizados”. B° Villa Retiro.
    Organización: Jóvenes en Sintonía. Responsable: Matías Emmanuel Alloatti
  6. “Interculturalidad, Sabores y Saberes Culturales”,  B° Güemes,
    Organización: Grupo de Mujeres Concretando Sueños (mujeres migrantes cordobesas). Responsable: Maria Jose Trigo
  7. “El Bajo Templa Candombe”. B° Bajo Pueyrredon.
    Organización: A.C. Un Nuevo Comienzo C.C El Chapón. Responsable: Fabiana del Valle Sanchez
  8. “La Nelly Editora”. B° Los Bulevares.
    Organización: Asociación Civil Biblioteca Popular Nelly Llorens. Responsable: Maria Laura Dall Amore
  9. “Narrativas Disidentes en la Escuela”. B° Juan Pablo II y Centro.
    Organización: Enfoca- Colectivo de Fotógrafas, Comunicadoras y Diseñadoras. Responsable: Silvia Ayelén Koopmann
  10. “Las Niñas y los Niños de la Julio Cortázar se preguntan a Viva Voz” B° San Vicente.
    Organización: Biblioteca Popular Julio Cortázar y radio Comunitaria La Quinta Pata. Responsable: Gastón Busso
  11. “De Historias y Resistencias de Lxs Wachxs del Tropezón” B° Villa El Tropezón, Villa El Sauce y La Toma. Organización: Lxs Wachxs del Tropezón. Responsable: Ezequiel Elías Castro Kowalski
  12. “Payaseria Comunitaria en Bº San Martin” B° San Martin.
    Organización: Las Napias Encuentro de Mujeres Payasas. Responsable: Alejandra del Valle Toledo
  13. “Taller de Iniciación Musical y Ejecución de Instrumentos”. B° Zepa B.
    Organización: Comedor El Polito con El Encuentro de Organizaciones .Responsable: Tobares Raquel Mirta
  14. “Serigrafiando Ando” B° Márquez Anexo y Alrededores.
    Organización: Mesa de Niñez del Márquez Anexo. Responsable: Guadalupe Peralta Porcel
  15. “Pachamama, Madre Tierra. Otro Modo de Encontrarnos” B° Villa 9 de Julio.
    Organización: Red Villa 9 de Julio. Responsable: Lidia Roxana Murúa Martínez
  16. “La Favela Donde los Niños y las Niñas Intercambian saberes” B° La Favela.
    Organización: Favelita. Responsable: Camila Berlaffa.
  17. “Nuestro Grito de Carnaval” B° Los Cortaderos.
    Organización: Murga Poderoso carnaval. Responsable: Diego Elías Chab
  18. “Acuerparse- Taller de Exploración y Memoria del Movimiento Destinado a la Población Trans de Córdoba Capital, Bº Centro, Transversal.
    Organización: Danza Munata en Asociación con Ser Trans. Responsable: Sánchez, Agustina Gabriela
  19. “Cuerpas en Movimiento” Bº Villa El Sauce y El Tropezón. Organización: Fundación La Morera, Centro de Salud 99 Bº Los Robles. Responsable: Natalia Marucco
  20. “Las Voces del Barrio” Bº Villa Bustos. Organización: La Minga. Responsable: Jazmín Iphar
  21. “Entramándonos por el derecho a la Belleza” Bº Márquez Anexo.
    Organización: Grupo de Mujeres “Encuentro de lilas, mujeres en libertad”, Mesa de Gestión y Red de Mediadores Literarios VaiVen.  Responsable: Claudia Elizabeth Cedrón
  22. “Ludobiblioteca andariega” Bº Villa El Tropezón.
    Organización: Red del Tropezón y el Sauce: “Remando entre barrios” Responsable: María Sol del  Agua
  23. “Mototeca biblioteca barrial móvil” Bº Rivera Indarte.
    Organización: Centro Vecinal de Villa Rivera Indarte. Responsable: Ana Gabriela Sans
  24. “Revista barrial La Vox de l@s chic@s de Cabildo. Bº Cabildo.
    Organización: Sedronar, Centro de Salud 97 y Centro de Acceso a la Justicia-Mesa de Gestión del C.I.C. Cabildo. Responsable: Agustina Gabriela Manzur.

 

Saiba mais: https://bit.ly/2YG0pub.

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18

May
2019

EmNotícias

PorIberCultura

Representantes de governos e organizações participam de encontro em Buenos Aires

Em18, May 2019 | EmNotícias | PorIberCultura

Cerca de 80 pessoas estiveram presentes no Conversatorio sobre Políticas Culturais de Base Comunitária e Cultura Viva Comunitária, realizado na manhã de sexta-feira (17/05) na Manzana de las Luces, no centro da cidade de Buenos Aires (Argentina). O encontro reuniu representantes do Conselho Intergovernamental IberCultura Viva, representantes de governos locais que participavam do 3º Encontro de Redes, e representantes de organizações e coletivos que participavam do 4º Congresso Latino-americano de Cultura Viva Comunitária.

O encontro começou com as palavras de boas-vindas da presidência do IberCultura Viva, representada por Diego Benhabib, coordenador de Puntos de Cultura de Argentina, que parabenizou organizadores e congressistas do 4º Congresso Latino-americano de CVC e ressaltou a forma como o programa vem trabalhando no fortalecimento da articulação em rede e no fomento da participação social, organizando espaços de escuta/rodas de conversa com organizações da sociedade civil nas cidades onde se realizam as reuniões do Conselho Intergovernamental.

