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21

dez
2020

Em EDITAIS
Notícias

Por IberCultura

Conheça os vídeos selecionados no concurso “Práticas comunitárias: solidariedade e cuidados coletivos”

Em 21, dez 2020 | Em EDITAIS, Notícias | Por IberCultura

Dezesseis vídeos foram selecionados no concurso “Práticas comunitárias: solidariedade e cuidados coletivos”. Catorze deles, inscritos na categoria 3, dirigida a maiores de 18 anos, receberão o prêmio de 500 dólares; os outros dois, ganhadores das categorias 1 e 2, destinada a crianças e adolescentes, receberão tablets como prêmios. O resultado final foi publicado nesta segunda-feira, 21 de dezembro. 

O programa IberCultura Viva lançou este edital com o objetivo de reconhecer, visibilizar e compartilhar as boas práticas de solidariedade e cuidado coletivo realizadas por pessoas e comunidades em suas localidades nestes tempos de Covid-19. A iniciativa contou com a colaboração da Secretaria de Cultura do Governo do México e da Direção de Artes do Ministério de Cultura do Peru. 

As inscrições estiveram abertas na plataforma Mapa IberCultura Viva entre 24 de julho e 30 de outubro. Poderiam se inscrever pessoas dos 11 países integrantes do programa. Segundo o regulamento, os curtas deveriam ter entre 1 e 3 minutos de duração e 

abordar alguns conceitos orientadores, como as perspectivas de gênero, interseccional e intergeracional, e os conceitos de direitos humanos, direitos culturais, desenvolvimento cultural comunitário, autocuidado, cuidado coletivo, vinculação comunitária, sustentabilidade e solidariedade.

Os critérios de avaliação incluíram a relevância do vídeo para o propósito da convocatória, o desenvolvimento de pelo menos um dos conceitos norteadores, habilidades de comunicação e o desempenho técnico correto. A comissão avaliadora utilizou como critério na seleção a distribuição geográfica das propostas, buscando contar com representantes do maior número possível de países participantes (para isso era necessário ter como nota mínima 70 pontos). 

Os dois curtas realizados por crianças e adolescentes são provenientes do México. Os maiores de 18 anos vêm do México, Argentina, Chile, Colômbia, Peru, Equador, Brasil, Costa Rica e El Salvador. Inicialmente seriam premiados 10 vídeos na categoria 3, mas devido à alta qualidade de alguns vídeos apresentados decidiu-se estender a 14 o número total de vídeos ganhadores, somando quatro vídeos que obtiveram mais de 100 pontos na avaliação e que não haviam entrado na lista inicial porque seus países já estavam representados. 

A ampliação do número de premiados foi sugerida pela comissão avaliadora e foi aprovada na reunião do Conselho Intergovernamental que se realizou na sexta-feira passada, 18 de dezembro. Neste encontro virtual também se decidiu ampliar a premiação para o vídeo ganhador da categoria 1, por se tratar de uma criação coletiva apresentada por 11 crianças do México. Em vez de um tablet, como estava previsto inicialmente, o grupo realizador do vídeo receberá três tablets.

A Unidade Técnica do IberCultura Viva entrará em contato com as pessoas representantes das candidaturas selecionadas a fim de realizar os trâmites correspondentes para a entrega dos prêmios.

Confira a ata com o resultado final do concurso:

Informação às interessadas III – Etapa de avaliação – Concurso “Práticas comunitárias: solidariedade e cuidado coletivo”

VÍDEOS SELECIONADOS

Categoria 1 – Crianças entre 6 e 12 anos com um representante maior de 18 anos

Título do vídeo: ¡A cambiar! Agentes de cambio

Nome da pessoa autora e/ou representante da autoria: Ernesto Misael Del Rio Yañez 

País de residência: México

* Descrição do vídeo:

Videoclipe musical que retrata, nas palavras das crianças participantes do FEENL, o que significa ser um agente de mudança. Meninos e meninas transmitem sua mensagem por meio de três histórias contadas no vídeo: guiar os demais para agir de maneira correta, ajudar aqueles que se encontram vulneráveis, denunciar os atos de violência e delinquência, e o cuidado coletivo das áreas compartilhadas por uma comunidade.

Sobre a organização

Fomento a la Educación de Excelencia en Nuevo León A.C. (FEENL) é uma organização sem fins lucrativos que busca melhorar a mobilidade social e romper o círculo de vulnerabilidade em que se encontram crianças de polígonos em situação de risco e atraso social e insegurança.

O trabalho conta com um modelo de orientação e transformação enfocado em três eixos: 1) formar crianças para serem agentes de mudança, 2) fortalecer o entorno familiar dos meninos e meninas, e 3) promover o êxito no desenvolvimento acadêmico das crianças.

Uma vez que as crianças completam seu processo metodológico e contam com os conhecimentos adequados, elas realizam projetos comunitários que contribuem para melhorar a qualidade de seu entorno, incentivar a participação social e o desenvolvimento comunitário.

Categoria 2 –  Adolescentes entre 13 e 17 anos com um representante maior de 18 anos

1.Titulo do vídeo: La batalla

Nome da pessoa autora e/ou representante da autoria: Octavio Alejandro Martinez Sánchez

País de residência: México

* Descrição do vídeo:

La batalla” é um vídeo de animação em que a protagonista agradece ao pessoal de saúde, que combate uma batalha frente à Covid-19, além de convidar as crianças a permanecer em casa para baixar a probabilidade de contágio do vírus.

Categoria 3 – Pessoas maiores de 18 anos

1. Título do vídeo: Hacedoras de calle

Nome da pessoa autora e/ou representante da autoria: Chrystyan Romero Jiménez  

País de residência: México

Descrição do vídeo:

Este documentário, de autoria de Chrystyan Romero Jiménez e Pedro Tadeo Cervantes García (da produtora Video-público), mostra o trabalho de um grupo de mulheres trans que têm se organizado com outras associações para oferecer ajuda, alimentação e roupa às trabalhadoras sexuais, uma das populações mais afetadas pela pandemia de Covid-19.

2. Título do vídeo: Vientos

Nome da pessoa autora e/ou representante da autoria: Maitén Aimé Garompolo

País de residência: Argentina

Descrição do vídeo:

Breve registro do trabalho que as mulheres da Casa Vientos de Libertad realizam na oficina de poesia livre, coordenada pela assistente social Mara Victoria Vanessche desde 2018. A palavra circula, se constrói no encontro com outras e se registra sensivelmente.

A Casa “Vientos de Libertad” nasceu há três anos para acompanhar mulheres e dissidências e suas crianças, em situações de vulnerabilidade e processos diversos. Ali, trabalha-se de maneira integral e comunitária para a construção de projetos de vida includentes, baseados na responsabilidade, no empoderamento para a recuperação dos direitos violados e a solidariedade para o acompanhamento comunitário de diferentes processos e o desenvolvimento de mecanismos de autocuidado e cuidados coletivos. O espaço funciona hoje no antigo Instituto Ángel Torcuato de Alvear, no bairro Los Laureles de Luján, província de Buenos Aires, tomado em 2018 pelas mulheres e dissidências do lar temporário, depois que ficou pequena a primeira sede, cedida pelo Movimento de Trabalhadores Excluídos.

3. Título do vídeo: Bodega Solidaria Marimonjas

Nome da pessoa autora e/ou representante da autoria: Javiera Vilches Suárez 

País de residência: Chile

Descrição do vídeo:

Este trabalho audiovisual apresentado pela coletiva La Concreta une animação e compilação documental para informar de maneira didática e lúdica sobre as práticas comunitárias realizadas por vizinhos e vizinhas pertencentes à Assembleia Territorial Marimonjas (união dos morros Mariposa e Monjas, de Valparaíso, Chile) através de uma bodega solidária. 

Esta iniciativa promovida por mulheres nasceu da atual crise sanitária, com voluntárias e voluntários do setor coletando alimentos e material de limpeza por meio do aporte voluntário. Um cadastro junto a organizações funcionais e/ou juntas de vizinhos/as tem sido realizado para identificar as famílias mais vulneráveis dos morros de Valparaíso, que contemplem dentro de seu núcleo familiar a: enfermos/as com Covid, enfermos/as sem trabalho, pessoas da terceira idade, famílias com crianças. Tudo isso com o fim de fazer chegar a eles o coletado dentro de caixas. 

A coletiva artística La Concreta surgiu no fim de 2019, tomando o impulso e a inspiração das manifestações populares de outubro no Chile, com a ideia de manifestar a através do teatro e a música o acontecer nacional de uma forma lúdica e direta. Bodega Solidaria Marimonjas é uma criação de autoria coletiva realizada por Nadia Zumelzo, Flavia Salinas, Myriam Espinoza, Juan Esteban Meza, Carlos Machuca, Bruno Díaz, Marilyn Vásquez, Israel Andrés Abello e Javiera Vilches.

