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27

Aug
2020

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4º Encontro de Redes: inscrições abertas para o seminário  “Cultura comunitária, mulheres, gêneros e diversidade”

Em27, Aug 2020 | EmEDITAIS, Notícias | PorIberCultura

Nesta quinta-feira 27 de agosto começa o prazo de inscrições do seminário virtual “Cultura comunitária, mulheres, gêneros e diversidade”, que o programa IberCultura Viva realiza de maneira colaborativa junto à Direção de Artes do Ministério de Cultura do Peru,  a Direção Nacional de Cultura do Ministério de Educação e Cultura do Uruguai, e a Secretaria Geral Ibero-americana (SEGIB). Esta atividade faz parte do 4° Encontro de Redes IberCultura Viva, que se realizará de forma virtual entre 8 de setembro e 15 de outubro de 2020.

O seminário apresenta o enfoque e a perspectiva de gênero, a fim de que as pessoas participantes possam incorporar noções que ajudem à consecução da equidade entre diversidades sexuais e de gênero (DSG), com o objetivo de transversalizar ações que promovam o respeito e a inclusão no desenvolvimento das políticas culturais de base comunitária.

 

Inscrições 

As inscrições estarão abertas no Mapa IberCultura Viva até 10 de setembro, às 18h (hora de Brasília). As pessoas postulantes devem trabalhar em organismos públicos de cultura, ser gestores/as culturais independentes em atividade ou membros de organizações culturais de base comunitária ou de povos originários.

Podem participar pessoas dos 11 países membros do programa IberCultura Viva: Argentina, Brasil, Chile, Costa Rica, Colômbia, Equador, El Salvador, Espanha, México, Peru e Uruguai. A seleção contempla até 120 vagas. Além de repartidas equitativamente entre os países participantes, as vagas devem ser divididas entre pessoas vinculadas a organizações culturais comunitárias e pessoas vinculadas a governos locais. 

 

Módulos

As aulas serão realizadas em espanhol, entre 16 de setembro e 7 de outubro, em sessões virtuais semanais, às quartas-feiras, das 15h às 17h, considerando o horário de Brasília e Buenos Aires (Argentina). Este encontro terá 1 hora e 30 minutos de vídeo expositivo, e 30 minutos para perguntas. Será mantido um fórum aberto durante a formação, incentivando o debate e a reflexão a partir dos encontros sincrônicos com as/os docentes. Será utilizada a plataforma Moodle, localizada em https://formar.cultura.gob.ar.

Quem são as facilitadoras

 

Lucía Alvites (Peru) 

Mestre em estudos de gênero e cultura pela Universidade de Chile. Socióloga pela Universidad Nacional Mayor de San Marcos. Especialista e consultora em temas de gênero para entidades públicas e privadas e organismos internacionais. Docente da Universidad Nacional Mayor de San Marcos e outros espaços acadêmicos. Diretora do Instituto Ciudadanía y Democracia. Autora de diversas pesquisas e publicações.

 

Victoria Contartese (Uruguai) 

Formada em Ciência Política, tem diploma de especialização em Marketing Político e Direção de Campanhas. Atualmente, curso o mestrado em Ciências Humanas – Estudos Latino-americanos na Faculdade de Humanidades e Ciências da Educação da Universidad de la República. Trabalha na Direção Nacional de Cultura (DNC-MEC) há 10 anos, onde tem se desempenhado em projetos como o Programa de Atenção a Coletivos Vulneráveis de Cidadania Cultural e o Sistema de Informação Cultural. Tem realizado cursos e seminários sobre políticas públicas, gênero, direitos humanos, feminismos latino-americanos, políticas culturais e diversidade cultural, entre outros.

 

Claudia Briones (Espanha) 

Coordenadora de Gênero da Secretaria Geral Ibero-americana. Anteriormente desempenhou funções como administradora dos portfólios regionais para América Latina e Caribe, Europa e Ásia Central no Fundo Fiduciário das Nações Unidas para Eliminar a Violência contra a Mulher, e como especialista de programas na área de Políticas de Violência contra as Mulheres na ONU Mulheres (Nova York). Também foi analista de programas no Escritório Sub-regional de UNIFEM para México, América Central e República Dominicana, coordenando a linha de trabalho em HIV/AIDS e programas vinculados ao empoderamento econômico das mulheres. Também trabalhou na Agência Espanhola de Cooperação ao Desenvolvimento (AECID) como coordenadora de gênero do Escritório Técnico de Cooperação em Honduras, e na Fundación Género y Sociedad, na Costa Rica, como técnica de projetos em gênero e migração.

 

 

 

Confira o regulamentohttps://bit.ly/3b18Ac1

Inscriçõeshttps://mapa.iberculturaviva.org/oportunidade/149/

Consultas: programa@iberculturaviva.org 

 

(*Texto atualizado em 6 de setembro de 2020)

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23

May
2019

EmNotícias

PorIberCultura

Cultura comunitária e gênero: algumas propostas para começar a aplicar nos congressos e nas organizações

Em23, May 2019 | EmNotícias | PorIberCultura

Na última quinta-feira, 16 de maio, em San Martín (Buenos Aires, Argentina), a programação do 4º Congresso Latino-americano de Cultura Viva Comunitária apresentou a Oficina de Cultura Comunitária e Gênero. A atividade, facilitada pela coletiva feminista Conurbanas, foi uma das atividades propostas pelo programa IberCultura Viva para o evento, dirigida às/aos congressistas e o público em geral.

A oficina, que foi articulada com o círculo da palavra “Feminismos, Gêneros e Diversidade”, teve como objetivos oferecer ferramentas para analisar a situação de equidade de gênero nas organizações culturais comunitárias; destacar as condições de equidade de gênero nas organizações presentes, e produzir recomendações para a incorporação da perspectiva integral de gênero nas políticas culturais de base comunitária.

O círculo “Feminismos, Gêneros e Diversidade” foi realizado ao longo do congresso-caravana que passou por Mendoza, Córdoba, Entre Ríos e Buenos Aires, com mais de 60 pessoas em todas as sedes. Nestas sessões, se buscou elaborar acordos, propostas e urgências que sirvam de base para começar a dialogar no próximo congresso e que se apliquem não apenas no evento, mas também nas organizações culturais comunitárias.

As propostas se agruparam em torno de três eixos: formação, comunicação e políticas públicas. Uma das ideias foi a criação de escolas comunitárias feministas, de gênero e diversidade, e de governabilidade, que trabalhem de forma virtual e presencial no congresso. Também se propôs que todos os círculos da palavra tenham perspectiva de gênero e feminista, que haja transversalidade e que envolvam organizações LGBT nos espaços artísticos e de expressão.

Além disso, foi discutido o compromisso dos países em gerar convênios ou acordos com espaços acadêmicos para criar políticas públicas relativas a questões de gênero e inclusão das minorias, e a proposição de estratégias para promover a representação de companheiras feministas e/ou do coletivo LGBT dentro do planejamento geral do congresso em todos os países.  

 

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