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OCC

28

Aug
2020

EmNotícias

PorIberCultura

Programa Red Cultura, do Chile, promove conversas, oficinas e cursos para organizações culturais comunitárias

Em28, Aug 2020 | EmNotícias | PorIberCultura

Entre 4 de setembro e 15 de outubro será realizada uma série de atividades de formação em Gestão Cultural e Sustentabilidade, gratuitas e em formato virtual, promovidas pela Secretaria Regional Ministerial (Seremi) das Culturas, das Artes e do Patrimônio – Região de Tarapacá (Chile), através do programa Red Cultura. As conversas, oficinas e cursos são dirigidos a representantes de organizações culturais comunitárias (OCC) e juntas de vizinhos, gestores e agentes culturais e pessoas interessadas em desenvolvimento cultural do território. 

A conversa “Impacto da cultura no desenvolvimento dos territórios”, com Gerardo Daniel Padilla, dará início às atividades no dia 4 de setembro, às 17h (horário do Chile). Padilla é coordenador de Inovação e Desenvolvimento Institucional na Direção de Cultura de San Luis Potosí (México), onde lidera a iniciativa de cooperação multilateral “Carta da Cidade de San Luis Potosí pelos Direitos Culturais”, ao lado da UNESCO México, assim como a Comissão COVID-19 da Rede de Cidades e Governos Locais de IberCultura Viva.

Na segunda-feira 7 de setembro começará o curso “Sentido e desafios da organização cultural comunitária hoy”. Serão cinco sessões, sempre às 16h (horário do Chile): “Políticas Culturais” (07/09); “Participação Cidadã e Governança” (08/09); “Animação Sociocultural” (10/09); “Comunicação efetiva” (22/09); “Sentido e desafios da Gestão Cultural Comunitária hoje” (24/09). 

 

Inscrições:

Conversa inaugural: https://forms.gle/1Sum8JBrsXqUG6of7

Curso: https://forms.gle/NkkJWcKrByCUZnbA9

Consultas: redcultura.tarapaca@gmail.com

 

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20

Oct
2019

EmNotícias

PorIberCultura

No Chile, 70 pessoas de 9 regiões participam de curso de Gestão Cultural Comunitária

Em20, Oct 2019 | EmNotícias | PorIberCultura

A Secretaria Regional Ministerial das Culturas, das Artes e do Patrimônio da Região de Aysén (Chile) realizou o 2º Encontro de Organizações Culturais Comunitárias, nos dias 16 e 17 de outubro, em Coyhaique, com convidados de oito regiões do país. Durante dois dias de intenso trabalho na Biblioteca Regional de Aysén, profissionais da Faculdade Latino-americana de Ciências Sociais (FLACSO-Argentina) ministraram o Curso de Gestão Cultural Comunitária. 

A diretora da área de Comunicação e Cultura da faculdade, Belén Igarzábal, e o sociólogo Franco Rizzi trabalharam com 70 profissionais das regiões de La Araucanía, Atacama, Magallanes, O’Higgins, Coquimbo, Biobío, Antofagasta, Los Ríos e Aysén. Franco e Belén são os coordenadores acadêmicos do Curso de Pós-graduação Internacional em Políticas Culturais Comunitárias, realizado por FLACSO Argentina em parceria com o programa IberCultura Viva.

Belén Igarzábal considerou “excelente” a atividade, especialmente pelas pessoas que vieram de diferentes regiones, com muita disposição para trabalhar. “Dividimos a jornada em duas partes. Uma primeira, mais expositiva, e uma segunda de trabalho em mesas e em rede. As pessoas estavam muito dispostas a participar, opinar e debater. Criaram projetos muito interessantes em que se viram refletidos o território, a diversidade, a identidade”, comentou a diretora.

A secretária regional ministerial (seremi) de Culturas de Aysén, Margarita Ossa, também se mostrou satisfeita com o resultado do encontro de organizações culturais comunitárias (OCC). “Contamos com a participação de oito regiões, trocando experiências e criando redes. Ademais, temos uma importante participação das agrupações culturais de nossa região”, ressaltou.

