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Ecuador

01

Jun
2020

EmNotícias

PorIberCultura

Ministério da Cultura e Patrimônio do Equador lança o Plano Integral de Contingência para as Artes e a Cultura

Em01, Jun 2020 | EmNotícias | PorIberCultura

A pandemia e o confinamento vêm afetando de maneira especial o setor artístico e cultural no mundo todo. No Equador, onde a grande maioria de artistas e gestores culturais são trabalhadores independentes que têm trabalhos temporários sem acesso à segurança social, o Ministério de Cultura e Patrimônio busca apoiá-los nesta difícil conjuntura através do Plano Integral de Contingência para as Artes e a Cultura.

“Cultura em Movimento – Emerge 2020” é a linha de fomento para a circulação e programação cultural, com inscrições abertas desde 28 de maio. Para o seu desenvolvimento, o Instituto de Fomento às Artes, Inovação e Criatividades (IFAIC) destinará recursos financeiros não reembolsáveis, um montante de US$ 1.007.410, provenientes do Fundo de Fomento às Artes, à Cultura e à Inovação. Um dos objetivos é gerar ingressos para ao menos 2.500 trabalhadores da cultura. 

Esta linha de apoio busca financiar a circulação de projetos artísticos e culturais que se encontrem encerrados o em processo de encerramento. Isso implica que os projetos contem com um processo prévio de pesquisa e planejamento, assim como também equipe estabelecida, esquema de desenvolvimento e proposta de circulação e difusão. Os projetos deverão priorizar o investimento dos recursos para a geração de trabalho para distintos trabalhadores da cultura e das artes no Equador. 

Podem participar desta convocatória produtores, artistas, realizadores, gestores culturais, programadores ou promotores de projetos e espaços culturais registrados no Registro Único de Artistas e Gestores Culturais (RUAC). Podem participar tanto pessoas físicas registradas no RUAC, assim como pessoas jurídicas, de direito privado, domiciliadas no Equador, cujas atividades estejam relacionadas com os âmbitos de fomento à cultura. Os projetos postulantes nesta categoria devem ser 100% executados no Equador.

Histórias da quarentena

Outra das novas linhas de fomento ajustadas à situação criada pela emergência sanitária é “Histórias da quarentena”, realizada pelo Instituto de Cinema e Criação Audiovisual (ICCA) com um orçamento de US$ 100 mil para a criação de sete curtas-metragens. Nesta convocatória pública, os recursos têm como prioridade gerar trabalho para técnicos e elenco do setor audiovisual equatoriano, um dos grupos mais vulneráveis dessa cadeia de produção. A fase de postulação começou em 14 de maio e estará vigente até 22 de junho.

Esta convocatória é dirigida a projetos de curta-metragem com roteiro e tratamento (ficção) ou pesquisa prévia e um tratamento descritivo (documentário), cuja temática se relacione a acontecimentos do Equador nestes tempos de COVID-19. Todo este material servirá para contar com uma memória social do impacto desta pandemia no país.

Poderão se inscrever nesta categoria pessoas jurídicas equatorianas, de direito privado, domiciliadas no Equador, cujas atividades sejam as de produção cinematográfica e/ou audiovisual, e que não tenham iniciado a rodagem principal do curta-metragem.  Será priorizada a seleção de projetos provenientes de diferentes províncias do país.

Confira os regulamentos:

* Cultura em Movimento – Emerge 2020: https://bit.ly/2ZVjbSg

* Histórias de quarentena: https://bit.ly/3gPARoz

 

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13

Nov
2019

EmNotícias

PorIberCultura

Edital da linha de fomento a processos de Cultura Viva Comunitária no Equador tem prazo ampliado

Em13, Nov 2019 | EmNotícias | PorIberCultura

Foi ampliado até 8 de dezembro o prazo do edital para a linha de fomento de processos de Cultura Viva Comunitária no Equador. Será investido um total de 200 mil dólares para o financiamento de 25 projetos – cada um receberá 8 mil dólares.

As três categorias para a apresentação de projetos são: memória e identidade; interculturalidade; e transmissão de saberes. O processo de postulação se realiza de maneira digital através da página web do Instituto de Fomento das Artes, Inovação e Criatividades (IFAIC): www.fomentocultural.gob.ec

Esta linha de fomento tem como objetivos potenciar os processos alcançados pela gestão cultural comunitária no país; contribuir para o fortalecimento e a sustentabilidade dos processos da Cultura Viva Comunitária; visibilizar identidades, valores e significados comunitários, colaborativas e solidárias, assim como comunicar, transmitir e difundir saberes, experiências e aprendizagens, através da arte, da inovação e da criatividade.