4. Título do vídeo: Resiliencia en tiempos de pandemia a través del arte y la cultura incluyente

Nome da pessoa autora e/ou representante da autoria: Angie Dayanna Cespedes Gonzalez

País de residência: Colômbia

Descrição do vídeo:

Na cidade de Ibagué (departamento do Tolima, Colômbia), a Fundación Artística y Cultural Talentos busca reativar a cultura e as diferentes manifestações artísticas e culturais por meio das plataformas virtuais, aportando saúde mental e física mediante estratégias includentes que permitam o fortalecimento da autoestima e a participação coletiva.

5. Título do vídeo: En La Esperanza existe esperanza 

Nome da pessoa autora e/ou representante da autoria: Frank Marvin Calderón Martínez

País de residência: Peru

Descrição do vídeo:

O vídeo mostra a prática comunitária do cuidado da área verde e seus benefícios para a saúde mental, a solidariedade e integração, o autocuidado, a segurança e  educação intergeracional da vizinhança em M. Arévalo III Etapa, na cidade de Trujillo (departamento de La Libertad, Peru) durante a pandemia, graças ao esforço constante do Comitê de Vigilância de Áreas Verdes, formado em assembleia geral com o aval do Comitê de Gestão, Progresso e Desenvolvimento.

6.Título do vídeo: Resiliente: Una mirada a la solidaridad en tiempos de Covid-19

Nome da pessoa autora e/ou representante da autoria: Alfredo Astudillo

País de residência: Equador

Descrição do vídeo:

Resiliente” nasceu com a intenção de reconhecer, visibilizar e compartilhar as boas práticas de solidariedade em tempos de Covid-19. Segundo Alfredo Astudillo, diretor da organização Fotosentidos Ecuador que realizou este vídeo com William Guijarro, seu trabalho criativo representa um ato de rebeldia frente ao esquecimento e a indiferença social. 

“Quando começamos a maquinar Resiliente, nos envolvemos no olhar e na imaginação de Mathías, que nos lembrou a importância de valorizar aqueles detalhes que fortalecem nosso entorno. Não apenas pensamos quão importante é sentir mais além do visível, também reconhecemos a necessidade de promover a solidariedade ao outro, possivelmente o mais próximo. Tem sido um trabalho demandante, com um resultado mais que satisfatório, não só pelo que se vê, mas também por tudo aquilo que guardamos em nós”, contou Astudillo na apresentação do vídeo.

7.Título do vídeo: Ancestralidade

Nome da pessoa autora e/ou representante da autoria: Takaiúna Correia da Silva

País de residência: Brasil

Descrição do video:

Na fronteira entre uma arte ancestral e comunitária nasce o curtíssimo “Ancestralidade”, construído durante o período de pandemia pela família de Justina – primeira mulher negra oficialmente liberta da escravidão brasileira. A reconstrução da narrativa feita por sua bisneta, Takaiúna, permite a coroação não só de Justina, mas das mulheres negras que antecederam a ela e das mulheres negras que chegaram depois. A força feminina que transcende espaços, tempos, territórios e que vem transmitindo saberes como o da própria construção das bonecas mostradas no vídeo, feitas por Brazimar Rodrigues, neta de Justina, hoje com 60 anos de idade. As bonecas permitem a representação dessas mulheres, num exercício de reconstrução de uma memória-história negra afro-brasileira. As imagens são de Pablo Lopes.

Takaiúna e Pablo Lopes integram o Coletivo Justina, Ponto de Cultura fundado em 2016 e que tem como prática ancestral e comunitária o exercício artístico que cabe em vários segmentos culturais. Em rede, o coletivo se articula com artistas e grupos de várias regiões brasileiras e de países da América Latina. Trabalhadoras rurais, professoras, alunos e alunas da rede escolar são alguns dos públicos que as ações do Justina impactam.

https://cutt.ly/ancestralidade

8. Título do vídeo: La luz comunitaria de una oscuridad pandémica

Nome da pessoa autora e/ou representante da autoria: Kendall Badilla Barrantes

País de residência: Costa Rica

* Descrição do vídeo:

Este vídeo demonstra como a comunidade organizada Rosister Carballo tem se solidarizado por meio da autogestão, da autonomia e das próprias redes sociais com as famílias vizinhas, de diversa composição no que diz respeito a idades, nacionalidades, estados de saúde e números de integrantes, desde as primeiras restrições sanitárias e econômicas a partir da confirmação do primeiro caso da Covid-19 na Costa Rica.

9. Título do vídeo: Smoking con máscara

Nome da pessoa autora e/ou representante da autoria: Milagro Isabel Murcia Pérez

País de residência: El Salvador

* Descrição do vídeo:

O smoking, traje masculino elegante e de seda brilhante, é comparado com uma máscara… ainda que esta não tenha etiqueta nem tamanho e deveria ser usada por todas as pessoas. Vídeo apresentado pelo coletivo Empoderando Juventudes La Libertad, de El Salvador. 

10. Título do vídeo: Ñande

Nome da pessoa autora e/ou representante da autoria: Maria Alejandra Rovira Ruiz

País de residência: Argentina

*Descrição do vídeo:

O vídeo documentário Ñande busca refletir as práticas comunitárias, a solidariedade e o cuidado coletivo das mulheres de Ñande Kuera Haitema (“Agora nós” em guarani) junto ao resto das integrantes da Asociación Civil FENA na Villa 31 BIS, na cidade de Buenos Aires, durante a pandemia de Covid-19. 

Ñande Kuera Haitema é um coletivo cultural de mulheres dentro da Villa 31 BIS. Nasceu em 2013 numa oficina de fotografia na “casa da mulher lutadora” no bairro. Finalizada a oficina, e como resultado dos vínculos estabelecidos se formou o novo coletivo cultural independente.

FENA é uma associação civil sem fins lucrativos que trabalha sobre a violência simbólica com perspectiva de gênero, com o objetivo de contribuir na eliminação da violência contra as mulheres e identidades não binárias. Desde 2018 FENA se encarrega de elaborar, implementar e coordenar a oficina semanal Ñande Kuera Haitema como um espaço de contenção e produção artístico-comunicacional para mulheres e identidades não binárias em situação de vulnerabilidade e risco de exclusão. O objetivo é exercitar um olhar crítico que permita identificar desigualdades e expressar a própria realidade através da arte.

11. Título do vídeo: Cosechando esperanza

Nome da pessoa autora e/ou representante da autoria: Aida Itadavi Martínez Pérez

País de residência: México

* Descrição do vídeo:

Uma família Mixe, Oaxaqueña elaborando hortaliças, em função do confinamento pela pandemia de Covid-19.

12. Título do video: Radio Bidón: Las voces de los amigos

Nome da pessoa autora e/ou representante da autoria: Mariela Vega

País de residência: Argentina

* Descrição do vídeo:

Rádio Bidón (Las voces de los amigos) é um programa semanal de radioteatro feito por crianças das ilhas do Delta do Paraná, na Argentina, a partir do estabelecimento da quarentena, com modalidade “não presencial”.

Os integrantes da Companhia Patata Voladora selecionam as obras e repartem os papéis; depois os atores e atrizes (em sua maioria crianças) enviam suas gravações, que posteriormente são editadas e enriquecidas com efeitos de som e músicas de artistas locais, produzindo uma sensação de proximidade tão palpável como a que querem alcançar o  Zoom, os jogos em rede e outros desses que se sucedem na comunicação.

Mariela Vega e Diego Cáceres, autores deste vídeo, fazem parte da Compañía Patata Voladora de teatro, música e tìteres, que trabalha desde 2003 percorrendo os povoados mais remotos do país e do mundo. Radicada no Delta de Tigre desde 2008, a companhia apresenta espetáculos e oficinas para toda a família em teatros, escolas, praças e espaços não convencionais, e trabalha com a comunidade realizando festivais, encontros, turnês por ilhas e radioteatros.

 

13. Título do vídeo: Respiramos

Nome da pessoa autora e/ou representante da autoria: Lina Lasso

País de residência: Argentina

Descrição do vídeo:

Neste projeto audiovisual, o coletivo Kukily propõe à diáspora afro, e a quem mais queira, a conectar-se  na experiência de uma meditação grupal. Este vídeo é uma proposta ativa para que o vejam, escutem ou sintam, convidando a somar-se à mesma ação de conexão espiritual-política que eles propõem a partir do coletivo. “Respiramos pelas vítimas de violência, policial, “cisheteropatriarcal”, contaminação climática, afecções à saúde, sentindo e reafirmando nossa vida e existência, honrando o passo de nossos ancestrais, sonhando nosso futuro”, explicam em sua apresentação.