Para María Cristina Arteaga, que viajou de La Araucanía para participar do encontro, a atividade foi “muito benéfica”. “Conhecemos outras experiências, distintas atividades culturais que estão fazendo em outras regiões, e aprendemos com muita gente que tinha mais experiência que nós. Isso nos abre a mente para seguir com entusiasmo neste caminho de gestores culturais”, afirmou.

Todos os participantes receberam certificados da FLACSO-Argentina em Gestão Cultural Comunitária, levando a seus currículos novas ferramentas para seguir enriquecendo o trabalho das organizações culturais comunitárias.

Fonte: Ministerio de las Culturas, las Artes y el Patrimonio

 

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11

Oct
2019

EmNotícias

PorIberCultura

Encontro Inter-regional “Cultura e Desenvolvimento Sustentável” se realizará em Iquique, Chile

Em11, Oct 2019 | EmNotícias | PorIberCultura

Nos dias 18 e 19 de outubro, a cidade de Iquique, no norte do Chile, será sede do Encontro Inter-regional “Cultura e Desenvolvimento Sustentável”, organizado pela Secretaria Regional Ministerial (Seremi) das Culturas, das Artes e do Patrimônio de Tarapacá, através do programa Red Cultura.

Entre as atividades programadas se destaca a festa da cultura cidadã que ocorrerá no sábado (19/10), no Paseo Baquedano, onde Organizações Culturais Comunitárias (OCC) de Tarapacá vão expor seus saberes e práticas culturais e realizar pequenas oficinas de tingimento natural de lãs, teatro, danças regionais e degustações de pratos típicos da gastronomia latino-americana.

Participarão do encontro representantes de OCC provenientes das regiões de Arica, Antofagasta, Copiapó, Coquimbo, Maule, Araucanía e Biobío, assim como das comunas de Pica, Huara, Pozo Almonte, Alto Hospicio e Iquique.

 

Rodas de conversas

A primeira jornada será na sexta-feira (18/10), das 9h30 às 14h, no Hotel Gavina Sens, onde serão realizadas conversas sobre temas como “A cultura e os objetivos de desenvolvimento sustentável da agenda 2030”, “O papel da sociedade civil no fortalecimento e difusão da cultura e das artes” e “Avaliação e fortalecimento de políticas culturais de base comunitária no Espaço Ibero-americano”.

A primeira palestra estará a cargo de Maurício Castro Rivas (Chile), assessor cultural da Municipalidade de Concepción, e a segunda, da advogada Monserrat Moya Arrué (Chile), que participou da redação de leis como a Lei de Participação Cidadã (Lei 20.500). A terceira palestra, “Avaliação e fortalecimento de políticas culturais de base comunitária no Espaço Ibero-americano”, será com Rosario Lucesole Cimino (Argentina), consultora de projetos de IberCultura Viva, e Rafael Paredes Salas (México), consultor em desenvolvimento local com enfoque em direitos culturais. 

A participação de Rosario Lucesole e Rafael Paredes no encontro é uma das ações de intercâmbio técnico realizadas no âmbito do programa IberCultura Viva, para o fortalecimento das políticas culturais de base comunitária na região iberoamericana. Paredes apresentará no Chile a “Guia de Autoavaliação de Políticas de Cultura Comunitária”, documento que é resultado de seu projeto de pesquisa de mestrado e que busca servir como ferramenta para governos locais com interesse em fazer uma revisão de suas ações e construir uma agenda participativa, colaborativa e intersetorial.

Às 15h30, no mesmo local, terá início o colóquio inter-regional em que agentes culturais regionais, nacionais e internacionais vão debater, analisar e acordar aspectos que possam ajudar a avançar no desenvolvimento de um planejamento cultural conjunto.

