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26

out
2021

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“Políticas de memória e cooperação cultural”: uma mesa para três programas ibero-americanos

Em 26, out 2021 | Em Notícias |

 

Na semana de trabalho “Memórias Vivas: Arquivos comunitários na pandemia”, que o programa IberCultura Viva realizará com a área de Mobilização do Conhecimento do Conselho Latino-americano de Ciências Sociais (CLACSO), de 26 a 30 de outubro, um dos dias será dedicado a uma apresentação de programas de cooperação do Espaço Cultural Ibero-americano. Será na quinta-feira, 28 de outubro, dia da mesa “Políticas de memória e cooperação cultural”, que contará com a presença dos presidentes dos programas Ibermuseus, Ibermemória Sonora e Audiovisual e IberCultura Viva. 

Criado em 2007, na XVII Cúpula Ibero-americana de Chefes de Estado e de Governo, em Santiago (Chile), Ibermuseus trabalha para para fortalecer os museus ibero-americanos por meio da valorização do patrimônio museológico; da qualificação e mobilidade dos profissionais dessas instituições; da produção, circulação e troca de conhecimento e da articulação e criação de redes para a promoção de políticas públicas para o setor. Atualmente, o Conselho Intergovernamental de Ibermuseus é composto por 13 países: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Espanha, México, Peru, Portugal e Uruguai.

Ibermemória Sonora e Audiovisual, por su vez, foi aprovado como iniciativa em 2013, na XXIII Cúpula Ibero-americana de Chefes de Estado e de Gobierno, de Panamá, onde se criou também o programa IberCultura Viva. Seu objetivo geral é implementar um modelo de preservação integral dos documentos sonoros e audiovisuais e dar acesso a este patrimônio intangível de países ibero-americanos. Também busca promover a formação e a capacitação permanente dirigida ao conhecimento das estratégias, táticas e técnicas de preservação do patrimônio sonoro e audiovisual em benefício de todos os países da região, num espírito de intercâmbio, respeito e cooperação técnica. São países integrantes de Ibermemória: Argentina, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Espanha, México, Nicarágua, Panamá e República Dominicana. 

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Quem participa

Alan Trampe Torrejón, presidente de Ibermuseus e subdiretor nacional de Museus do Serviço Nacional do Patrimônio Cultural do Chile

É formado em Teoria e História da Arte pela Universidad de Chile, com mestrado em Estudos e Administração Cultural pela Universidade de Tarapacá. É funcionário do Serviço Nacional do Patrimônio Cultural do Chile desde 1999, quando ingressou como diretor do Museu Regional de Magallanes, em Punta Arenas. Posteriormente, assumiu como subdiretor nacional de Museus, cargo que desempenha há 20 anos. Nesta posição, elaborou e lidera o Plano Nacional de Melhoramento Integral de Museus, que começou a se implementar a partir do ano 2001. Também implementou a Política Nacional de Museus.

Tem representado o Chile em diversas instâncias técnicas internacionais como especialista em temas de patrimônio e museus, mediante participação em mesas técnicas e comissões e por meio de conferências e oficinas. É membro fundador do Programa Ibermuseus, cuja presidência assumiu durante o triênio 2019-2021.

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Pável Granados, presidente de Ibermemória Sonora e Audiovisual e diretor geral da Fonoteca Nacional do México 

É escritor, curador musical, editor e especialista em música popular mexicana. Cursou Letras Hispánicas na Faculdade de Filosofia e Letras da Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM). É autor e colaborador em mais de 20 livros. Recebeu os prêmios José Pagés Llergo de Periodismo (2010) e Agustín Lara (2018). Foi curador do Palácio da Música em Mérida, Yucatán (2018), museu dedicado à música mexicana cujos conteúdos abrigam desde tempos pré-hispânicos até o presente. Conduziu o programa de pesquisa musical “Amor perdido”, na Radio Red, de 2002 a 2019, em que se apresentavam gravações históricas de música mexicana. Foi coordenador do Catálogo de Música Popular Mexicana da Fonoteca Nacional de 2011 a 2018, realizando pesquisas que permitiram ampliar o acervo desta instituição. 

Diretor geral da Fonoteca Nacional de México desde dezembro de 2018, é um dos principais estudiosos da música popular mexicana, destacado analista e ensaísta de literatura no México.

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Esther Hernández Torres, presidenta de IberCultura Viva e diretora geral de Vinculação Cultural do Governo do México

Formada em Pedagogia pela Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM). Produtora e gestora cultural com experiência na elaboração e implementação de projetos culturais e artísticos com enfoque comunitário; em processos formativos com comunidades indígenas e urbano marginais nos setores público, privado e social, assim como voluntária em projetos independentes. No setor público, trabalhou no Fundo Nacional para a Cultura e as Artes como coordenadora de Apoio ao Desenvolvimento Artístico, e na Direção Geral de Culturas Populares como diretora de Promoção e Pesquisa. Atualmente, é diretora geral na Direção Geral de Vinculação Cultural da Secretaria de Cultura do Governo do México, tem a seu cargo o Programa Nacional Cultura Comunitária e é presidenta do Conselho Intergovernamental de IberCultura Viva.

Quando:

Quinta-feira, 28 de outubro

 11h (CRI, SLV), 12h (COL, ECU, MEX, PER), 13h (BOL, VEN), 14h (ARG, BRA, CHL, URY), 19h (ESP)

Onde ver:

www.youtube.com/iberculturaviva