Kukily é um coletivo artístico afrofeminista nascido em 2016 na Argentina, durante o 31º Encontro Nacional de Mulheres, realizado em Rosario. É um coletivo integrado por quatro artistas de diferentes nacionalidades e origens afrodescendentes (o que inclui Argentina, Brasil, Colômbia, Estados Unidos e Libéria): Colleen Ndemeh Fitzgerald, Jasmin Sánchez, Julia Cohen Ribeiro e Lina Lasso.

14. Título do vídeo: La vida vale la pena

Nome da pessoa autora e/ou representante da autoria: Edinson Ferley Omaña Duque

País de residência: Colômbia

* Descrição do vídeo:

La vida vale la pena baseia-se em fazer da rua um cenário cultural para tocar a emotividade em uma comunidade de Floridablanca, onde através da dança se leva uma mensagem de esperança e alegria aos habitantes de Santa Inés. Em um contexto “underground”, se dança com música do folclore colombiano ao estilo do breaking, usando como elemento uma cadeira com letras grafitadas, com ênfase na cultura hip hop como marca da organização Guerreros del Asfalto.

Guerreros del Asfalto é uma organização que nasce em um cenário “street”, em janeiro de 2017, com fins educativos, recreativos, de pesquisa, criação e circulação cultural. Além de fomentar um espaço de criação com a cultura hip hop, o coletivo atualmente trabalha em um projeto de formação denominado El Laboratorio, onde se educa crianças, adolescentes e adultos.

Participaram da realização deste vídeo: Aura Duque, Freddy Vega, Diego Molina, Andres Contreras, Sergio Bandera, Zulay Ortiz, Karen Guedez, Leidy Torres, Jose Gregorio Torres e Gustavo Torres.

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29

set
2020

Em EDITAIS
Notícias

Por IberCultura

Estende-se o prazo de inscrição do concurso de vídeos “Práticas comunitárias: solidariedade e cuidado coletivo” 

Em 29, set 2020 | Em EDITAIS, Notícias | Por IberCultura

(Foto: La Combi-arte rodante)

Foi prorrogado até 30 de outubro de 2020 o prazo de inscrições do concurso de curtas “Práticas comunitárias: solidariedade e cuidado coletivo”. A iniciativa busca reconhecer, visibilizar e compartilhar as boas práticas de solidariedade e cuidado coletivo realizadas por pessoas e comunidades em suas localidades nestes tempos de Covid-19.

O concurso premiará vídeos de 1 a 3 minutos de duração realizados por pessoas provenientes dos 11 países integrantes do Conselho Intergovernamental IberCultura Viva: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Espanha, México, Peru e Uruguai. As inscrições se realizam pela plataforma Mapa IberCultura Viva.

O edital tem um valor total de 10 mil dólares e se divide em três categorias: 1) crianças entre 6 e 12 anos; 2) adolescentes entre 13 e 17 anos, e 3) pessoas maiores de 18 anos. Em cada uma das três categorias serão premiados 10 vídeos. Os curtas realizados por crianças e adolescentes terão tablets como prêmios; os selecionados na categoria dirigida a maiores de 18 anos receberão 500 dólares cada. 

 

Temáticas 

Os vídeos devem abordar práticas comunitárias em torno de saúde física e mental; economia solidária; prevenção, atenção, busca por justiça e reparação de danos ante casos de violência; educação; soberania e suficiência alimentar; segurança durante a mobilidade; ajuda humanitária a pessoas ou grupos que têm sido historicamente e sistematicamente excluídos; aprendizagens e saberes adquiridos em outras emergências; e/ou autocuidado que deriva em cuidado coletivo.

Os curtas podem ser gravados em qualquer tipo de equipamento que produza imagens em movimento e pertencer a qualquer gênero audiovisual (documentário, ficção, animação, jornalístico, entre outros). A pessoa postulante deverá publicar seu vídeo numa plataforma digital (YouTube ou Vimeo) e informar o link de acesso no formulário de inscrição do concurso.

 

Critérios

Alguns conceitos orientadores serão utilizados pelo comitê de avaliação para selecionar os vídeos que chegarem por meio do Mapa IberCultura Viva. Entre eles, as perspectivas de gênero, interseccional e intergeracional, e os conceitos de direitos humanos, direitos culturais, desenvolvimento cultural comunitário, autocuidado, cuidado coletivo, vinculação comunitária, sustentabilidade e solidariedade. 

Os critérios de avaliação incluem a pertinência do vídeo com a finalidade do concurso, o desenvolvimento de ao menos um dos conceitos orientadores, a capacidade comunicativa e a correta realização técnica (pistas de áudio claras, créditos completos, etc). Também receberão maior pontuação aqueles cuja criação, produção e/ou edição tenha(m) sido feita(s) de maneira coletiva, comunitária ou participativa.

Esta convocatória é uma iniciativa do programa em colaboração com a Secretaria de Cultura do Governo do México e a Direção de Artes do Ministério de Cultura do Peru.

Confira o regulamento

Inscrições: https://mapa.iberculturaviva.org/oportunidade/141/

Consultas: iberculturaviva@gmail.com

 

 

Leia também:

Um guia para ajudar na inscrição do concurso de vídeos “Práticas comunitárias” 

 

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16

set
2020

Em Notícias

Por IberCultura

Muestra de Cine Comunitario tendrá un conversatorio con personas ganadoras de los concursos IberCultura Viva 

Em 16, set 2020 | Em Notícias | Por IberCultura

(Foto: La Combi-arte rodante)

Este jueves 17 de septiembre se desarrollará un conversatorio especial dentro de la Muestra de Cine Comunitario Iberoamericano 2020, donde se producirá el encuentro e intercambio de experiencias entre personas ganadoras de los concursos de video lanzados por IberCultura Viva: “Comunidades Lingüísticas: identidad y salvaguardia” (2018) y “Diversidad sexual y de género: derechos y ciudadanía” (2019).

El conversatorio busca ser un espacio de visibilización de los proyectos que han surgido desde y para las comunidades a partir del audiovisual, donde las y los creadores dialogan sobre sus procesos creativos, estrategias de vinculación con la comunidad y el trabajo colaborativo en la producción. La moderación será del coordinador de la muestra, Manuel Trujillo (Programa Cultura Comunitaria de la Secretaría de Cultura de México).

En este encuentro también se presentará el concurso de videos “Prácticas comunitarias: solidaridad y cuidado colectivo”, que sigue con inscripciones abiertas hasta el 30 de septiembre en la plataforma Mapa IberCultura Viva. La convocatoria, que premiará cortos de 1 a 3 minutos de duración, tiene el objetivo de reconocer, visibilizar y compartir las buenas prácticas de solidaridad y cuidado colectivo que realizan las personas y comunidades en sus localidades en estos tiempos de Covid-19. El concurso se realiza con la colaboración de la Secretaría de Cultura del Gobierno de México y la Dirección de Artes del Ministerio de Cultura del Perú.

El conversatorio tiene como una de las personas invitadas a Carolina Martín (Perú), integrante de La Combi – Arte Rodante y codirectora del corto “Pokchi/Comunidad”, que fue seleccionado en el concurso “Comunidades Lingüísticas: identidad y salvaguardia”. El video fue realizado con el apoyo de la Comunidad Nativa Yine de Miaría (Bajo Urubamba, Cuzco), una comunidad amazónica del Perú en la que sus pobladores hablan Yine, una de las 29 lenguas originarias del país que se encuentran en peligro de extinción.

Adrián Casanova Villamonte (México) y Rosario Palma (Argentina), que también participarán en la charla, tuvieron sus videos premiados en el concurso “Diversidad sexual y de género: derechos y ciudadanía”. Rosario obtuvo el primer lugar del concurso con el corto “Victoria”, que trata sobre una  mujer transgénero trabajadora sexual y activista. Adrian dirige Mi pequeño cuerpo prohibido (Sólo con él jugaría al lobo feroz), corto que se centra en el primer enamoramiento de un niño homosexual y las percepciones sociales sobre este hecho en los años 90 en México. 

 

Quienes participan

Carolina Martín (Perú)

Comunicadora social y periodista. Cofundadora y codirectora de la asociación cultural peruana La Combi – Arte Rodante y miembro del equipo de investigación del festival de cine por la libertad de expresión Censurados Film Festival. Ha participado en la realización de más de un centenar cortometrajes colectivos sobre diversidad cultural, derechos humanos y medio ambiente con niños, niñas, adolescentes y jóvenes de diferentes comunidades de Perú y México, así como en el desarrollo de proyectos educativos audiovisuales como Cineclubs Escolares y DAC (Diccionarios Audiovisuales Comunitarios). Desarrolla guiones de obras audiovisuales y de cómic, y como periodista ha publicado artículos en medios nacionales e internacionales y ha colaborado como coautora en diversos proyectos editoriales, mayormente sobre temas medioambientales.