 

Consultas e inscrições: redcultura.tarapaca@gmail   

Fonte: Ministerio de las Culturas, las Artes y el Patrimonio de Chile

 

 

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10

Sep
2019

EmNotícias

PorIberCultura

II Encontro Nacional de Organizações Culturais Comunitárias do Chile: três dias de intercâmbios e reflexões

Em10, Sep 2019 | EmNotícias | PorIberCultura

Em El Molle, comuna de Vicuña (Região de Coquimbo), reuniram-se de 6 a 8 de setembro 110 representantes de Organizações Culturais Comunitárias (OCC) provenientes de todas as províncias do Chile. O II Encontro Nacional foi organizado pelo Ministério das Culturas, das Artes e do Patrimônio, através do programa Red Cultura, cujos funcionários/as encarregados em todo o país também foram convocados.

Este segundo encontro nacional foi um espaço de intercâmbio e reflexão em torno do aporte que as organizações culturais comunitárias vêm realizando em prol do desenvolvimento cultural do país. Durante as extensas jornadas de trabalho setorial, os representantes puderam trocar estratégias de incidência em nível local e regional a partir de suas experiências em cultura comunitária. Junto com isso, discutiram fórmulas de financiamento e autogestão para avançar em seus objetivos. Também houve espaço para dialogar acerca de como o fazer cultural das OCCs se vincula com a política cultural vigente, especialmente no que diz respeito aos conteúdos materializados através do programa Red Cultura.

Francisco Varas, seremi da Região de Coquimbo

O seremi (secretário regional ministerial) de Culturas, Artes e Patrimônio da Região de Coquimbo, Francisco Varas, destacou durante o encontro que as conversas desenvolvidas, relacionadas aos processos culturais nos territórios, serão insumos importantes para as autoridades do ministério, como orientação para “como ir implantando nos territórios e como apoiar para que cada uma das comunas, tanto do país e em especial da Região de Coquimbo, vá se desenvolvendo harmonicamente”.

Varas também ressaltou que “a nova institucionalidade cultural, o ministério, é a melhor oportunidade para seguir construindo uma melhor identidade. São vocês os que constroem a identidade cultural de cada um dos territórios que representam, e é dever do Estado, do governo e dos que estão encabeçando os serviços públicos, poder criar as ferramentas para que possam desenvolver aquilo que necessitam…. Esta nova institucionalidade segue se construindo e fomentando. De uma maneira ou outra, através deste encontro, cada um de vocês aporta um grãozinho de areia”.

 

Conquistas, expectativas e conclusões

Uma conquista importante alcançada durante o encontro foi a formação de uma mesa nacional autônoma de Organizações Culturais Comunitárias, a que se somaram 14 das 16 representações. Essa nova referência de cultura de base comunitária pretende ser uma contraparte frente ao Estado para representar as demandas do setor.

Uma das participantes do encontro foi Manuela Cepeda, representante do Centro Cultural El Cahuín de Molina e da Mesa OCC do Maule, rede que há cerca de quatro anos vem trabalhando de maneira colaborativa, mediante processos de articulação, tratando de incidir em nível local, provincial e regional. “Participamos da elaboração, da implementação e da execução dos planos municipais, do Pladeco. Também trabalhamos com Red Cultura, participando do orçamento do ano… Fazemos três encontros regionais por ano, para nos reconhecermos e mantermos nossos vínculos. Trabalhamos na base da confiança, de maneira horizontal”.

Manuela Cepeda assistiu ao encontro para compartilhar sua experiência em nível nacional, para reconhecer-se e enriquecer-se com seus pares. “Creio que este encontro nacional é uma instância necessária de articulação, porque podemos nos reconhecer e encontrar para discutir coisas que são válidas e são problemáticas, e que correspondem a todos. A cultura comunitária é a base do desenvolvimento dos povos e onde encontramos temáticas que nos unem e afetam a todos. Temos que fazer parte delas e assumir nossos papéis também para defender nosso território e trabalhar neles e a partir deles”.

Mesa nacional autônoma de Organizações Culturais Comunitárias

 

A encarregada nacional do programa Red Cultura, María José Muñoz, comentou que as expectativas que se tinham com este encontro eram altas. “Acredito que se cumpriram, sobretudo a de reunir a maior quantidade de representantes das regiões que têm voz própria, um relato que tem a ver com o trabalho de participação cultural nos territórios, que nos parece importante dialogar, reflexionar e trabalhar em conjunto”.