Darío Quiroga e Paloma Carpio falaram sobre o círculo “Legislação e políticas públicas em cvc”

Depois das saudações dos 11 representantes governamentais, que relataram os processos realizados em matéria de políticas culturais comunitárias em seus países, e da representante da Secretaria Geral Ibero-americana, dois participantes do 4º Congresso Latino-americano de Cultura Viva Comunitária, Paloma Carpio (Peru) e Darío Quiroga (Chile), falaram do trabalho desenvolvido ao longo da semana nas quatro sessões do círculo da palavra “Legislação e políticas públicas em cultura viva comunitária”.

Darío Quiroga ressaltou as duas características centrais da metodologia de trabalho (ser participativo e trabalhar em função de iniciativas concretas) e elogiou o funcionamento do congresso anterior, em Quito (Equador), em novembro de 2017, quando a equipe reunida no círculo “Legislação e políticas comunitárias” elaborou uma “bateria conceitual” sintetizada em 14 pontos. Ratificado pelos participantes do círculo do 4º Congresso Latino-americano de CVC, este documento segue sendo referência, um marco conceitual a partir do qual entender o trabalho de incidência em políticas públicas e em legislação a favor da cultura viva comunitária.

“Como movimento, nós temos vocação de poder; (queremos) não apenas ser comparsas de políticas públicas, e sim incidir como protagonistas destas políticas. Queremos participar do poder para transformá-lo, para transformar as lógicas a partir das quais efetivamente o Estado, as distintas instâncias públicas, trabalha com a comunidade. Isso está no coração do movimento continental desde seu início”, destacou Quiroga, lembrando que o primeiro chamado do movimento de CVC, desde o congresso de La Paz (2013), foi o piso mínimo de 0,1% dos orçamentos nacionais para a cultura comunitária.

Paloma Carpio, por sua vez, comentou que o fato de existir o programa IberCultura Viva, e também espaços como este conversatorio, “é uma conquista da capacidade de diálogo que se tem desde as organizações e desde o Estado”, e também da disposição de criar pontes, de transitar entre estes âmbitos, uma vez que alguns dos que estão de um lado da mesa já estiveram do outro lado, e vice-versa. “Consideramos uma conquista que haja continuidade nos espaços de trabalho”, afirmou.

Os 14 pontos

Levando em conta que as políticas de cultura viva comunitária “não são programas exclusivamente, e sim uma orientação civilizatória”, Paloma leu os 14 pontos do documento elaborado pelo grupo de trabalho formado em Quito. Lembrou que são políticas que buscam incidir nos orçamentos; que se caracterizam pela participação cidadã; que respeitam a autonomia das organizações; que respeitam as diversas espiritualidades e crenças; que respeitam o bem viver, os direitos da pachamama, o patrimônio material, imaterial e comunitário dos povos originários.

Lembrou, ainda, que estas políticas são descentralizadas e incidem no fortalecimento territorial e identitário; valorizam e promovem a diversidade, a interculturalidade, e garantem os direitos das populações historicamente excluídas; promovem o livre intercâmbio e a circulação artístico-cultural, garantindo também o trânsito livre de bens, saberes e serviços culturais; promovem uma cultura de paz com justiça e equidade social; promovem o intercâmbio e a geração de circuitos produtivos de economias solidárias. São políticas com arraigo e repercussão nas comunidades, e que não estão  enfocadas somente nas disciplinas artístico-culturais, e sim no impacto na melhora da qualidade de vida das pessoas.

“Estes foram os aportes em nível conceitual, nos conteúdos das políticas. Tomando isso como algo já validado no círculo aqui na Argentina, nos propusemos a pensar melhor nos ‘comos’. Porque uma coisa é o que se declara em termos de intenção do que deve conter a política, e outra são os processos que levam a esta conquista”, comentou Paloma.

 

As iniciativas

Nestas jornadas para imaginar os ‘comos’, buscando entender os processos de cada território na conquista da política e aprender com as experiências, o grupo que participou deste círculo no 4º Congresso chegou a 10 iniciativas específicas. Darío Quiroga citou três delas, a começar pela criação de um informe anual sobre a situação de incidência da cultura viva comunitária nos governos.

“A ideia é que seja um informe simples, que possa servir a qualquer um dos companheiros que fazem parte das organizações”, destacou. “Este informe nos permitirá ver, ano a ano, os avanços e os retrocessos em termos de legislação, de programas, de políticas públicas e de orçamentos em nível de governos, e quando for pertinente em níveis estaduais, provinciais ou de governos locais.”

A segunda iniciativa é a criação da Editora Digital Iván Nogales Bazán, que será a instância de difusão das ideias da cultura viva comunitária. A intenção é que sejam criados alguns textos, e reeditados outros, que ali se sistematize distintos conhecimentos e saberes, com formato amistoso, para que cada texto seja facilmente replicável e acessado via telefones celulares e tablets. A terceira iniciativa é que esta editora e toda a produção destes círculos sejam comunicadas em espanhol e português.

Ao referir-se ao ator e diretor boliviano, fundador do Teatro Trono-Fundación Compa que morreu em março e dá nome à editora, Quiroga disse que ele havia estado permanentemente neste congresso-caravana. “Não quero colocá-lo numa estátua de bronze, mas Iván Nogales é um de nossos pais e também um de nossos filhos, porque seguiremos construindo iniciativas para ensinar aos Iváns do futuro como se pode trabalhar, avançar e articular o tecido popular comunitário”, afirmou.