 

Adrián Casanova Villamonte (México)

Actor, escritor y productor audiovisual, tiene el cuerpo como el epicentro de sus obras porque le inspira la energía creadora, la sexualidad, la creación, la creatividad. “Convertí las memorias del pequeño niño marica asustadizo que fui en videopoemas, para narrarlos ahora con música, bailes, chaquetas floridas, máscaras y maquillajes multicolores. Mis historias hablan sobre ‘el cuerpo y el corazón libre’ porque soy una ‘Neo Vedette’ y las de mi especie desnudamos nuestra postura y pensamiento frente al patriarcado y la violencia que ejerce en nuestras esencias”, afirma.

 

 

Rosario Palma (Argentina)

Realizadora audiovisual especializada en documental de creación (UMET, Buenos Aires),  utiliza la herramienta del cine comunitario en función de la transformación social. Video activista feminista radicada en Patagonia, Argentina. Parte de la red federal de @coberturacolaborativa de Mujeres Audiovisuales. Rapera devota del canto medicina. Construyendo puentes entre los artistas de su comunidad y el Ministerio de Cultura de Nación, donde trabaja como gestora para el programa “Cultura sostenible y buen vivir”.

 

 

 

Manuel Trujillo García (México) – Moderador

Gestor cultural, programador de cine, artista visual, film performer, cofundador de los proyectos Trinchera Ensamble y primer director del Laboratorio Experimental de Cine (LEC), ambos, proyectos que vinculan el cine con otras artes contemporáneas como el performance, la instalación, el arte objeto y el arte conceptual. Director fundador del proyecto Faro Aragón, espacio de promoción del cine colaborativo a través de la formación, producción y exhibición del cine comunitario. Actualmente coordina el proyecto de Laboratorios Creativos de Cultura Comunitaria, un programa nacional de la Secretaría de Cultura de México.

 

 

 

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29

jul
2020

Em EDITAIS
Notícias

Por IberCultura

Um guia para ajudar na inscrição do concurso de vídeos “Práticas comunitárias” 

Em 29, jul 2020 | Em EDITAIS, Notícias | Por IberCultura

(Foto: La Combi-arte rodante)

 

O programa IberCultura Viva lançou no dia 24 de julho o concurso de vídeos “Práticas comunitárias: solidariedade e cuidado coletivo”. Esta convocatória, que premiará curtas de 1 a 3 minutos de duração, tem o objetivo de reconhecer, visibilizar e compartilhar as boas práticas de solidariedade e cuidado coletivo realizadas por pessoas e comunidades em suas localidades nestes tempos de Covid-19. O concurso é uma iniciativa do IberCultura Viva em parceria com a Secretaria de Cultura do Governo do México e a Direção de Artes do Ministério de Cultura do Peru. 

Para ajudar na postulação, preparamos um guia com algumas orientações sobre como usar a plataforma Mapa IberCultura Viva, onde as inscrições estarão abertas até  30 de outubro de 2020. Também compartilhamos o “Guia para criar conteúdos virtuais”, da Gerência de Cultura da Municipalidade Metropolitana de Lima. Este documento apresenta algumas ferramentas e tutoriais para criar conteúdos virtuais que possam resultar útil para o trabalho em meios digitais.

O guia da Municipalidade de Lima reúne algumas orientações básicas, como não mostrar marcas comerciais; não inserir logos no vídeo; utilizar música de autoria própria, de domínio público ou de uso livre; não realizar a gravação na contraluz; gravar em um lugar sem barulho; realizar o vídeo em formato horizontal. Também conta com orientações sobre câmara de vídeo, som, iluminação, estabilização, cenário, e apresenta uma série de programas, software e aplicativos gratuitos que podem ajudar a criar conteúdos, como bancos de música livre, bancos de imagens de livre uso, plataformas de edição e difusão de áudios, design gráfico e edição de imagens.

 

⇒Cultura desde casa – Guía para crear contenidos virtuales (Municipalidad de Lima)

 

O edital

Poderão inscrever-se no “Práticas comunitárias: solidariedade e cuidado coletivo” pessoas provenientes dos países integrantes do Conselho Intergovernamental IberCultura Viva: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Espanha, México, Peru e Uruguai. 

O edital se divide em três categorias: 1) crianças entre 6 e 12 anos; 2) adolescentes entre 13 e 17 anos, e 3) pessoas maiores de 18 anos. Em cada uma das categorias serão premiados 10 vídeos. Os curtos realizados por crianças e adolescentes terão tablets como prêmios; os selecionados na categoria dirigida a maiores de 18 anos receberão 500 dólares cada. 

Os vídeos devem abordar práticas comunitárias em torno de saúde física e mental; economia solidária; prevenção, atenção, busca por justiça e reparação de danos ante casos de violência; educação; soberania e suficiência alimentar; segurança durante a mobilidade; ajuda humanitária a pessoas ou grupos que têm sido historicamente e sistematicamente excluídos; aprendizagens e saberes adquiridos em outras emergências; e/ou autocuidado que deriva em cuidado coletivo.

 

⇒ Regulamento do concurso de videos “Práticas comunitárias: solidariedade e cuidado coletivo

 

A plataforma 

Para inscrever-se num edital do programa, é necessário registrar-se primeiramente como agente cultural no Mapa IberCultura Viva. Esta plataforma permite o registro de dois tipos de agentes: individual e coletivo. Por agentes individuais compreendem-se as pessoas físicas, e por agentes coletivos, as organizações culturais comunitárias, entidades, povos originários, coletivos, agrupações e instituições. No caso deste edital, é obrigatório registrar o perfil de agente individual (a pessoa física que será responsável pela inscrição). Aqui está um guia que pode ajudar com o registro do perfil: https://iberculturaviva.org/manual.

Atenção: são dois formulários que se deve preencher para participar de um edital do IberCultura Viva: o perfil de agente individual na plataforma (o mesmo registro servirá para outros editais e concursos do programa) e o formulário do edital em que pretende se inscrever. 

O campo “Registrarse” na página inicial é usado apenas na primeira vez. Nas próximas vezes, você deve clicar “Ingresar” para ter acesso ao seu perfil. (Caso tenha esquecido a senha cadastrada, clique em “Olvidé mi contraseña”). Será necessário clicar em “Editar” para poder acessar/modificar os dados do cadastro.

 

Guia sobre como registrar-se na plataforma: https://iberculturaviva.org/manual 

 

> Algumas perguntas frequentes:

 

.  Uma vez concluído o registro de agente, onde encontrar o formulário de inscrição do edital?

Quando tiver o perfil de agente registrado, clique em “Editais” (na parte superior da tela) e vá até o arquivo que aparece com o título ““Concurso de videos 2020 – Prácticas comunitarias: solidaridad y cuidado colectivo”. (O formulário se encontra em espanhol e português; o regulamento também aparece primeiro em espanhol, depois em português). 

Para iniciar sua inscrição, clique no campo de busca, localize o seu nome (o registro de agente individual/pessoa física previamente cadastrado) e selecione a opção “Realizar inscrição”, disponível ao lado do campo de busca.

Complete as informações requeridas no formulário de inscrição. A qualquer momento é possível salvar os dados de sua inscrição utilizando o botão “Salvar” no canto superior direito. Feito isso, é possível sair da plataforma e continuar o preenchimento em outro momento, antes do término do período de inscrições.

 

Que documentos devo completar e/ou enviar?

Além de preencher o formulário específico deste concurso de vídeos, deve-se enviar uma cópia do documento de identidade e completar o termo de cessão de direitos (no formulário há um modelo que se pode baixar). Depois de completar este termo, deve-se assinar e devolver o documento à plataforma usando o scanner ou fotografando (há um botão “Enviar” para subir o arquivo). 

O formulário também conta com um modelo de consentimento das pessoas que aparecem no vídeo (se estiverem com  o rosto visível, permitindo sua identificação) que se pode imprimir, completar, assinar e subir de volta à plataforma. Caso sejam menores, o consentimento expresso deve ser assinado pela mãe, o pai ou a pessoa responsável, que junto à autorização deverá apresentar a documentação que confirma a filiação ou responsabilidade. (Subir tudo num só documento em PDF). 

Os vídeos feitos num modelo de produção horizontal deverão apresentar evidências dos processos realizados com uma comunidade ou grupo de pessoas. Essas evidências devem estar anexadas ao formulário, compiladas em um só arquivo, e poderão ser apresentadas através de relatos escritos, fotos e/ou vídeos.

 

Devo subir diretamente o vídeo na plataforma Mapa IberCultura Viva?

Não. O vídeo deve ser publicado em alguma plataforma de divulgação gratuita, como Vimeo ou YouTube, para depois incluir seu link no formulário de inscrição do Mapa IberCultura Viva. Há um campo específico para os dados do vídeo, onde se deve informar o título do vídeo apresentado no concurso, fazer uma breve descrição e incluir o link para o curta. Caso não use a língua portuguesa ou espanhola, a tradução deve vir anexada ao formulário de inscrição. 

 

Como saber se a inscrição foi enviada?