A respeito das conclusões, María José disse que “efetivamente estamos fazendo um trabalho importante na incidência das organizações como agentes locais no planejamento cultural, e no acompanhamento deste planejamento, que como ministério estamos instalando nos territórios, numa elaboração conjunta. A ideia de democracia cultural está sendo levada a cabo de uma maneira ou outra, em alguns territórios com mais força que em outros, e este diagnóstico também nos permite, através deste encontro que acabamos de ter, reconhecer onde estão as fraquezas e as forças para seguir planejando desde o programa o trabalho com as organizações, e seguir em conjunto esta meta comum que temos, que é o desenvolvimento cultural territorial”.

Como representante do IberCultura Viva, quem participou do encontro foi Tania Quevedo Valencia, servidora do Ministério de Cultura e Patrimônio do Equador, que destacou a importância que teve para seu país o ingresso no programa. “Começamos a participar não só das convocatórias, mas também dos processos de construção de política cultural. Criou-se um intercâmbio técnico, o que nos permitiu construir conceitos de maneira coletiva com as pessoas”. Ela também ressaltou a importância de realizar encontros entre países, regiões e organizações. “Estamos muito contentes que este encontro esteja alcançando resultados maiores do que esperávamos… O contato cara a cara, afetivo, que abraça, discute, debate e constrói, é fundamental para o exercício cidadão”.

 

Um trabalho coletivo voluntário e solidário

No Chile, são chamadas de Organizações Culturais Comunitárias aquelas que realizam ações de caráter coletivo, com sentido artístico e cultural, associadas ao desenvolvimento do território que habitam, articulam e movimentam. Trata-se de um trabalho coletivo voluntário e solidário, preferencialmente com atividades gratuitas em que prevalecem conteúdos associados a diversas práticas artísticas e culturais. As OCCs promovem o desenvolvimento local a partir de estruturas de governança e, com isso, influenciam no investimento público em cultura.

O Departamento de Cidadania Cultural fortalece a participação cultural tanto das pessoas como das organizações formadas por elas, através de distintos dispositivos e programas, como Red Cultura, que fomentam o desenvolvimento cultural local a partir de linhas de trabalho como “Fortalecimento de Organizações Culturais Comunitárias” (convocatórias públicas), os Encontros de Formação Cultural Comunitária e a formação de Mesas Regionais de OCC em todo o país.

 

 

  • Texto publicado originalmente na página web do Ministerio de las Culturas, las Artes y el Patrimonio:  http://bit.ly/2m9KLcF 

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05

Nov
2018

EmNotícias

PorIberCultura

No Chile, Ministério das Culturas anuncia resultados das convocatórias de 2018

Em05, Nov 2018 | EmNotícias | PorIberCultura

O Ministério das Culturas, das Artes e do Patrimônio do Chile, por meio do Programa Red Cultura, anunciou as postulações selecionadas, listas de espera e não selecionadas para as convocatórias 2018 do Fundo de Iniciativas Culturais Comunitárias (FICC) e Fortalecimento da Gestão Cultural Local (FGCL).

Os recursos destinados ao financiamento das iniciativas culturais comunitárias chegam a $ 245.908.762 pesos chilenos. O fundo para o Fortalecimento da Gestão Cultural Local, por sua vez, repartirá $ 456.615.520 pesos chilenos — cifra que, no total, alcançam $ 702.524.282 pesos chilenos.

 

Fundo de Iniciativas Culturais Comunitárias (FICC)

Este ano, o FICC recebeu 352 postulações provenientes de todas as regiões do país, entre as quais a comissão avaliadora selecionou para financiamento 66 iniciativas culturais comunitárias. O objetivo deste fundo é contribuir para o fortalecimento de ações de Organizações Culturais Comunitárias que desenvolvem sua gestão artística e cultural em diversas localidades do território nacional, cujas atividades são um aporte à integração social e ao fortalecimento da identidade e da diversidade cultural.

