18 instituições de 6 países impulsionam uma nova etapa de ação coletiva a partir da reorganização dos grupos de trabalho e da agenda internacional da Rede Educativa IberCultura Viva
A segunda reunião do ano da Rede Educativa IberCultura Viva reafirmou seu papel como espaço de articulação entre universidades, escolas populares e instituições comprometidas com a cultura viva comunitária na Ibero-América. Em diálogo entre territórios, saberes e práticas, o encontro (realizado em 13 de março) marcou um momento de reorganização estratégica e de preparação para um ciclo intenso de atividades.
Entre os principais temas, destacou-se a reconfiguração dos grupos de trabalho, agora organizados em cinco frentes que sintetizam os eixos estruturantes da rede: participação em eventos internacionais, formação, pesquisa sobre impacto e economia da cultura viva comunitária (CVC), sistematização de políticas de CVC e extensão universitária. Mais do que uma divisão operativa, trata-se de um convite à corresponsabilidade: cada grupo é convocado a construir, com autonomia e compromisso coletivo, projetos que dialoguem com os territórios e fortaleçam a incidência da rede.
A reunião também projetou o papel ativo da rede em dois marcos importantes de 2026: a 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura, em maio, no Brasil, e o 7º Congresso Latino-Americano e Caribenho de Culturas Vivas Comunitárias, em abril, na Colômbia. Nesses espaços, a rede educativa se posiciona como um ator estratégico na construção de metodologias formativas, na produção de conhecimento e no intercâmbio de experiências.
No horizonte, ganham força iniciativas como a criação de um banco de saberes ampliado, a realização de entrevistas com agentes culturais, o mapeamento de ofertas formativas e o desenvolvimento de cursos virtuais conectados com as realidades locais. A aposta é clara: produzir conhecimento situado, em diálogo com comunidades, povos originários, coletivos e organizações que fazem da cultura uma prática viva e cotidiana.
Conhecimento compartilhado – Criada em abril de 2025, a rede já reúne 18 instituições de 6 países e se consolida a partir da diversidade de trajetórias e saberes. Esse capital coletivo fortalece processos formativos mais situados e conectados com os territórios, projetando uma segunda década do programa com maior articulação, incidência e cooperação viva em toda a Ibero-América.
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