A proposta será enviada para a participação no edital somente após o preenchimento de todos os campos do formulário e a inclusão dos anexos obrigatórios. Caso o seu registro de agente na plataforma não tenha sido completamente preenchido, não será possível enviar sua inscrição. O sistema apresentará um alerta (um ponto de exclamação “!” em vermelho, em que se deve clicar para saber onde está o problema). Se o erro estiver no registro de agente, será necessário clicar no seu nome ou na sua imagem de perfil, acessar “Meu perfil” e editar seu registro, completando todos os campos do formulário que estiverem marcados com o símbolo “*”. Também é preciso selecionar ao menos uma área de atuação, no canto superior esquerdo da página de registro.

Revise as informações antes de clicar em “Enviar inscrição”. Após o envio, não será possível editá-la. A plataforma exibirá a tela de confirmação do envio: o dia e o horário do envio aparecerão na tela com uma tarja verde.

 

 

Inscrições: https://mapa.iberculturaviva.org/oportunidade/141/

Consultas: programa@iberculturaviva.org

 

(*) Texto atualizado em 30 de setembro de 2020 

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20

jul
2020

Em EDITAIS
Notícias

Por IberCultura

Concurso “Sabores migrantes comunitários” premiará vídeos sobre práticas culinárias

Em 20, jul 2020 | Em EDITAIS, Notícias | Por IberCultura

 

Os programas de cooperação IberCultura Viva e Iber-Rutas e a iniciativa Ibercocinas, junto com a Secretaria Geral Ibero-americana (SEGIB), lançam o concurso “Sabores migrantes comunitários”, que premiará vídeos sobre práticas culinárias de cozinheiras e cozinheiros migrantes com impacto em suas comunidades.

Com este registro e estímulo, busca-se promover a reflexão sobre a importância das distintas migrações e sua relação com os alimentos locais, a cozinha tradicional e criativa, assim como o sentido de comunidade de diálogo que gera cozinhar e compartilhar os alimentos. Interessa especialmente ressaltar como cozinheiras e cozinheiros migrantes contribuem, através de suas receitas, para encontrar soluções comunitárias diante a crise derivada da Covid-19.

Cada uma das iniciativas selecionadas receberá um reconhecimento como “Boa prática de cozinha migrante comunitária ibero-americana”, de parte da SEGIB e dos programas participantes, e um prêmio de 500 dólares. O valor total destinado à convocatória é de 7 mil dólares para um máximo de 14 propostas. As inscrições estarão abertas na plataforma Mapa IberCultura Viva entre 20 de julho e 30 de outubro de 2020 (*).

 

Requisitos

Para participar do concurso é necessário que a cozinheira ou o cozinheiro seja uma pessoa migrante, nascida em um dos 22 países ibero-americanos (*) e residente em outro país (diferente ao de origem) da comunidade ibero-americana ou nos Estados Unidos da América, considerando o papel que este país tem como comunidade de destino de migração ibero-americana.

As propostas devem ser apresentadas em formato de vídeo, com até 5 minutos de duração, e devem incluir uma apresentação (indicando lugar de origem e lugar de residência), uma descrição da prática culinária e das estratégias adotadas para sua realização, uma descrição de seu impacto na comunidade de acolhida, e uma perspectiva de futuro em relação à iniciativa ou prática culinária. O vídeo pode ser em língua portuguesa ou espanhola.

Os vídeos devem ser publicados em alguma plataforma de divulgação gratuita, como Vimeo ou YouTube, e ter seus links compartilhados no formulário que está disponível no Mapa IberCultura Viva. (Para inscrever-se na convocatória, é preciso registrar-se primeiro como agente cultural no Mapa IberCultura Viva. Uma vez concluído o registro de agente na plataforma, pode-se iniciar a inscrição e completar o formulário do concurso.)

 

Avaliação

Entre os critérios de avaliação presentes no regulamento estão a representatividade da preparação para a comunidade de origem; a experiência de inserção na comunidade receptora; a geração de conhecimentos e práticas tradicionais e criativas impulsionadas por cozinheiras e cozinheiros migrantes; o impacto direto na segurança alimentar, e as estratégias para divulgar os conhecimentos culinários e/ou a construção de um legado culinário para novas gerações com consciência de sua cultura diversa. 

(*) Texto atualizado em 30 de setembro de 2020

⇒ Confira o regulamento do concurso

Inscrições: https://mapa.iberculturaviva.org/oportunidade/139/

Consultas: iberculturaviva@gmail.com

 

 

(*) São países ibero-americanos: Andorra, Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Espanha, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal, República Dominicana, Uruguai, Venezuela.

 

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05

mar
2020

Em EDITAIS
Notícias

Por IberCultura

Conheça os vídeos premiados no concurso “Diversidade sexual e de gênero: direitos e cidadania”

Em 05, mar 2020 | Em EDITAIS, Notícias | Por IberCultura

(Foto: Echo raiz – Ventana a la Diversidad)

 

Frida Morgana é uma mulher trans que joga futebol e basquete e é fã de heavy metal. Bem longe dos estereótipos, ela vive em Lima (Peru) de forma independente, feliz e fiel a si mesma, ensinando a todos que há muitas formas de ser mulher. “Há mulheres gordas, magras, altas, baixas, tem de tudo. Não perco minha feminilidade por jogar futebol…Há muitas mulheres no futebol, sejam cis ou trans, que o praticam por amor ao esporte. (…) Bem, metaleira trans já não conheço, devo ser a única”, ela comenta (entre risos) no vídeo “Frida”, de Gianna Camacho García, um dos curtas ganhadores do Concurso “Diversidade sexual e de gênero: direitos e cidadania”.

O concurso de curtas-metragens, que premia 10 vídeos com 500 dólares cada, foi lançado em 28 de junho de 2019 pelo programa IberCultura Viva em parceria com o Ministério de Desenvolvimento Social (MIDES) do Uruguai, e teve seu resultado final publicado nesta quinta-feira 5 de março. A iniciativa buscou abordar o tema da diversidade sexual com enfoque em direitos, visibilizando os aportes da comunidade LGBTIQ para o fortalecimento das identidades diversas.

“Mi pequeño cuerpo prohibido”

Os vídeos selecionados vêm de Argentina, Brasil, Chile, Espanha, México e Peru. A lista conta com personagens pouco comuns, como Frida, Victoria ou Flor, três mulheres transgênero que lutam contra a discriminação e os estereótipos em diferentes cidades latino-americanas. Conta, também, com histórias de preconceito, de violência, de resistência. E também com alguma ironia, como o vídeo do coletivo Ventana a la Diversidad (Espanha), que se apropria de termos usados em tom pejorativo, dando-lhes um significado novo, com um toque de humor, para a partir daí fortalecer os laços que unem a “comunidade de comunidades diversas”.

 

A seguir, apresentamos os 10 vídeos premiados no concurso.

 

ARGENTINA

  • Victoria – Rosario Palma

Victoria é uma mulher transgênero trabajadora sexual e ativista. Neste curta, ela compartilha conceitos transfeministas e as experiências pessoais que a levaram ao posto de primeira presidenta do Conselho Consultivo de Diversidade do Poder Executivo de sua cidade de residência: San Carlos de Bariloche, na Patagônia argentina. A realizadora do vídeo, Rosario Palma, é integrante de uma coletiva de mujeres trabalhadoras de meios audiovisuais na província de Rio Negro. 

 

  • Flor – Yanina Kaztman

Flor é uma mulher que na infância sonhou ser o que é hoje em dia. Depois de uma vida cheia de obstáculos e discriminação, ela se diz feliz e orgulhosa. “Quando eu era pequena, me aconteciam muitas coisas, eu não gostava de ser uma ‘mariquinha’, queria ser uma mulher. Para mim, foi importante ter o documento feminino, poder buscar trabalho assim”, conta Flor no curta de Yanina Kaztman. “(…) Há pouco fui à Marcha do Orgulho Gay. Adoro, porque as pessoas aplaudem, tiram fotos… Aí temos o direito de nos mostrar, de ser livres.”

 

BRASIL

  • Manifesta Maldita (Teaser) – Ana Caroline

Manifesta Maldita é um processo de documentário, o caos, uma anormalidade dentro do “CIS-tema”. Reúne imagens, sons e sentimentos para contar uma história do grupo “Culto das Malditas”, surgido em Brasília no ano de 2016 durante as ocupações da Funarte, logo após o ex-presidente Michel Temer decretar o fim do Ministério da Cultura. As Mal-ditas são uma comunidade de artistas periféricas, LGBTs, negras cheia de cicatrizes. Esta manifesta é um estudo sobre as referências do cinema negro e sobre como essa comunidade usa o amor e afeto como armas para sua resistência diária, realizada através da arte. 

