18 maio 2026

De 19 a 24 de maio, o IberCultura Viva marca presença na 6ª Teia Nacional de Pontos de Cultura pela Justiça Climática, em Aracruz (ES), somando vozes, experiências e políticas culturais construídas desde os territórios. O programa articula 14 países ibero-americanos – Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Equador, Espanha, México, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Uruguai e o Brasil, que atualmente exerce a presidência por meio do Ministério da Cultura – em torno da cultura viva comunitária, fortalecendo redes de cooperação, memória, participação social e direitos culturais.

Já no primeiro dia do enconctro (19), o Conselho Intergovernamental do IberCultura Viva realiza sua reunião ordinária semestral, dedicada ao balanço das ações em andamento e às perspectivas futuras do programa. Na sequência, a delegação participa do Encontro Cultura Viva Educativa, voltado às experiências de ensino, pesquisa e extensão vinculadas à cultura de base comunitária.

A manhã de 21 de maio começa com a cerimônia oficial de abertura da Teia e o cortejo inaugural, reunindo delegações, mestres e mestras da cultura popular, artistas e comunidades de diferentes territórios. Ao longo do dia, o IberCultura Viva participa do seminário “Cultura Viva Comunitária: uma Escola Latino-americana de Políticas Culturais”. A programação inclui ainda a abertura da exposição “Você já escutou a Terra?”, a inauguração do Território Teia e o lançamento do livro IberCultura Viva +10 anos: integração de base comunitária e direitos culturais.

No dia 22, o programa integra o Encontro Internacional Cultura Infância e Natureza: agir pelo planeta e realiza a reunião da Rede Cultura Infância do IberCultura Viva. A jornada se encerra com participação na Grande Roda da Teia sobre direitos culturais, Bem-Viver e justiça climática.

Encerrando a programação, o IberCultura Viva promove a mostra de curtas-metragens “Tesouros Vivos, Memória e Territórios” e a cerimônia de premiação do concurso internacional audiovisual promovido pelo Programa. Em meio a rodas de conversa, apresentações artísticas e encontros entre povos, a Teia segue como espaço de construção coletiva de futuros comuns – há redes que não se sustentam apenas por acordos institucionais, mas também por escuta, presença e chão compartilhado.

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