 

Fortalecimento da Gestão Cultural Local

Para o concurso de Fortalecimento da Gestão Cultural Local, foram apresentadas 189 postulações, resultando beneficiadas 64 municipalidades e infraestruturas culturais com fins públicos. Este apoiará o fortalecimento e programação de atividades artísticas e culturais em todas as regiões do país mediante a formação e programação artística em espaços culturais, assim como a elaboração ou atualização de Planos Municipais de Cultura e  Planos de Gestão. As instituições beneficiadas poderão começar a desenvolver seus projetos durante seis meses a partir de novembro.

Em junho, o Ministério das Culturas anunciou a lista de artistas e coletivos selecionados para Residências de Arte Colaborativo 2018, a outra convocatória do Programa Red Cultura.

 

Confira aqui a resolução n° 1479 com os resultados FICC 2018 e a Ata de Avaliação correspondente.

Confira a lista de selecionados, lista de espera e não selecionados da convocatória, assim como os antecedentes de avaliação da convocatória para o Fortalecimento da Gestão Cultural Local 2018

 

Fonte: Ministerio de las Culturas, las Artes y el Patrimonio de Chile

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14

Aug
2018

EmNotícias

PorIberCultura

No Chile, organizações culturais de Coquimbo trocam experiências em torno da gestão comunitária

Em14, Aug 2018 | EmNotícias | PorIberCultura

Nos dias 11 e 12 de agosto, foi realizado o 2º Encontro de Intercâmbio de Experiências “Hablemos de Gestión Comunitaria”, na Casa das Culturas de Los Vilos, na região de Coquimbo (Chile).

A iniciativa foi organizada pela Secretaria Regional Ministerial (Seremi) das Culturas, das Artes e do Patrimônio e contou com a participação de organizações de Los Vilos, La Serena, Ovalle, Canela, Andacollo, Coquimbo, Salamanca, Río Hurtado e Paihuano.

Durante as duas jornadas, os representantes das organizações culturais comunitárias da região buscaram refletir em torno do fazer comunitário e seu impacto no desenvolvimento dos territórios e no bem-estar de seus habitantes.

Além de trocar experiências acerca de metodologias de trabalho e de intervenção que executam nas localidades onde estão inseridas, delinearam em conjunto as bases para uma proposta de política pública para o setor comunitário, como um eixo transversal no trabalho de todas as instâncias setoriais, tanto nacionais como regionais.

“Este é um rito significativo, já que surge à raiz de um processo de cocriação, em que os cidadãos e o Estado trabalham de maneira conjunta na formulação de uma política para o setor comunitário”, observou a secretária das Culturas, das Artes e do Patrimônio da região de Coquimbo, Isabel Correa.

“Tivemos a participação de organizações das três províncias que intercambiaram experiências e reflexões em torno da gestão comunitária, já que eles são a base para esta mudança de paradigma, como atores relevantes nas transformações sociais”, destacou.

Atualmente, a Secretaria Ministerial das Culturas em Coquimbo trabalha com 14 organizações da região, que em uma mesa de trabalho definem de maneira colaborativa o trabalho a realizar.

Fonte: Ministerio de las Culturas, las Artes y el Patrimonio

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28

Jun
2018

EmNotícias

PorIberCultura

Organizações Culturais Comunitárias do Norte do Chile reúnem-se em Arica

Em28, Jun 2018 | EmNotícias | PorIberCultura

Mais de 60 gestores culturais da Zona Norte do Chile se encontraram na cidade de Arica para participar do Encontro de Organizações Culturais Comunitárias, nos dias 22 e 23 de junho, no Hotel del Valle.

A atividade, organizada pelo programa Red Cultura, da Secretaria Ministerial Regional das Culturas, das Artes e do Patrimônio, teve como objetivo facilitar o encontro e a coordenação entre organizações culturais da Macrozona Norte do Chile, mediante o intercâmbio  de experiências e reflexionando sobre conceitos fundamentais da gestão cultural, como autonomia, protagonismo social, educação, comunidade e povos originários.