 

  • Dia Internacional Contra a Homofobia – Victor Hugo Fiuza (14 | Agência de Conteúdo Estratégico)

Este curta resume uma série de vídeos feitos pelo coletivo 14 para o Dia Internacional Contra a Homofobia e LGBTFobia. Os vídeos trazem diversas perspectivas de luta e vivência do tema, como os estereótipos e o medo da violência, por meio de depoimentos de poetas, publicitários e comunicadores. Além de Victor Fiuza, que assina a direção, a série foi realizada por Camilla Leal, Isabel Marques, Pedro Kuster, Lucas Gomes, Marcelo Bordallo e Leandro Rodrigues.

 

  • Juntos – Evandro Manchini

O vídeo parte de elementos biográficos para celebrar a vitória do amor sobre o preconceito, humanizando as pessoas que vivem com o vírus HIV e abrindo espaço para discussões acerca de relações “sorodiferentes”. Um brasileiro e um espanhol, um soropositivo, o outro negativo, “juntos, mas diferentes”, “diferentes, mas juntos”.

 

CHILE

  • Mi pequeño cuerpo prohibido (Sólo con él jugaría al lobo feroz) – Adrian Casanova

O curta trata do primeiro enamoramento de um menino homossexual e as percepções sociais sobre este fato nos anos 1990, no México. Este vídeo é o sexto capítulo da minissérie queer “Meu pequeno corpo proibido – Só com ele brincaria o lobo feroz” (‘Mi pequeño cuerpo prohibido’ – ‘Sólo con él jugaría al lobo feroz‘).

 

ESPANHA

  • Echo Raiz – Guillermo Maceiras Gómez (Ventana a la Diversidad)

As comunidades LGTBIQ+ dispõem de uma capacidade especial de apropriar-se e ressignificar termos que ao longo do tempo e do território têm sido usados para burlar, insultar ou menosprezar. Com este vídeo, as/os realizadores propõem despojar de poder estes qualificativos que inicialmente foram pensados para ferir. Para isso, se apropriam deles, dando-lhes um novo significado, com um toque de picardia e ironia. O curta é de autoria coletiva da Comunidade VEDI (de Ventana a la Diversidad), uma plataforma que conecta jovens do mundo através da arte, da criatividade e das tecnologias digitais. 

 

MÉXICO

  • Jodida realidad yuca – Claudia Novelo Alpuche

Em 2011, cidadãos e diferentes coletivos da comunidade LGBT apresentaram ao congresso do estado de Yucatán (México) uma proposta de aprovação do chamado “Pacto Civil de Solidariedade”. O projeto foi rechaçado. Neste vídeo realizado por Claudia Novelo e Eugenia Montalván Colón, a ginecologista Sandra Peniche fala sobre tal pacto, e sobre como continua sendo atacada por grupos católicos e outras instituições que atentaram contra sua vida.

 

PERU

  • Frida, una mujer trans alejada de los estereotipos – Gianna Camacho García

Frida é uma mulher trans que joga futebol, basquete e gosta de heavy metal. Vivendo em Lima (Peru) de forma independente, ela ensina que há muitas formas de ser mulher, neste vídeo dirigido por Gianna Camacho García e Julio Lossio Quichiz. Trata-se de uma produção do coletivo Crónicas de la Diversidad, que há cinco anos se dedica a registrar e difundir o acervo cultural LGTBIQ peruano, com o objetivo de contribuir com a luta contra a discriminação. 

 

  • Danielle – Talía Flores

Danielle é discriminada pela mãe, e um dia lhe confessa que está injetando testosterona em si mesma. Depois de escutar a reação da mãe aos gritos, Danielle optará por refugiar-se em recordações, revendo fotos em que aparece com a namorada, que aceita sua identidade de gênero e sexualidade.

 

 

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Conheça os selecionados no concurso de curtas “Comunidades Linguísticas”: identidade e salvaguarda”

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05

mar
2020

Em EDITAIS
Notícias

Por IberCultura

Vídeos de seis países foram selecionados no concurso “Diversidade sexual e de gênero: direitos e cidadania”

Em 05, mar 2020 | Em EDITAIS, Notícias | Por IberCultura

(Foto: Kaloian/ Secretaría de Cultura de la Nación de Argentina)

 

Dez vídeos de Argentina, Brasil, Chile, Espanha, México e Peru foram selecionados no Concurso de curtas-metragens “Diversidade sexual e de gênero: direitos e cidadania”, lançado em 2019 pelo programa IberCultura Viva em parceria com o Ministério de Desenvolvimento Social (MIDES) do Uruguai. Os realizadores receberão prêmios de 500 dólares cada. A lista de ganhadores foi divulgada nesta quinta-feira 5 de março. 

Este concurso teve como inspiração os 50 anos da revolta de Stonewall, comemorados em 28 de junho de 2019. A rebelião no pub The Stonewall Inn, em Nova York, é considerada um marco para os movimentos pró-direitos da população LGBTIQ. Foi a primeira vez que gays, lésbicas, travestis e transexuais se uniram como uma só comunidade para dizer basta, para exigir o fim da brutalidade policial contra os homossexuais. 

Com esta iniciativa, o programa IberCultura Viva buscou dar visibilidade aos aportes da comunidade LGBTIQ para o fortalecimento das identidades diversas. A intenção foi contribuir e chamar a atenção sobre a importância do respeito e da tolerância sobre as diferentes percepções em torno da identidade de gênero e da orientação sexual das pessoas, assim como a necessidade de inclusão das dissidências sexuais no pleno exercício dos direitos humanos e culturais.

As inscrições estiveram abertas de 28 de junho a 15 de novembro de 2019, na plataforma Mapa IberCultura Viva, para pessoas maiores de 18 anos provenientes dos países membros do programa. Os vídeos deveriam ter duração mínima de 1 minuto e máxima de 3 minutos, incluindo os créditos iniciais e finais, e poderiam pertencer a qualquer gênero audiovisual. Os critérios de seleção incluíram a realização técnica, a originalidade temática e a adequação aos objetivos do concurso.

 

Concursos anteriores

Este foi o quarto concurso de audiovisuais promovido por IberCultura Viva. Em 2016, o programa lançou o Concurso de Videominuto “Mulheres: culturas e comunidades”, buscando dar visibilidade ao aporte fundamental das mulheres para a cultura e organização comunitária, enfrentando atitudes e estereótipos discriminatórios que contribuem para a desigualdade de gênero e a violência.

Em novembro de 2017, foi a vez do Concurso de curtas-metragens “Comunidades Afrodescendentes: Reconhecimento, Justiça e Desenvolvimento”, lançado em parceria com o Escritório de Representação no Brasil da UNESCO, como uma das atividades da Década Internacional dos Afrodescendentes (2015-2024), declarada pelas Nações Unidas em 2015.

Em outubro de 2018, em colaboração com a Representação na Guatemala da UNESCO, o programa apresentou o Concurso “Comunidades Linguísticas: identidade e salvaguarda”, inspirado na resolução das Nações Unidas que havia declarado 2019 como o Ano Internacional das Línguas Indígenas, para advertir sobre a perda desses idiomas e a necessidade de conservá-los e revitalizá-los.  

 

Confira a lista de vídeos selecionados:

Informação às pessoas interessadas II – Etapa de Avaliação – Concurso de curtas-metragens “Diversidade sexual e de gênero: direitos e cidadania”

 

Assista aos vídeos premiados:

Conheça os vídeos premiados no concurso “Diversidade sexual e de gênero: direitos e cidadania”

 

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07

nov
2019

Em EDITAIS
Notícias

Por IberCultura

Como inscrever-se no Concurso de curtas “Diversidade sexual e de gênero: direitos e cidadania”

Em 07, nov 2019 | Em EDITAIS, Notícias | Por IberCultura

(Foto: Kaloian/ Secretaría de Cultura de la Nación de Argentina)

 

O  concurso de curtas “Diversidade sexual e de gênero: direitos e cidadania” foi lançado em 28 de junho de 2019 pelo programa IberCultura Viva, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social do Uruguai (MIDES), com o objetivo de dar visibilidade aos aportes da comunidade LGBTIQ para o fortalecimento das identidades diversas. A iniciativa, que tem inscrições abertas até as 18h de sexta-feira 15 de novembro, premiará 10 vídeos com 500 dólares cada.

A seguir, apresentamos um guia para ajudar você a fazer sua inscrição.

 

OS CRITÉRIOS 

. Quem pode participar do concurso?

A convocatória está destinada a pessoas maiores de 18 anos dos países membros do programa IberCultura Viva: Argentina, Brasil, Chile, Costa Rica, Cuba (país convidado), Equador, Guatemala, El Salvador, Espanha, México, Peru e Uruguai.

. Quais são os requisitos para a apresentação dos vídeos?

Os vídeos deverão ter duração mínima de 1 minuto e máxima de 3 minutos, incluindo os créditos iniciais e finais, e poderão pertencer a qualquer gênero audiovisual (documentário, ficção, animação, jornalístico, entre outros). Deverão estar dirigidos ao público em geral, com classificação etária livre, ser inéditos nos meios de comunicação e não podem ter sido inscritos em concursos anteriores.