 

A carta

Depois de alguns comentários dos congressistas sobre temas variados (uma brasileira propôs que o evento se chamasse “congresso mestiço americano” em vez de latino-americano, outra falou em “congresso afro-ameríndio”), a argentina María Emília de la Iglesia (Cooperativa La Comunitaria) leu uma carta-manifesto dirigida ao programa IberCultura Viva e aos representantes de governos locais e nacionais, assinada por integrantes de organizações de 16 países presentes no 4º Congresso Latino-americano de CVC.

O texto ressaltava que a cultura viva comunitária “é um movimento de base popular autônomo, que surge das expressões próprias dos povos e comunidades organizadas para uma vida digna e o bem viver”, e que a partir de sua incidência se impulsionou o nascimento deste programa de governos, “sempre considerando que a cultura viva comunitária existe ancestralmente e resiste em nossos territórios”.

Nesta carta, as organizações participantes do congresso solicitavam que o programa IberCultura Viva, assim como os programas que vêm surgindo em diversos países, assumissem o desejo de fortalecer os processos orgânicos de participação nas ações planejadas em relação à cultura viva comunitária. Além das linhas de apoio a encontros com mecanismos includentes e participativos, foram propostas mesas de trabalho semestrais, com participação de representantes do movimento de cultura viva comunitária, para planejar, integrar e avaliar as políticas públicas implementadas.

Ao final, Diego Benhabib destacou as linhas que o programa vem desenvolvendo para o apoio à organização das redes de cultura comunitária, como os editais de mobilidade lançados desde o 2º Congresso Latino-americano de CVC, de El Salvador (2015), ou os editais de apoio a redes, que permitiram a participação de 33 representantes de organizações dos países integrantes do programa. Também colocou à disposição as ferramentas do IberCultura Viva para ajudar nos processos de sistematização que se propõem realizar, reiterando a predisposição do Conselho Intergovernamental para reunir-se com as organizações dos países onde se realizam as reuniões.  

O Conversatorio sobre Políticas Culturais de Base Comunitária e Cultura Viva Comunitária foi uma das atividades promovidas pelo IberCultura Viva em Buenos Aires durante o 4º Congresso Latino-americano de Cultura Viva Comunitária. O programa também organizou nesta semana uma capacitação sobre a plataforma Mapa IberCultura Viva para funcionários de governos dos países membros, e o 3º Encontro de Redes IberCultura Viva, com a participação de representantes de governos locais. A programação foi encerrada no sábado (18/05) com a realização da 11ª Reunião do Conselho Intergovernamental IberCultura Viva.

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22

Apr
2019

EmNotícias

PorIberCultura

Está aberta a convocatória do Programa Cultura de Bairro 2019, da Municipalidade de Córdoba

Em22, Apr 2019 | EmNotícias | PorIberCultura

No dia 30 de abril termina o prazo de inscrições da 5ª edição do Programa Cultura de Bairro, desenvolvido pela Municipalidade de Córdoba (Argentina). O objetivo central deste programa é fortalecer projetos culturais realizados por organizações de base que promovam o acesso à cultura, a participação cidadã e o trabalho em rede para a resolução da complexidade de problemas atravessados pelos territórios.

A convocatória está dirigida a organizações e instituições da cidade de Córdoba com base territorial, para que apresentem projetos culturais a serem desenvolvidos em seu território durante o ano de 2019, de maneira gratuita para os vizinhos. Os projetos deverão ser apresentados por uma organização de três ou mais pessoas, que tenham um trabalho comprovável como tal dentro do território.

Poderão participar organizações de todos os tipos, com ou sem pessoa jurídica, como centros de vizinhos, centros culturais, bibliotecas populares, clubes esportivos e sociais, rádios comunitárias, entre outras. Uma pessoa responsável pela organização deverá participar das quatro reuniões obrigatórias do programa.

Para a seleção das propostas apresentadas, será convocada uma comissão especial, que selecionará um máximo de 24 projetos, que serão beneficiados com $35.000 pesos argentinos cada. Quatro dos projetos beneficiados deverão ser apresentados por jovens que completaram o Curso de Promotores Culturais Comunitários edição 2017/18.

A Comissão de Seleção valorizará o trabalho das organizações em zonas de maior complexidade para o exercício do direito à cultura, o trabalho em rede e – no caso das organizações que tenham sido beneficiadas em edições anteriores – que tenham cumprido com os informes e/ou as instâncias de avaliação propostas pela direção.

Os itens solicitados e o formato de apresentação do projetos culturais estão disponíveis no regulamento. A publicação dos ganhadores está prevista para 15 de maio, e a realização dos projetos, entre junho e novembro de 2019. Consultas pelo e-mail proyectos.culturacomunitaria@gmail.com.

 

Saiba mais: https://bit.ly/2PqXwdl

 

Formulario orientativo Cultura de Barrio 2019

 

Fotos: CulturaMuniCba

 

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08

Apr
2019

EmEDITAIS
Notícias

PorIberCultura

Rumo à Argentina: 33 pessoas foram selecionadas no Edital de Mobilidade 2019

Em08, Apr 2019 | EmEDITAIS, Notícias | PorIberCultura

Representantes de organizações culturais comunitárias de todos os países membros de IberCultura Viva vão participar da caravana do 4º Congresso Latino-americano de Cultura Viva Comunitária, que se realizará na Argentina de 10 a 18 de maio. A lista de pessoas ganhadoras do Edital IberCultura Viva de Mobilidade 2019 foi publicada nesta segunda-feira, 8 de abril. Elas vão receber do programa as passagens aéreas, um seguro de viagem e a taxa de inscrição do evento.