Para este edital, entendem-se como processos de Cultura Viva Comunitária as múltiplas práticas e experiências contínuas, autônomas, criativas e inovadoras que surgem desde as comunidades, coletivos e organizações culturais de base comunitária existentes nos espaços e territórios urbanos e rurais, que revitalizam identidades, valores e significados; que fortaleçam o tecido e coesão social; e que incidam na vida política, econômica e social da coletividade.

 

Saiba mais: http://www.fomentocultural.gob.ec/?p=1291

Fonte:  Ministerio de Cultura y Patrimonio

 

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27

Sep
2019

EmNotícias

PorIberCultura

Linha de Apoio ao Fortalecimento de Processos de Cultura Viva Comunitária é lançada no Equador

Em27, Sep 2019 | EmNotícias | PorIberCultura

O Ministério de Cultura e Patrimônio do Equador, através do Instituto de Fomento das Artes, Inovação e Criatividades (IFAIC), lançou sua Linha de Apoio ao Fortalecimento de Processos de Cultura Viva Comunitária. A iniciativa foi apresentada no dia 12 de setembro em eventos realizados em algumas províncias do país, como Imbabura, Napo, Chimborazo e Guayas. O lançamento no Complexo Cultural Fábrica Imbabura contou com a presença da vice-ministra de Cultura, Ana María Armijos, e foi transmitido ao vivo pelo Facebook.

Esta linha de fomento conta com um investimento de 200 mil dólares, que financiarão 25 projetos, cada um por 8 mil dólares. Entre seus objetivos estão o de potenciar os processos alcançados pela gestão cultural comunitária no país; contribuir para o fortalecimento e a sustentabilidade dos processos da Cultura Viva Comunitária; visibilizar identidades, valores e significados comunitários, colaborativos e solidários, assim como comunicar, transmitir e difundir saberes, experiências e aprendizagens, através da arte, da inovação e da criatividade.

Para esta convocatória, que estará aberta até 10 de novembro, entende-se como processos de Cultura Viva Comunitária as múltiplas práticas e experiências contínuas, autônomas, criativas e inovadoras que surgem dos povos, nacionalidades, comunas, comunidades, coletivos e organizações culturais de base comunitária existentes nos espaços e territórios urbanos e rurais, que revitalizem identidades, valores e significados; que fortaleçam o tecido e a coesão social; e que incidam na vida política, económica e social da coletividade.

 

Postulações

Poderão postular as organizações que tenha personalidade jurídica e pessoas físicas pertencentes a povos, nacionalidades, comunas e comunidades, coletivos, assim como organizações sociais e culturais equatorianas de direito privado, domiciliadas no país, e cidadãos equatorianos e estrangeiros com ao menos cinco anos de residência no país, maiores de idade, cujas atividades se encaixem na definição de processos de Cultura Viva Comunitária.

Para a apresentação, seleção e execução de projetos de Cultura Viva Comunitária, se estabelecerão três categorias de projetos: memória e identidade; interculturalidade; e transmissão de saberes. Os projetos poderão ter um prazo de execução de dois a seis meses a partir da firma do convênio. A data de execução deverá ser contemplada a partir de janeiro de 2020. As postulações serão feitas unicamente via on-line, na página web do IFAIC: www.fomentocultural.gob.ec.

Um júri externo analisará os projetos. Para a seleção deste júri se abriu um edital, em que poderiam se inscrever pessoas maiores de idade, equatorianas ou estrangeiras, com experiência em gestão cultural comunitária ou com perfil acadêmico, docente/pesquisador/a que contasse com publicações, ensaios ou palestras sobre o tema Cultura Viva ou Pontos de Cultura. O trabalho do júri externo se realizará no Equador, durante 15 dias. O IFAIC cuidará do transporte aéreo ou terrestre, hospedagem e alimentação durante o período estabelecido para o desenvolvimento do processo de avaliação e qualificação de postulações.