Seremi Enrique Urrutia

“É fundamental que os atores culturais do Norte do Chile se conheçam para fortalecer seu trabalho. Este encontro busca formar redes de apoio e fortalecer a cultura gerada por artistas e gestores em distintos espaços e territórios”, ressaltou Enrique Urrutia, secretário regional ministerial (Seremi) das Culturas, das Artes e do Patrimônio.

O Encontro de Organizações Culturais da Macrozona Norte, que reuniu representantes das regiões de Coquimbo, Antofagasta, Arica e Parinacota, contemplou exposições, mesas de trabalho e sistematizações de cada experiência cultural local.

Entre os expositores, destacou-se a presença de Cristian Mayorga, do Coletivo Mandrágora, de Valparaíso; Julio Lorca, da Corporação Arteduca, da Região Metropolitana, e Joe Rodriguez, da Associação Cultural Arpegio, do Peru.

Joe Rodríguez apresentou a experiência da Associação Arpegio no Peru

 

Fonte:  Ministerio de las Culturas, las Artes y el Patrimonio

 

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07

Jun
2018

EmNotícias

PorIberCultura

Encontro Nacional de Organizações Culturais Comunitárias do Chile: um balanço positivo

Em07, Jun 2018 | EmNotícias | PorIberCultura

Representantes de 99 Organizações Culturais Comunitárias (OCCs), voceros de mesas provinciais e regionais do setor, e artistas que trabalham nos territórios de todo o Chile, se reuniram durante três dias em Mantagua, na Região de Valparaíso, para refletir sobre as realidades de seus trabalhos e articular um sistema conjunto e colaborativo que permita estabelecer uma política pública para o setor das OCCs.

O Primeiro Encontro Nacional de Organizações Culturais Comunitárias, organizado pelo Ministério das Culturas, das Artes e do Patrimônio, através do Departamento de Cidadania Cultural, marcou o encerramento de um ciclo, após quatro anos de vinculação com centenas de OCCs, com as quais estreitaram-se os laços a partir das equipes regionais do Programa Red Cultura.

O subsecretário Juan Carlos Silva na abertura do encontro

O subsecretário das Culturas e das Artes, Juan Carlos Silva, agradeceu a presença de todas as pessoas representantes das OCCs “neste importante encontro que nos permite trocar experiências a partir das distintas realidades locais, e saber quais são as necessidades, os problemas e as vantagens que existem nas distintas localidades, regiões ou comunas, e também ver sinergias e oportunidades comuns”.

“É a partir das comunidades que nós, como nova institucionalidade cultural do país, poderemos fazer mais efetivos os planos e programas que desenvolvemos. Nossos planejamentos necessitam estar validados pelas comunidades, e não reduzir-se ao assistencialismo”, disse Silva, convocando as organizações culturais comunitárias a empoderar-se em seus territórios e exigir também dos governos municipais o apoio às ações de arte e cultura, assim como a implementação dos Programas Municipais de Cultura.

 

Balanço do encontro

Ao fazer o balanço deste primeiro encontro em nível nacional, a representante do programa IberCultura Viva, Begoña Ojeda, diretora de Programas Culturais e coordenadora da Área Cidadania Cultural da Direção Nacional de Cultura do Ministério de Educação e Cultura do Uruguai, ressaltou que “foi muito importante participar deste encontro enfocado no fortalecimento das OCCs, porque os valores do IberCultura Viva são, precisamente, promover o fortalecimento das redes, e aqui marcou-se um rito porque começou a articulação de uma rede nacional de organizações, com as tensões necessárias que têm que existir na conformação de redes”. “É muito importante a articulação do Ministério das Culturas com a sociedade civil organizada para poder gerar uma transformação para um melhor viver”, destacou Ojeda.

A maioria dos representantes de OCCs presentes neste primeiro encontro nacional concordou com a necessidade de criar uma rede que lhes permita identificar-se, conhecer-se, trabalhar colaborativamente e influir, unidos, no desenvolvimento da política cultural do país.