Do total de 75 inscrições do edital, foram selecionadas 33 candidaturas. Peru, que havia sido o país com o maior número de postulações habilitadas (15), foi também o país com o maior número de ganhadores (5). Brasil, Chile e Costa Rica tiveram 4 pessoas selecionadas cada. México e Guatemala, 3 cada; Equador, El Salvador, Espanha e Uruguai, 2 cada; Cuba (país convidado) e Argentina, 1.

Próximos passos

As pessoas selecionadas receberão nos próximos dias um e-mail com o boleto de viagem e um seguro. A saída será no dia 9 de maio a partir da cidade com aeroporto internacional mais próxima da cidade de origem até a cidade de Mendoza, e o regresso partindo da cidade de Buenos Aires, em 18 de maio.

Além disso, receberão o contato da pessoa responsável pela organização do congresso a quem poderão fazer consultas sobre a caravana, que passará por Mendoza (Mendoza), San Francisco (Córdoba), Paraná (Entre Ríos), San Martín e Hurlingham (Buenos Aires) e a Cidade Autônoma de Buenos Aires.

O programa IberCultura Viva pagará a inscrição na categoria “B”, que segundo os organizadores do 4º Congresso Latino-americano de CVC inclui hospedagem, comidas e traslados internos. (O programa, no entanto, não se responsabilizará por estes serviços que devem ser prestados pela organização do congresso.)

Caso a pessoa selecionada desista da ajuda do programa, deverá notificá-lo antes de 15 de abril de 2019. Caso contrário, terá que devolver os recursos investidos na compra das passagens, não podendo participar dos editais do programa nos próximos dois anos ou até que tal recurso tenha sido restituído. A penalidade será extensiva à organização cultural comunitária e/ou povo indígena representado.

O edital

O valor total destinado ao Edital IberCultura Viva de Mobilidade 2019 é de US$ 35 mil. As inscrições estiveram abertas na plataforma Mapa IberCultura Viva entre 20 de fevereiro e 15 de março de 2019. A lista de candidaturas habilitadas foi anunciada em 22 de março, e o prazo para apresentar recursos foi encerrado em 25 de março.  

Entre os critérios levados em conta na avaliação das candidaturas estavam a trajetória da organização em ações culturais comunitárias, a experiência em processos de articulação de redes comunitárias, e o perfil da pessoa candidata. Ao menos 50% das pessoas selecionadas deveriam ser mulheres. As pessoas candidatas pertencentes a povos indígenas e/ou que se declararam afrodescendentes tiveram dois pontos extras, assim como aquelas que têm entre 18 e 29 anos de idade.

 

Confira a lista de selecionados no edital:

INFORMAÇÃO AOS INTERESSADOS III – ETAPA DE SELEÇÃO – Edital IberCultura Viva de Mobilidade 2019

 

 

Leia também:

Informação aos Interessados II – Etapa de Habilitação – Edital de Mobilidade IberCultura Viva 2019 – Lista definitiva

Informação aos Interessados I – Etapa de Habilitação – Edital de Mobilidade IberCultura Viva 2019

 

Saiba mais sobre o congresso: http://culturavivacomunitaria.com.ar/

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27

Mar
2019

EmDestaque
Notícias

PorIberCultura

Representantes de governos locais se reúnem em maio no 3º Encontro de Redes IberCultura Viva, na Argentina

Em27, Mar 2019 | EmDestaque, Notícias | PorIberCultura

A criação de uma rede de cidades e governos locais que implementem políticas culturais de base comunitária é um dos avanços que devem ser formalizados durante o 3º Encontro de Redes IberCultura Viva, marcado  para os dias 16 e 17 de maio de 2019 na cidade de Buenos Aires (Argentina). O encontro se realizará durante o 4º Congresso Latino-americano de Cultura Viva Comunitária.

Representantes de governos locais que queiram se somar ao Grupo de Trabalho (GT) formado em 2017, ao final do 2º Encontro de Redes IberCultura Viva, em Quito (Equador), devem confirmar sua participação por correio eletrônico, enviando uma mensagem a programa@iberculturaviva.org.

O documento com os parâmetros para a inclusão na Rede IberCultura Viva de Cidades e Governos Locais e o modelo de solicitação de adesão à rede serão enviados pela Unidade Técnica do programa aos participantes do 3º Encontro de Redes.

Programação

Esta segunda reunião do GT de governos locais tem como objetivos a ampliação do grupo e a definição de uma agenda de trabalho intersetorial para 2019/2020. Nesses dois dias do encontro serão realizadas tarefas de formação e se abrirá um espaço de intercâmbio para a constituição da agenda.

As atividades incluem uma capacitação para a implementação do Guia de Autoavaliação em Políticas Culturais Comunitárias, uma capacitação para o uso de ferramentas de medida de impacto de políticas culturais de base comunitária e uma capacitação para o uso da plataforma Mapa IberCultura Viva.

Também será realizada a apresentação da publicação “Puntos de cultura viva comunitaria iberoamericana. Experiencias compartidas” – com experiências apresentadas no 2º Encontro de Redes IberCultura Viva –, editada em parceria com a Secretaria de Cultura e Cidadania da Prefeitura de Medellín (Colômbia).