Veja o regulamento da convocatória

Convocatória – Perguntas frequentes

Assista ao vídeo do lançamento da linha de fomento na Fábrica Imbabura

(Fonte: IFAIC)

 

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02

Sep
2019

EmNotícias

PorIberCultura

Equador selecionará júri externo para a Linha de Apoio ao Fortalecimento de Processos de Cultura Viva Comunitária

Em02, Sep 2019 | EmNotícias | PorIberCultura

Está aberta até 9 de setembro a convocatória para o júri externo de qualificação da Linha de Apoio ao Fortalecimento de Processos de Cultura Viva Comunitária, que será lançada pelo Ministério de Cultura e Patrimônio e o Instituto de Fomento das Artes, Inovação e Criatividades (IFAIC) do Equador.

O trabalho do júri externo será realizado no Equador, durante 15 dias. O IFAIC providenciará o traslado aéreo ou terrestre, hospedagem e alimentação durante o período estabelecido para o desenvolvimento do processo de avaliação e qualificação de postulações.

Poderão postular pessoas maiores de idade equatorianas ou estrangeiras que cumpram com o perfil profissional estabelecido, residentes em qualquer país. Os estrangeiros deverão ter suficiente domínio do idioma espanhol, escrito e falado.

Os integrantes do júri externo deverão demonstrar experiência no processo de gestão cultural em Cultura Viva Comunitária ou gestão cultural comunitária, ou ser membro de uma organização de CVC com experiência na gestão de projetos culturais comunitários, ou docente/acadêmico/pesquisador, que conte com publicações, ensaios ou palestras sobre o tema Cultura Viva ou Pontos de Cultura.

 

Inscreva-se para fazer parte do júri externo em:

▶️ www.fomentocultural.gob.ec/lf-culturaviva/

 

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08

Nov
2018

EmNotícias

PorIberCultura

Um festival para dar espaço às mulheres: o projeto do Equador selecionado no Edital de Apoio a Redes 2018

Em08, Nov 2018 | EmNotícias | PorIberCultura

Nome do evento: Otras Miradas, Otras Voces

Nome da rede/ articulação: Circuito4

Instituição responsável: Femrock Ecuador

 

O festival Otras Miradas, Otras Voces, programado para março de 2019, é uma proposta das organizações Femrock Ecuador, Dionisios Arte Cultura e Identidad e Unión Orfebres de Pichincha e o Comité Barrial Ciudadela Quito Sur para dar espaço e empoderamento às mulheres e à população LGBTI no Equador, a partir da produção das mulheres.

As atividades incluem jornadas de capacitação (“Saberes patrimoniais”), jornadas de sensibilização, jornadas de cinema de mulheres, oficinas, rodas de conversa com mulheres cineastas e um encerramento festivo com vários grupos artísticos comunitários.

As poetisas Sarawi Andrango e Mayari Granda na primeira edição da mostra (Foto: Femrock)

O evento, que teve sua primeira mostra em 2018, surgiu como resposta a uma necessidade de um grupo de mulheres que buscavam um espaço mais amplo nas artes. A este processo se somou a comunidade LGBTI, que unindo esforços encontrou um mecanismo para promover o tema dos direitos por meio do teatro, da música e das artes. Assim, Femrock e Dionisios apostaram na criação de jornadas de trabalho, sensibilização e capacitação através da arte, o que fez com que outras agrupações de mulheres diversas e da população LGBTI se unissem em torno da iniciativa.

Em março deste ano, por ocasião do Dia da Mulher, o festival reuniu artistas fotógrafas, mulheres indígenas, meninas afrodescendentes, mulheres roqueiras, mulheres da terceira idade, mulheres do hip-hop, mulheres que gostam de esportes radicais, poetas, “teatreiras” e artistas drag. A meta para 2019 é que mais mulheres, organizações e grupos de bairros se somem a estas jornadas. As atividades serão realizadas em várias localidades, como Calzado, Quito Sur, San Bartolo, Plaza Grande, Casa del Orfebre, Ferroviaria, Colmena e o Parque das Diversidades.

 

Saiba mais sobre Femrock Ecuador: https://www.femrockecuador.com/

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07

Oct
2018

EmNotícias

PorIberCultura

Oficina de gestão cultural comunitária será uma das atividades do intercâmbio técnico entre Equador e Uruguai

Em07, Oct 2018 | EmNotícias | PorIberCultura

Um intercâmbio técnico entre Equador e Uruguai será realizado entre 8 e 14 de outubro, em Quito, com o apoio do programa IberCultura Viva. A iniciativa do Ministério de Cultura e Patrimônio de Equador (MCYP), do Instituto de Fomento das Artes, Inovação e Criatividade e do Ministério de Educação e Cultura do Uruguai terá como uma de suas principais atividades o desenvolvimento da oficina “Para a construção da Rede de Gestão Cultural Comunitária”, nos dias 9 e 10, no Auditório Agustín Cueva do MCYP (Av. Colón e Juan León Mera).