 

Durante os três dias do encontro, o trabalho de mesas levantou propostas em matéria de financiamento, legislação e política pública. As OCCs discutiram a necessidade de buscar diversos mecanismos de estímulo e apoio para o trabalho comunitário, analisando, entre outras vias, o financiamento direto e a distribuição equitativa de recursos nas comunidades, levando em conta as características locais; por exemplo, a situação das zonas e regiões extremas.

Pamela Rodríguez

Pamela Rodríguez, do Consejo de Cultura de Puyuhuapi, na Região de Aysén, assegurou que “levamos um grande desafio, um grande peso. Nem tudo tem sido fácil, mas foi um primeiro passo para nos reconhecermos e avançar. É importante que possamos nos unir em rede”. Nicolás Vega, representante de várias organizações culturais em Lota, na Região do Biobío, expressou que “foi muito gratificante participar do espaço de diálogo, construção e retroalimentação da cultura comunitária. Voltamos com conhecimentos metodológicos e muitos desafios para profissionalizar nosso trabalho nos territórios”.

Carolina Carrera

Carolina Carrera, representante da mesa de OCC em Talca, Região do Maule, comentou que chegou a este primeiro encontro “com a esperança de encontrar a energia dos gestores culturais que estão trabalhando nas comunidades”, e volta contente porque viu que há muita vontade de trabalhar unidos e criar redes. Por sua parte, Fernando Puente, da Compañía La Maquinaria, de Graneros, na Região de O’Higgins, disse estar “muito satisfeito e esperançoso”. “Vim com muita disposição e me vou com muitas expectativas do que resultará. Volto para minha comunidade para expor e por em prática o aprendido com tantas experiências”.

Os participantes do Primeiro Encontro Nacional de Organizações Culturais Comunitárias regressaram a seus territórios com vários desafios, entre eles o de repassar às comunidades os temas debatidos e a necessidade de seguir se organizando.

Fonte: Ministério das Culturas, das Artes e do Patrimônio do Chile

(*Texto publicado originalmente no site do programa Red Cultura)

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30

May
2018

EmNotícias

PorIberCultura

Ministério das Culturas, das Artes e do Patrimônio do Chile realiza o 1º Encontro Nacional de Organizações Culturais Comunitárias

Em30, May 2018 | EmNotícias | PorIberCultura

O 1º Encontro Nacional de Organizações Culturais Comunitárias (OCC) do Chile será realizado de 1º a 3 de junho em Mantagua, na Região de Valparaíso. Espera-se a participação de 108 representantes da sociedade civil, pertencentes a OCCs das 54 províncias do Chile (duas pessoas por província).

O objetivo geral deste encontro é fortalecer as alianças entre o Estado e a sociedade civil para a definição de políticas culturais que considerem as contribuições, os requerimentos e os acordos entre (e com) as organizações.

Este será um primeiro exercício para discutir coletivamente a política pública do setor, con mesas de trabalho em que também serão debatidas propostas de legislação e alternativas de financiamento para as OCCs chilenas. A ideia é ter uma proposta coletiva de implementação programática, realizada com a participação de representantes de OCCs e concluída antes da definição orçamentária de 2019, que começa a ser discutida em julho.



Direitos culturais

No programa Rede Cultura, o trabalho com as organizações culturais comunitárias marca um rito, tanto no que diz respeito ao institucional como ao programático. Além de impulsionar um novo tipo de relação com a comunidade, tem ajudado a estabelecer laços que vão além da implementação ou cumprimento de metas. E contribuído para a compreensão do sentido da política pública no território para (e com) a comunidade.

Faz quatro anos que se implementa no Chile um componente que aborda o trabalho, aporte e valor das organizações culturais no território, como colaboradores do dever do Estado em matéria de qualidade de vida das pessoas.

Neste quarto ano, inicia-se um período de instalação conceitual deste âmbito que, embora sempre presente nos programas públicos sobre desenvolvimento cultural territorial, começa a estabelecer níveis de significação com fatores associados à ação “participar” a partir de um enfoque de direitos culturais.