Participantes do 2º Encontro de Redes em Quito

 

Por que participar

A Rede IberCultura Viva de Cidades e Governos Locais tem como objetivo geral fortalecer e promover o desenvolvimento de políticas culturais de base comunitária em nível local. Entre seus objetivos específicos estão o  fomento de atividades de intercâmbio e cooperação entre redes e organizações culturais comunitárias de diferentes cidades e provìncias, e a articulação das ações desenvolvidas pelo programa IberCultura Viva em nível local.

Os integrantes da rede são representantes de prefeituras, municípios e estados. Os que contam com políticas culturais de base comunitária devem levar adiante pelo menos duas atividades em articulação com o programa IberCultura Viva. Estas atividades podem ser um intercâmbio para o fortalecimento das políticas entre funcionários públicos e técnicos, uma articulação para o banco de saberes de IberEntrelaçando Experiências, um seminário de formação, publicações e produções audiovisuais, entre outras.

Caso o governo local ainda não conte com políticas culturais de base comunitária, deve comprometer-se a desenvolver uma política no transcurso de 12 meses e propor a articulação de ao menos duas atividades com o programa, destinando recursos próprios.

Os governos locais que decidirem aderir a esta rede estarão participando de um espaço de cooperação para o desenvolvimento de políticas culturais de base comunitária, e devem implementar um espaço de participação e diálogo com a sociedade civil em nível local.

Além da visibilidade internacional de suas políticas, atividades e convocatórias, terão como benefícios o assessoramento para a realização de processos de análise e autoavaliação das políticas culturais de base comunitária desenvolvidas; uma agenda conjunta de trabalho que reforce as principais atividades de cada governo local; a participação em encontros de debate e intercâmbio entre governos locais do Espaço Ibero-americano, entre outras ações de cooperação.

Reunião anterior

Um “primeiro acordo” de constituição da Rede IberCultura Viva de Cidades e Governos Locais se deu durante o 2º Encontro de Redes IberCultura Viva, realizado na sede do Ministério de Cultura e Patrimônio de Equador, nos dias 22 e 23 de novembro de 2017, durante o  3º Congresso Latino-americano de Cultura Viva Comunitária.

Uma província e 11 municípios estiveram representados em Quito. Participaram do encontro funcionários dos governos da província de Entre Ríos e das municipalidades de Córdoba e Devoto, Argentina; da Prefeitura de Niterói, Brasil; da Alcaldía de Medellín, Colômbia; do Ayuntamiento de Zapopan e município de Cherán, México; do município de Ibarra, Ecuador; das intendências de Canelones e Montevidéu, Uruguai, e das municipalidades La Molina e Metropolitana de Lima, Peru.

Além deles, a reunião contou com a presença do Conselho Intergovernamental IberCultura Viva e de representantes de organizações culturais comunitárias de México, Peru, Guatemala e Costa Rica que tiveram incidência no desenvolvimento de políticas públicas em nível local.

Para o encontro de maio em Buenos Aires, também está prevista a participação de representantes dos governos dos países membros do IberCultura Viva (que estarão realizando a 1ª Reunião do Conselho Intergovernamental) e de representantes do 4º Congresso Latino-americano de Cultura Viva Comunitária.

De volta à Argentina

Esta será a segunda vez que o programa realiza um encontro de redes em Buenos Aires. O 1° Encontro de Redes IberCultura Viva foi promovido de  30 de novembro a 2 de dezembro de 2016 no Centro Cultural San Martín, na capital argentina. Três grupos de trabalho foram formados por pesquisadores, representantes de governos e organizações sociais que desenvolvem políticas culturais de base comunitária em 17 países ibero-americanos.

Durante três dias, os participantes se distribuíram nas seguintes mesas temáticas: “Participação social e cooperação cultural”, “Legislação para as políticas culturais de base comunitária” e “Formação em políticas culturais de base comunitária e construção de mapas e indicadores”. As atividades se realizaram de maneira simultânea às exposições, rodas de conversa e fóruns do 3º Encontro Nacional de Pontos de Cultura de Argentina.

Desta vez, a programação do 3º Encontro de Redes IberCultura Viva se realizará paralelamente ao 4º Congresso Latino-americano de CVC, organizado pela Rede de Cultura Viva Comunitária da Argentina. O evento será forma de caravana, de 10 a 18 de maio, partindo da cidade de Mendoza e chegando à cidade de Buenos Aires, com paradas nas provincias de Córdoba e Entre Ríos.

 

Uma das mesas do 1º Encontro de Redes: “Participação social e cooperação cultural”

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22

Mar
2019

EmEDITAIS
Notícias

PorIberCultura

Rumo à Argentina: 67 candidaturas foram habilitadas no Edital de Mobilidade 2019

Em22, Mar 2019 | EmEDITAIS, Notícias | PorIberCultura

Representantes de organizações culturais comunitárias de todos os países membros de IberCultura Viva se inscreveram no Edital de Mobilidade 2019, que concederá passagens aéreas para participantes do 4º Congresso Latino-americano de Cultura Viva Comunitária, marcado para 10 a 18 de maio na Argentina.

Do total de 75 inscritos, foram habilitadas 67 candidaturas. Peru foi o país com o maior número de postulações habilitadas (15), seguido de Brasil (10), Costa Rica (10), Chile (8), México (7), Guatemala (6),  Argentina (2), Equador (2), El Salvador (2), Espanha (2), Uruguai (2) e Cuba (país convidado, 1).