O objetivo deste encontro é construir um espaço de trabalho entre ambos os países, com o fim de fortalecer a conceituação e implementação dos respectivos programas de Pontos de Cultura, por meio da reflexão em torno da gestão, da comunicação, das ações e dos processos necessários para a constituição de uma rede.

Begoña Ojeda, diretora geral de Programas Culturais do Uruguai, participará do encontro no Equador

Para isso, Begoña Ojeda, diretora geral de Programas Culturais, e Soledad Guerrero, encarregada da Área Cidadania Cultural da Direção Nacional de Cultura, vão expor na oficina suas experiências na formulação e implementação de políticas de base comunitária no Uruguai. Representantes da Rede de Cultura Viva Comunitária do Equador também falarão dos acordos alcançados após o 3º Congresso Latino-americano de Cultura Viva Comunitária, realizado em Quito em novembro de 2017.

A Lei Orgânica de Cultura, aprovada em Quito em dezembro de 2016, reconhece as Culturas Vivas Comunitárias e concede ao Ministério de Cultura e Patrimônio a competência das diretrizes para a formação da Rede de Gestão Cultural Comunitária do Equador, visando democratizar a cultura e pôr em prática o exercício dos direitos culturais.

Equatorianos no Uruguai

A segunda etapa do intercâmbio está prevista para começar em 29 de novembro, com a visita dos representantes equatorianos ao Uruguai. Além de apresentar as abordagens constitucionais do bem viver e os direitos da natureza aplicados às políticas públicas de base comunitária no Equador, os visitantes participarão de reuniões, percursos e intercâmbios com os Pontos de Cultura e outros espaços da Área Cidadania Cultural da Direção Nacional de Cultura do Uruguai.

 

Leia também:

Taller de gestión cultural comunitaria se realizará en el Ministerio de Cultura y Patrimonio

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17

Aug
2018

EmNotícias

PorIberCultura

Seminário sobre novas formas de produção cultural é realizado em Imbabura, Equador

Em17, Aug 2018 | EmNotícias | PorIberCultura

(Fotos: Ministerio de Cultura y Patrimonio)

 

O Ministério de Cultura e Patrimônio do Equador realizou ontem e hoje (16 e 17/08), no Complexo Fábrica Imbabura (cantão Antonio Ante, província de Imbabura), o seminário “Novas formas de produção cultural”, ministrado pela professora Ana María Restrepo, diretora do Centro de Desenvolvimento Cultural de Moravia (Medellín, Colômbia).

Ana María Restrepo é jornalista e gestora cultural

Nos dois dias de atividades, Ana María Restrepo tratou do desafio que as organizações culturais comunitárias têm para integrar de maneira transversal a aposta criativa, formadora e de intercâmbio cultural das novas dinâmicas de comunicação e apropriação de conhecimento.

Gabriel Cisneros Abedrabbo, subsecretário de Empreendimentos, Artes e Inovação do Ministério de Cultura e Patrimônio, inaugurou nesta quinta-feira a jornada de capacitação, que contou com a participação de cerca de 30 gestores culturais da província. Muitas das pessoas presentes representavam organizações culturais locais, como a organização de música andina contemporânea “KAY” (“Ser palavra”), formada por 25 integrantes de 14 a 35 anos.

 

Primeiro seminário

Esta foi a segunda atividade desenvolvida no Equador dentro do Programa de Formação em Gestão Cultural Comunitária – IberCultura Viva 2018. A primeira se deu nos dias 14 e 15 de junho, com o seminário “Introdução à Gestão Cultural Comunitária”, a cargo do guatemalteco-colombiano Doryan Bedoya.

O primeiro seminário durou 16 horas e abordou temas relacionados à gestão cultural comunitária, como o rol do gestor comunitário como mediador dos processos culturais, o vínculo com o comunitário, o desenvolvimento sustentável do território e as filosofias do bem-viver, análises de casos e experiências latino-americanas e redes comunitárias.  

A atividade de junho reuniu 48 gestores culturais comunitários de diversas organizações de Imbabura, como a Universidade Técnica do Norte, os governos autônomos de Otavalo e Antonio Ante, e organizações da sociedade civil, como a Asociación Asiris.