A definição da Política Nacional de Cultura “Cultura e desenvolvimento humano: Direitos e território” corrobora os eixos que o programa Rede Cultura e o componente  estabeleceram como mecanismo de mobilização de suas linhas e ações em particular nas regiões do país.

O 1º Encontro de OCCs da Região Metropolitana do Chile se deu em julho de 2017

Participantes

Além dos 108 representantes da sociedade civil pertencentes a OCCs chilenas, o encontro contará com mais de 30 pessoas das equipes Rede Cultura. Como representante do programa IberCultura Viva estará presente Begoña Ojeda, diretora de Programas Culturais e coordenadora da Área Cidadania Cultural da Direção Nacional de Cultura (DNC) do Ministério de Educação e Cultura do Uruguai.

Begoña Ojeda participará das atividades no dia 1º, compartilhando dados da realidade ibero-americana e uruguaia sobre políticas públicas associadas a Cultura Viva Comunitária (ou OCCs). No Uruguai, há um ano vem-se construindo um programa Pontos de Cultura, e este mês foram anunciadas as primeiras 16 organizações reconhecidas como Pontos de Cultura no país.

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07

Nov
2017

EmNotícias

PorIberCultura

Conselho da Cultura e das Artes do Chile realiza a Primeira Pesquisa Nacional de Organizações Culturais Comunitárias

Em07, Nov 2017 | EmNotícias | PorIberCultura

Com o objetivo de obter informação quantitativa e qualitativa atualizada acerca das organizações territoriais no âmbito da arte e da cultura, o Conselho Nacional da Cultura e das Artes (CNCA) do Chile convida todas as Organizações Culturais Comunitárias (OCC) do país a participar da 1ª Pesquisa Nacional online, que permitirá aperfeiçoar o perfil das organizações para a focalização de recursos e desenho programático.

A iniciativa é desenvolvida pelo CNCA, por meio do Programa Red Cultura, no contexto do Primeiro Estudo Linha Base sobre Organizações Culturais de Base Comunitária, cuja execução ficou a cargo da consultora ASIDES, mediante um processo de licitação pública.

As Organizações Culturais Comunitárias (OCC) realizam iniciativas e ações de caráter coletivo, sentido artístico e/ou cultural, associadas ao desenvolvimento ou impacto no território que habitam. Elas fortalecem a associatividade de seu entorno de maneira livre, autônoma e autogerida, em benefício da integração social.

A pesquisa nacional estará online até 1º de dezembro para todas as organizações que cumpram com alguma das seguintes características:

  • Grupo de pessoas que desenvolvam um trabalho permanente e contínuo, com mais de dois anos ininterruptos realizando ações específicas de caráter coletivo, com sentido artístico e/ou cultural, no espaço público.
  • Organizações – com ou sem personalidade jurídica – que tenham formalizado sua atividade a partir de uma estrutura de responsabilidades e compromissos, e que pertençam a uma comunidade localizada em determinado espaço territorial e geográfico.
  • Agrupações culturais e artísticas que articulem e dinamizem o território onde se inserem, constituídas sob uma lógica de aceitação da diversidade cultural e vocação de transformação territorial através da intervenção em âmbitos políticos locais e movimentos sociais e cidadãos.
  • Organizações que tenham alto reconhecimento social e protagonismo na comunidade,  contando com arraigo comunitário, gregário, familiar e cotidiano.
  • Entidades culturais que desenvolvam preferentemente atividades gratuitas com financiamento majoritário a partir da autogestão.

Além da Pesquisa Nacional online, o Primeiro Estudo Linha Base sobre Organizações Culturais de Base Comunitária considera a realização de oficinas em seis regiões piloto. Estas ações buscam favorecer a criação colectiva de uma política pública para o setor.

Tanto a pesquisa como o resto das ações contempladas no estudo respondem aos objetivos do Programa Red Cultura que enfocam a diminuição das diferenças na oferta comunal para o acesso e a participação da população em arte e cultura.

 

(*Texto publicado originalmente na página web do CNCA )

 

 

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