. Que tipo de abordagem se espera dos vídeos?

O concurso aborda o tema da diversidade sexual com enfoque em direitos. A intenção é contribuir e chamar a atenção sobre a importância do respeito e da tolerância sobre as diferentes percepções em torno da identidade de gênero e da orientação sexual das pessoas, assim como a necessidade de inclusão das dissidências sexuais no pleno exercício dos direitos humanos e culturais.

. Quais serão os critérios para a seleção?

Entre os critérios que serão levados em conta na avaliação dos curtas-metragens se encontram a realização técnica, a originalidade temática e a adequação aos objetivos do tema. Receberão maior pontuação os vídeos cujos conteúdos promovam a reivindicação, visibilidade e fortalecimento dos coletivos LGBTIQ; promovam a ruptura de estereótipos discriminatórios; reflexionem sobre práticas culturais da comunidade LGBTIQ, e enfatizem boas práticas da comunidade LGBTIQ que contribuem para a diversidade na região ibero-americana.

. Devo publicar o vídeo diretamente na plataforma Mapa IberCultura Viva?

Não. A pessoa postulante deverá publicar seu vídeo em alguma plataforma de divulgação gratuita, como Vimeo ou YouTube, para depois incluir o link no formulário de inscrição do Mapa IberCultura Viva.

 

COMO INSCREVER-SE 

Desde agosto de 2018 as inscrições para os editais do IberCultura Viva são realizadas por meio do Mapa IberCultura Viva (https://mapa.iberculturaviva.org/). Nesta plataforma livre, gratuita e colaborativa, agentes culturais, organizações culturais comunitárias e povos indígenas podem, além de inscrever-se nos editais e concursos do programa, divulgar seus próprios eventos, espaços e projetos. 

. Já participei de outro edital do IberCultura Viva por meio desta plataforma. Devo me registrar de novo como agente individual?

Não é necessário. O campo “Registrar-se” na página inicial é usado apenas na primeira vez. Nas próximas vezes, você deve clicar “Ingressar” para ter acesso ao seu perfil. (Caso tenha esquecido a senha cadastrada, clique em “Olvidé mi contraseña”). Obs: Na primeira vez, ao fazer o registro, o agente é direcionado automaticamente para o perfil. Depois, será necessário clicar em “Editar” para poder acessar/modificar os dados do cadastro.

. Esta é a minha primeira vez na plataforma Mapa IberCultura Viva. Onde e como me inscrevo para participar do concurso?

Para inscrever-se no concurso, é necessário registrar-se antes como agente cultural no Mapa IberCultura Viva: https://mapa.iberculturaviva.org/. Esta plataforma permite o registro de dois tipos de agentes: individual e coletivo. Por agentes individuais entendemos as pessoas físicas, e por agentes coletivos, as organizações culturais comunitárias, povos indígenas, agrupações e instituições. 

No caso do Concurso “Diversidade sexual e de gênero: direitos e cidadania”, é obrigatório registrar o perfil de agente individual (a pessoa física que será responsável pela inscrição). Para isso, na página inicial da plataforma, clique em “Entrar”. Vá a “Registrar-se” e complete seu registro de usuário, preenchendo os dados necessários (nome, e-mail e senha). Com o login registrado, pode-se criar um perfil de agente. Aqui está um guia de como registrar-se na plataforma: https://iberculturaviva.org/manual/

. Uma vez concluído o registro como agente na plataforma, onde encontro o formulário de inscrição do concurso?

Quando tiver o perfil de agente registrado, clique em “Editais” (na parte superior da tela) e vá até o arquivo que aparece com o título em português: https://mapa.iberculturaviva.org/oportunidade/87/. (Brasileiros devem inscrever-se neste edital que está em português; o documento em espanhol é para os postulantes dos demais países membros do programa).

Para iniciar sua inscrição, clique no campo de busca, localize o nome da pessoa física titular do registro (deve ser um agente pessoa física previamente cadastrado) e selecione a opção “Realizar inscrição”. O sistema gera um número de inscrição, que você deve anotar e informar se precisar entrar em contato com o programa para obter alguma informação sobre a sua proposta.

Complete as informações requeridas no formulário de inscrição. A qualquer momento é possível salvar os dados de sua inscrição utilizando o botão “Salvar” no canto superior direito. Feito isso, é possível sair da plataforma e continuar o preenchimento em outro momento (antes do término do período de inscrições).

. Que dados e documentos devo apresentar para realizar a inscrição?

São dois formulários que devem ser preenchidos para postular a um edital do IberCultura Viva: o perfil de agente individual na plataforma (este mesmo cadastro servirá para outros editais e concursos do programa) e o formulário do edital em que se pretende inscrever. 

No caso deste concurso de curtas, deve-se informar no formulário o documento de identidade (e enviar uma cópia do documento), indicar se o/a autor/a pertence à comunidade LGBTIQ, se é afrodescendente ou pertencente a povos indígenas (basta informar “sim” ou “não”), se é integrante de coletivo ou rede (e detalhar o trabalho, se for o caso). Também é necessário preencher o termo de cessão de direitos (no formulário se encontra um modelo que pode ser baixado). Depois de completar este termo, deve-se assinar e devolver o documento à plataforma usando o scanner ou fotografando-o (há um botão “Enviar” para subir o arquivo) 

Além disso, deve-se informar o título do vídeo apresentado no concurso, fazer uma breve descrição dele e incluir o link do curta (publicado no Vimeo ou no YouTube). Caso o vídeo contenha falas que não sejam em espanhol ou em português, a tradução deve ir anexada ao formulário de inscrição. 

. Como saber se a proposta foi enviada?

Caso o seu registro de agente na plataforma não tenha sido completamente preenchido, não será possível enviar sua inscrição. O sistema apresentará um alerta (um ponto de exclamação “!” em vermelho, em que se deve clicar para saber onde está o problema). Se o erro estiver no registro de agente, será necessário clicar na sua imagem de perfil, na parte superior da tela, acessar “Meu perfil” e editar seu registro, completando todos os campos do formulário que estiverem marcados com o símbolo “*”. Também é preciso selecionar ao menos uma área de atuação, no canto superior esquerdo da página de registro.

A proposta será enviada para a participação no edital somente após o preenchimento de todos os campos do formulário e a inclusão dos anexos obrigatórios (o documento de identidade e o termo de cessão de direitos). Revise as informações antes de clicar em “Enviar inscrição”. Após o envio, não será possível editá-la. A plataforma exibirá a tela de confirmação do envio (o dia e o horário do envio aparecerão na tela com uma tarja verde).

 

Confira o regulamento do concurso: https://bit.ly/2ZSSiek

Inscrições: https://mapa.iberculturaviva.org/oportunidade/87/

Como registrar-se no Mapa IberCultura Viva: https://iberculturaviva.org/manual/

Consultas: programa@iberculturaviva.org

 

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IberCultura Viva lança concurso de curtas-metragens sobre diversidade sexual com enfoque em direitos

 

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28

jun
2019

Em EDITAIS
Notícias

Por IberCultura

IberCultura Viva lança concurso de curtas-metragens sobre diversidade sexual com enfoque em direitos

Em 28, jun 2019 | Em EDITAIS, Notícias | Por IberCultura

Foto: Kaloian/ Secretaría de Cultura de la Nación de Argentina

 

Comemorando os 50 anos da revolta de Stonewall – a noite de 28 de junho de 1969  que é um marco para os movimentos pró-direitos da população LGBTIQ –, o programa IberCultura Viva e o Ministério de Desenvolvimento Social do Uruguai (MIDES) apresentam o  concurso de curtas-metragens “Diversidade sexual e de gênero: direitos e cidadania”. 

A iniciativa, que premiará 10 vídeos com 500 dólares cada, busca dar visibilidade aos aportes da comunidade LGBTIQ para o fortalecimento das identidades diversas. A intenção é contribuir e chamar a atenção sobre a importância do respeito e da tolerância sobre as diferentes percepções em torno da identidade de gênero e da orientação sexual das pessoas, assim como a necessidade de inclusão das dissidências sexuais no pleno exercício dos direitos humanos e culturais.

As inscrições estarão abertas de 28 de junho a 15 de novembro de 2019, na plataforma Mapa IberCultura Viva. Os vídeos deverão ter duração mínima de 1 minuto e máxima de 3 minutos, incluindo os créditos iniciais e finais, e poderão pertencer a qualquer gênero audiovisual (documentário, ficção, animação, jornalístico, entre outros). Deverão estar dirigidos ao público em geral, com classificação etária livre, ser inéditos nos meios de comunicação e não podem ter sido inscritos em concursos anteriores.