O prazo para apresentação de recursos terminou na segunda-feira, 25 de março. Oito pessoas tiveram seus recursos aceitos pela Unidade Técnica do IberCultura Viva e seus nomes foram incluídos na lista definitiva de candidaturas habilitadas. Entre os motivos que haviam sido citados para a inabilitação, estavam a falta de arquivos referentes a currículo, cópia de passaporte, certificado de pessoa jurídica ou certificados que acreditassem a participação da pessoa candidata em instâncias de articulação de redes e circuitos de organizações culturais comunitárias.

Também houve problemas com o envio de carta aval, que deveria ser emitida conforme os critérios estipulados por cada país. No caso do Equador, por exemplo, a pessoa postulante deveria estar inscrita e verificada no Registro Único de Artistas e Gestores Culturais (RUAC). No caso do Brasil, os participantes deveriam ser representantes de organizações ou coletivos reconhecidos como Ponto ou Pontão de Cultura pela Secretaria Especial de Cultura do Ministério da Cidadania, e apresentar o certificado de Ponto de Cultura emitido pela plataforma Rede Cultura Viva.

 

Segunda etapa

As pessoas com candidaturas habilitadas passarão para a segunda etapa de avaliação do edital. Nesta terça-feira (26/03), a Unidade Técnica do programa enviará ao Conselho Intergovernamental (formado pelos representantes dos países membros do IberCultura Viva) as postulações habilitadas correspondentes a cada um de seus países e as respectivas fichas de avaliação. A avaliação e a seleção final serão de responsabilidade do Conselho Intergovernamental.

Entre os critérios que serão levados em conta para a avaliação estão a trajetória da organização em ações culturais comunitárias, a experiência em processos de articulação de redes comunitárias, e o perfil da pessoa candidata. Pelo menos 50% das pessoas selecionadas deverão ser mulheres. As pessoas candidatas pertencentes a povos indígenas e/ou que se declarem afrodescendentes terão dois pontos extras, assim como aquelas que tenham entre 18 e 29 anos de idade.

 

O edital

O Edital de Mobilidade tem como objetivo apoiar a participação de representantes de organizações culturais comunitárias e/ou povos indígenas no 4º Congresso Latino-americano de Cultura Viva Comunitária, que se realizará em formato de caravana na Argentina, passando por Mendoza, Córdoba, Entre Ríos e Buenos Aires. As inscrições estiveram abertas na plataforma Mapa IberCultura Viva entre 20 de fevereiro e 15 de março de 2019.

Os ganhadores receberão passagens aéreas, seguro de viagem e a inscrição do congresso. O programa IberCultura Viva não se responsabilizará por hospedagem, traslados internos e alimentação. Essas prestações estarão a cargo dos organizadores da caravana.

O valor total destinado ao edital é de US$ 35 mil. A quantidade de pessoas selecionadas dependerá do valor das passagens aéreas.

 

(* Texto atualizado em 26 de março de 2019)

 

Confira a lista de habilitados e não habilitados do edital:

Informação aos Interessados II – Etapa de Habilitação – Edital de Mobilidade IberCultura Viva 2019 – Lista definitiva

Informação aos Interessados I – Etapa de Habilitação – Edital de Mobilidade IberCultura Viva 2019

 

Saiba mais sobre o congresso: http://culturavivacomunitaria.com.ar/

 

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18

Mar
2019

EmNotícias

PorIberCultura

Encontro sobre bem viver, território e cultura popular reúne representantes de organizações na Argentina

Em18, Mar 2019 | EmNotícias | PorIberCultura

No dia 7 de março foi realizado em José León Suárez (San Martín, Buenos Aires) o “Encontro sobre bem viver, território e cultura popular”. A roda de conversa na Casa UNSAM, uma das 17 propostas ganhadoras do Edital IberCultura Viva de Apoio a Redes e Projetos de Trabalho Colaborativo, contou com a participação de líderes das organizações sociais que integram a Rede Mesa Reconquista.

Entre os expositores estavam Diego Benhabib, coordenador do Programa Pontos de Cultura da Argentina; Alexandre Roig, secretário acadêmico da UNSAM, e Claudia Villamayor, professora e pesquisadora da Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social da Universidade Nacional de La Plata (UNLP) e da Universidade Nacional de Quilmes (UNQ). A moderadora foi Andrea Biscione, vice-diretora da Casa UNSAM.

Diego Benhabib comentou, entre outros temas, a complexidade do conceito de cultura (“definições que às vezes se chocam, às vezes se complementam”) e como a cultura comunitária vem integrando algumas cuestiones – sobretudo da cultura popular – no âmbito das políticas públicas.

“Este movimento social conseguiu legitimar, ou ajudar a legitimação, de um tipo de política pública que implica o reconhecimento do protagonismo da cidadania na produção cultural”, afirmou o coordenador de Pontos de Cultura, também representante da presidência do programa IberCultura Viva.

 

 

Claudia Villamayor ressaltou a importância de pensar na universidade como sede territorial, “cheia de povo”; e dos bairros “cheios de universidade, para outra universidade possível”. A comunicadora trabalha como assessora de estratégias em gestão de políticas de meios de comunicação comunitários, movimentos sociais e organizações.

Alexandre Roig, por sua vez, falou da necessidade de atualizar o ideal extensionista da universidade argentina, “cujos princípios seguem ligados à reforma de 1918”, e onde “infelizmente ainda não conseguimos encontrar a fórmula” para entabular relações mais igualitárias com a comunidade. Porque “se a educação é um direito, então não se deve nada a ninguém”.