A convocatória está destinada a pessoas maiores de 18 anos dos países membros do programa IberCultura Viva: Argentina, Brasil, Chile, Costa Rica, Cuba (país convidado), Equador, Guatemala, El Salvador, Espanha, México, Peru e Uruguai. A pessoa postulante deverá publicar seu vídeo em alguma plataforma de divulgação gratuita, como Vimeo ou YouTube, para depois incluir o link no formulário de inscrição do Mapa IberCultura Viva.

Entre os critérios que serão levados em conta na avaliação dos curtas-metragens se encontram a realização técnica, a originalidade temática e a adequação aos objetivos do tema. Receberão maior pontuação os vídeos cujos conteúdos promovam a reivindicação, visibilidade e fortalecimento dos coletivos LGBTIQ; promovam a ruptura de estereótipos discriminatórios; reflexionem sobre práticas culturais da comunidade LGBTIQ, e enfatizem boas práticas da comunidade LGBTIQ que contribuem para a diversidade na região ibero-americana.

Foto: Kaloian/ Secretaría de Cultura de la Nación de Argentina

Concursos anteriores

Este é o quarto concurso de audiovisuais promovido por IberCultura Viva. Em 2016, o programa lançou o Concurso de Videominuto “Mulheres: culturas e comunidades”, buscando dar visibilidade ao aporte fundamental das mulheres para a cultura e organização comunitária, enfrentando atitudes e estereótipos discriminatórios que contribuem para a desigualdade de gênero e a violência.

Em novembro de 2017, foi a vez do Concurso de curtas-metragens “Comunidades Afrodescendentes: Reconhecimento, Justiça e Desenvolvimento”, lançado em parceria com o Escritório de Representação no Brasil da UNESCO, como uma das atividades da Década Internacional dos Afrodescendentes (2015-2024), declarada pelas Nações Unidas em 2015.

Em outubro de 2018, em colaboração com a Representação na Guatemala da UNESCO, o programa apresentou o Concurso “Comunidades Linguísticas: identidade e salvaguarda”, inspirado na resolução das Nações Unidas que havia declarado 2019 como o Ano Internacional das Línguas Indígenas, para advertir sobre a perda desses idiomas e a necessidade de conservá-los e revitalizá-los. Neste junho de 2019, a inspiração é a celebração dos 50 anos da rebelião de Stonewall. 

 

A revolta de Stonewall

Na noite de 28 de junho de 1969, a polícia entrou no pub The Stonewall Inn para mais uma de suas operações habituais. Já tinha virado rotina neste casa noturna frequentada por homossexuais, travestis e transexuais no Greenwich Village, em Nova York: policiais entravam no bar e obrigavam os clientes a fazer fila e identificar-se, dispostos a prender os empregados por venda ilegal de álcool e os frequentadores que não tinham documentos de identidade. Também eram detidos aqueles que apresentavam “desvio sexual” por vestir peças de roupa “não correspondentes” ao gênero designado no nascimento

Nesta madrugada, no entanto, o roteiro mudou. Aqueles que não haviam sido detidos não saíram rapidamente, como de costume. Foram juntando em frente ao bar e a eles foram se somando dezenas, e depois centenas de outras pessoas. A tensão explodiu quando uma lésbica resistiu à prisão e gritou para aqueles que assistiam à cena: “Por que não fazem algo?”.  Assim começou uma chuva de moedas, objetos, garrafas, pedras e insultos em direção à polícia, obrigada a retroceder e a se refugiar de novo no Stonewall, que seguiu sendo atacado do lado de fora. Os protestos continuaram durante vários dias.

Esta rebelião é considerada um ponto de inflexão para os movimentos LGTBIQ. Foi a primeira vez que gays, lésbicas, transexuais – e também negros, latinos, jovens sem teto e ativistas contra a guerra do Vietnã – se uniram como uma só comunidade para dizer basta, para exigir que parasse a brutalidade policial contra os homossexuais. Um ano depois da revolta de The Stonewall Inn, em 28 de junho de 1970, se realizou a primeira marcha do orgulho gay na cidade de Nova York.

 

 

Confira o regulamento do concurso: https://bit.ly/2KKz1Zd

Inscrições: https://mapa.iberculturaviva.org/oportunidade/87/

Consultas: programa@iberculturaviva.org

 

⇒ Leia também:

Como inscrever-se no Concurso de curtas “Diversidade sexual e de gênero: direitos e cidadania”

 

(Fotos no alto: 27° Marcha del Orgullo LGBTIQ de Buenos Aires, realizada em 17 de novembro de 2018. Crédito: Kaloian/ Secretaría de Cultura de la Nación de Argentina)

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15

mar
2019

Em EDITAIS
Notícias

Por IberCultura

77 videos foram habilitados no Concurso de curtas “Comunidades Linguísticas: identidade e salvaguarda”

Em 15, mar 2019 | Em EDITAIS, Notícias | Por IberCultura

(Foto: Oliver Kornblihtt)

 

O concurso de curtas-metragens “Comunidades Linguísticas: identidade e salvaguarda”, lançado pelo programa IberCultura Viva e o Escritório de Representação na Guatemala da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), teve 77 vídeos habilitados, de um total de 84 inscritos. Os países com maior número de postulações foram Argentina (32), Peru (12) e Brasil (11), seguidos de Guatemala (7), Chile (4), Equador (4), México (2), Espanha (2), El Salvador (1), Costa Rica (1) e Uruguai (1). O prazo de recursos para completar a documentação terminou na segunda-feira, 18 de março.

O concurso

O concurso de curtas-metragens teve inscrições abertas de 12 de outubro de 2018 a 8 de março de 2019 e estava dirigido a pessoas maiores de 18 anos dos países membros do programa IberCultura Viva: Argentina, Brasil, Chile, Costa Rica, Equador, Guatemala, El Salvador, Espanha, México, Peru e Uruguai.

A iniciativa, que premiará 10 vídeos com 500 dólares, foi inspirada pela resolução da Assembleia Geral da ONU que declarou 2019 como o Ano Internacional das Línguas Indígenas, para advertir sobre a perda destes idiomas e a necessidade de conservá-los e revitalizá-los.

O objetivo é selecionar vídeos que reflexionem sobre a situação e as problemáticas das comunidades linguísticas, para sua construção de identidade e salvaguarda como direitos culturais, e/ou valorizem seus aportes para a constituição, a promoção e o desenvolvimento da cultura ibero-americana.

 

Segunda etapa

A etapa de habilitação se refere ao cumprimento da documentação exigida no regulamento do concurso. Os vídeos habilitados passarão para a segunda etapa do edital e serão avaliados por uma comissão composta por uma pessoa representante do Escritório da UNESCO na Guatemala e pessoas representantes de três países membros do Conselho Intergovernamental IberCultura Viva.

A comissão avaliadora se reservará o direito de desqualificar os vídeos que considerar que não correspondem ao tema da convocatória. Os critérios estabelecidos no regulamento incluem a realização técnica, a originalidade temática e a criatividade, e especialmente a adequação aos objetivos do concurso.

Ganharão pontos aqueles que trazem reflexões sobre práticas de identidade das comunidades linguísticas; enfatizam boas práticas para a salvaguarda das comunidades linguísticas; promovem uma mensagem de respeito à diversidade e ao desenvolvimento  intercultural; propiciam a ruptura de estereótipos discriminatórios mediante imagens transformadoras, e/ou apresentam grupos prioritários (mulheres, jovens, crianças, migrantes).

Em caso de empate, se concederá maior pontuação aos vídeos apresentados por pessoas pertencentes a povos originários/indígenas e/ou mulheres. A comissão avaliadora também utilizará como critério que haja distribuição geográfica das propostas selecionadas, de modo que se possa conhecer diversas iniciativas culturais existentes nos países da região ibero-americana.

 

Edições anteriores

Este é o terceiro concurso de audiovisuais promovido por IberCultura Viva. Em 2016, o programa lançou o Concurso de Videominuto “Mulheres: culturas e comunidades”, buscando dar visibilidade ao aporte fundamental das mulheres para a cultura e organização comunitária, enfrentando atitudes e estereótipos discriminatórios que contribuem para a desigualdade de gênero e a violência.

Em novembro de 2017, foi a vez do Concurso de curtas-metragens “Comunidades Afrodescendentes: Reconhecimento, Justiça e Desenvolvimento”, lançado em parceria com o Escritório de Representação no Brasil da UNESCO, como uma das atividades da Década Internacional dos Afrodescendentes (2015-2024), declarada pelas Nações Unidas em 2015.

 

(*Texto atualizado em 20 de março de 2019)

 

Confira a lista de habilitados e não habilitados do concurso:

Informação aos Interessados II: Etapa de Habilitação – Concurso de curtas “Comunidades Linguísticas: identidade e salvaguarda” – Lista definitiva

Informação aos Interessados I: Etapa de Habilitação – Concurso de curtas “Comunidades Linguísticas: identidade e salvaguarda”

 

 

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