Depois das apresentações, a conversa girou em torno de temas como as relações que se estabelecem entre Estado e sociedade civil para a formulação das políticas culturais; a ideia do extensionismo universitário, sua vinculação com o territorial e as valorações que se fazem sobre os saberes populares, entre outros.

Este bate-papo, organizado pela Asociación de Mujeres La Colmena-FM Reconquista, foi uma das atividades do projeto “Fortalecimento da Mesa Reconquista”, apresentado no Edital IberCultura Viva de Apoio a Redes e Projetos de Trabalho Colaborativo 2018. A proposta busca gerar confluência e associatividade das organizações para um maior impacto cultural e social da rede, assim como potenciar sua visibilidade.

 

A rede

A Mesa Reconquista é uma experiência organizativa, propositiva, de ação e reflexão, que reúne diversas organizações sociais e instituições da zona norte do conurbano de Buenos Aires. Criada em 2011, a articulação é formada por associações de bairro, bibliotecas e escolas populares, centros culturais, jardins comunitários, associação de mulheres, rádio comunitária, empresas recuperadas, cooperativas de trabalho, ordens religiosas e igrejas.

Esta multiorganização foi constituída para construir um olhar comum sobre as prioridades da região. É um espaço de encontro e construção coletiva em que se discutem problemáticas e necessidades concretas, se estabelecem prioridades e se desenham possíveis iniciativas para atendê-las.

Participaram da roda de conversa na Casa UNSAM representantes das seguintes organizações: Centro Cultural Crecer de a Poco, La Colmena, Escuela Técnica UNSAM, Teatro Osadía, Articulación Territorial UNSAM, Asociación Puntos de Encuentro, Cine en Movimiento, Bachillerato Popular La Esperanza, Merendero Los Amigos e Centro Comunitario 8 de Mayo.

(Fotos: Articulación Territorial UNSAM)

 

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13

Mar
2019

EmEDITAIS
Notícias

PorIberCultura

Como inscrever-se no Edital de Mobilidade 2019

Em13, Mar 2019 | EmEDITAIS, Notícias | PorIberCultura

O Edital de Mobilidade 2019 foi lançado pelo programa IberCultura Viva em 20 de fevereiro para apoiar a participação de representantes de organizações culturais comunitárias e/ou povos indígenas no 4º Congresso Latino-americano de Cultura Viva Comunitária.

O evento, organizado pela Rede de Cultura Viva Comunitária de Argentina, será realizado em formato de caravana, passando pelas cidades de Mendoza (Mendoza), San Francisco (Córdoba), Paraná (Entre Ríos), San Martín e Hurlingham (Buenos Aires) e a Cidade Autônoma de Buenos Aires entre 10 e 18 de maio de 2019.

O valor total destinado ao Edital de Mobilidade 2019 é de US$ 35 mil, que serão distribuídos para a compra de passagens aéreas, seguros de viagem e taxas de inscrição para as pessoas representantes das organizações ou coletivos selecionadas.

O edital está aberto até a sexta-feira 15 de março, às 18h (horário de Buenos Aires, Argentina), e as postulações se realizam por meio da plataforma Mapa IberCultura Viva: https://mapa.iberculturaviva.org/.

A seguir, apresentamos um guia com as dúvidas mais frequentes e algumas dicas para ajudá-lo a realizar sua inscrição.

 

A quem é dirigido o edital?

O edital é dirigido a representantes de organizações culturais comunitárias (com CNPJ) e/ou povos indígenas dos países membros do Conselho Intergovernamental de IberCultura Viva: Argentina, Brasil, Chile, Costa Rica, Cuba (país convidado), Equador, El Salvador, Espanha, Guatemala, México, Peru e Uruguai.

Cada organização cultural comunitária e/ou povo indígena poderá apresentar uma pessoa candidata, que deverá ser maior de idade e estar em condições de viajar para a Argentina entre 9 e 18 de maio.

 

Sou representante de uma organização/coletivo sem certificado de pessoa jurídica. Posso participar do edital?

Caso não tenha documentação jurídica, a organização ou povo indígena deverá apresentar carta aval do representante do programa IberCultura Viva no país (REPPI). No regulamento do edital há uma lista em anexo com os nomes dos REPPI de cada país membro.

Cada país poderá determinar os critérios pertinentes para a emissão da carta aval. No caso do Brasil, a condição de participação é o reconhecimento da entidade ou coletivo como Ponto de Cultura pela Secretaria Especial de Cultura do Ministério da Cidadania. A carta aval será representada, portanto, pelo certificado de Ponto de Cultura emitido na Plataforma Rede Cultura Viva.

 

Existe alguma restrição para participar do edital?

Não poderão participar organizações que se encontrem inabilitadas ou com prestações de contas pendentes com o programa. Também não poderão ser selecionadas pessoas que tenham sido beneficiadas em mais de uma oportunidade nos editais de mobilidade do IberCultura Viva, à exceção do de 2018, que teve como objetivo apoiar a participação nas Jornadas Preparatórias do 4º Congresso Latino-americano de Cultura Viva Comunitária.

 

Que documentos tenho que completar e/ou enviar?

Além de completar o formulário que se encontra para a inscrição no Mapa IberCultura Viva, informando os dados da pessoa candidata e da organização/coletivo/povo indígena que representará, é necessário anexar o currículo da pessoa candidata, incluindo experiência, trajetória, perfil de ação dentro da organização cultural comunitária ou povo indígena e em outros espaços de ação cultural, experiência em articulação em redes, experiência em planejamento cultural, etc.

Certificados e/ou documentos que acreditem a participação da pessoa candidata em instâncias de articulação de redes e circuitos de organizações culturais comunitárias, como os Congressos Latino-americanos de CVC ou outras iniciativas, deverão ser escaneados e inseridos na plataforma Mapa IberCultura Viva. Poderão ser anexados até seis certificados por pessoa candidata.

 

Como me inscrevo no edital para poder participar do congresso?

Para se inscrever em um edital do IberCultura Viva é necessário registrar-se primeiramente como agente no Mapa IberCultura Viva: https://mapa.iberculturaviva.org/.

Esta plataforma permite o registro de dois tipos de agentes: individual e coletivo. Por agentes individuais compreendemos as pessoas físicas, e por agentes coletivos, as organizações culturais comunitárias, entidades, povos indígenas, coletivos, agrupações e instituições.

No caso do Edital de Mobilidade, é obrigatório registrar o perfil de agente individual (a pessoa física que será responsável pela inscrição) e recomendável o registro de agente coletivo (a organização que a pessoa representa), ainda que não excludente.

Aqui está um manual com instruções de como registrar-se na plataforma: http://iberculturaviva.org/manual/

 

Já participei de outro edital IberCultura Viva por meio desta plataforma. Devo registrar-me outra vez como agente?

Não é necessário. O campo “Registrarse” na página inicial é usado apenas na primeira vez. Nas próximas vezes, você deve clicar “Ingresar” para ter acesso ao seu perfil. (Caso tenha esquecido a senha cadastrada, clique em “Olvidé mi contraseña”). Obs: Na primeira vez, ao fazer o registro, o agente é direcionado automaticamente para o perfil. Depois, será necessário clicar em “Editar” para poder acessar/modificar os dados do cadastro.

 

Uma vez concluído o registro como agente na plataforma, onde encontro o formulário de inscrição do edital?

Quando tiver o perfil de agente registrado, clique em “Editais” (na parte superior da tela do Mapa IBCV) e vá até o arquivo que aparece com o título em português: “Edital de Mobilidade 2019”. (Brasileiros devem inscrever-se neste edital que está em português; o documento em espanhol é para os postulantes dos demais países membros do programa).

Clique no título do edital. Na página seguinte você poderá baixar o regulamento, assim como os anexos que devem ser preenchidos e enviados no ato da inscrição. O formulário aparecerá depois de clicar no título do edital e iniciar a inscrição.

 

Como iniciar a inscrição?

Para iniciar sua inscrição, clique no campo de busca, localize o nome da pessoa física titular do registro (deve ser um agente pessoa física previamente cadastrado) e selecione a opção “Realizar inscrição”, disponível ao lado do campo de busca.

Complete as informações requeridas no formulário de inscrição. A qualquer momento é possível salvar os dados de sua inscrição utilizando o botão “Salvar” no canto superior direito. Feito isso, é possível sair da plataforma e continuar o preenchimento em outro momento (antes do término do período de inscrições).

A proposta será enviada para a participação no edital somente após o preenchimento de todos os campos do formulário e a inclusão de todos os anexos obrigatórios. Revise as informações antes de clicar em “Enviar inscrição”. Após o envio, não será possível editá-la. a plataforma exibirá a tela de confirmação do envio.

 

Quantas pessoas serão selecionadas?

O valor total destinado ao Edital de Mobilidade 2019 é de US$ 35 mil, que serão distribuídos para a compra de passagens aéreas, seguro de viagem e taxa de inscrição para as pessoas representantes das organizações ou coletivos selecionadas. A quantidade de pessoas dependerá do valor das passagens aéreas.

 

Caso eu seja uma das pessoas ganhadoras do edital, o que ganharei?

As pessoas selecionadas neste edital receberão passagens aéreas, seguro de viagem e inscripción. A inscrição inclui hospedagem e traslados entre as cidades sedes, a cargo dos organizadores do congresso. (O programa não se responsabilizará pelos serviços oferecidos pela organização do congresso, como hospedagem, transporte e alimentação.) Para mais informação, comunique-se com os organizadores do congresso: pelo e-mail info@culturavivacomunitaria.net  ou pelo telefone (Whatsapp) +54 9 11 6058-5577.

 

As pessoas selecionadas terão que participar de todas as atividades do congresso?

As pessoas candidatas deverão comprometer-se a participar das atividades programadas para todos os dias do congresso. Caso o IberCultura Viva programe atividades em articulação com o 4º Congresso Latino-americano de Cultura Viva Comunitária, a participação será obrigatória.

Além disso, as pessoas seleccionadas deverão fazer uma prestação de contas num prazo de 30 dias após o regresso. Esta prestação deverá ser enviada por correio eletrônico a rosario@iberculturaviva.org, composta de: a) Informe de execução com indicação das atividades realizadas e resultados obtidos; b) Relatoria, diário de viagem ou matéria/nota de imprensa de pelo menos uma das atividades de que participou; c) Comprovantes de viagem/ tíquetes de embarque.

 

Confira o regulamento: https://bit.ly/2Nhik6b

Inscrições: https://mapa.iberculturaviva.org/oportunidade/66/

Como registrar-se no Mapa ICV: http://iberculturaviva.org/manual/

Saiba mais sobre o congresso: http://culturavivacomunitaria.com.ar/

Consultas:  programa@iberculturaviva.org

 

(Foto: Plataforma Puente Cultura Viva Comunitaria. Encuentro de la Armonía, setembro de 2016, Medellín/Colômbia)

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