Com esta série de eventos de formação, o Ministério de Cultura e Patrimônio tem o objetivo de fortalecer e propiciar as condições de criação, ativação e gestão de culturas cooperativas, solidárias e transformadoras, mediante o fortalecimento da capacidade das organizações comunitárias através da formação dos gestores públicos e dos gestores comunitários.

Leia também:

Seminário de gestão cultural comunitária reúne organizações da província de Imbabura, no Equador

 

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30

Nov
2017

EmNotícias

PorIberCultura

3º Congresso Latino-americano de Cultura Viva Comunitária: uma semana de encontros, debates e afetos

Em30, Nov 2017 | EmNotícias | PorIberCultura

No dia 1º de dezembro de 2016, um novelo passou de mão em mão no palco do Centro Cultural San Martín, em Buenos Aires, durante o 3º Encontro Nacional de Pontos de Cultura de Argentina. A ideia era apresentar uma linha do tempo da cultura viva comunitária, com alguns dos ritos e personagens que marcaram esta história na América Latina. Passado quase um ano, em 21 de novembro de 2017, os personagens voltaram ao palco buscando  recuperar o fio da história, desta vez na Casa de la Cultura Ecuatoriana, em Quito. Em vez de um novelo, passou-se um bastão. E em vez de 10, subiram ao palco mais de 100.

Os primeiros convidados estavam no roteiro deste ato que seguiu à abertura oficial do 3º Congresso Latino-americano de Cultura Viva Comunitária. Os brasileiros Célio Turino e Aderbal Ashogun Moreira falariam sobre a ideia de cultura viva e da Cúpula dos Povos que se deu na Rio+20; o colombiano Jorge Blandón representaria Medellín, a primeira cidade a ter uma política de cultura viva comunitária; os bolivianos Iván Nogales e Mario Rodríguez  seriam referências à Caravana por la Vida e o 1º Congresso Latino-americano de CVC; a salvadorenha Marlen Argueta comentaria o 2º Congresso Latino-americano de CVC; o argentino Diego Benhabib falaria da criação do programa IberCultura Viva… E assim foi, mas muito mais gente quis subir ao palco e se ver também como personagem desta história. No final, havai mais de uma centena de pessoas sorrindo para as fotos.

Ao todo, o 3º Congresso Latino-americano de Cultura Viva Comunitária reuniu cerca de 450 participantes provenientes de redes, coletivos e organizações culturais de 18 países da América Latina. Foram seis dias de espetáculos, debates, exposições, círculos da palavra e percursos culturais realizados nos bairros e na periferia da cidade de Quito, de 20 a 25 de novembro. O ponto central foi a Casa de la Cultura Ecuatoriana, mas houve atividades em outros lugares, como o Parque Cumandá e as Universidades Central, Católica, Andina e Salesiana, além das ruas e praças do centro histórico de Quito.

Atores-vizinhos de La Comunitaria (foto: Mario Alberto Siniawski)

Os 11 Círculos da Palavra programados foram realizados simultaneamente em diferentes pontos da cidade e abordaram temas como “Memória, identidade e patrimônio”, “Gestão colaborativa nos territórios”, “Economia social e sustentabilidade”, “Comunicação e meios comunitários”, “Arte e transformação social”, “Estado e políticas comunitárias” e “Ancestralidades”. As apresentações artísticas incluíram espetáculos de grupos de música  e circo equatorianos e de dois grupos de teatro comunitário argentinos: Chacras para Todos, de Mendoza, que apresentou “De muros a puentes”, e a Cooperativa La Comunitaria (Rivadavia, Buenos Aires), que levou a Quito a obra “Se cayó el sistema. Disculpe las molestias”.

O evento, organizado pela Red Ecuatoriana de Cultura Viva Comunitaria, teve como tema  “Ser comunitário” e contou com o apoio do Ministério da Cultura e Patrimônio do Equador e do programa IberCultura Viva, que realizou durante o congresso seu 2º Encontro de Redes e a 8ª Reunião do Conselho Intergovernamental.

Outras edições

Os Congressos Latino-americanos de Cultura Viva Comunitária são iniciativas da sociedade civil, organizadas pelas redes latino-americanas de CVC. A primeira edição, na Bolívia, se deu em maio de 2013, quando a cidade de La Paz foi “tomada poeticamente por assalto” por cerca de 1.200 ativistas artístico-culturais provenientes de 17 países da América Latina.

Plenária final do 2º Congresso, em El Salvador

O 2º Congresso Latino-americano de Cultura Viva Comunitária, em El Salvador, foi organizado pela Red Salvadoreña de CVC com o apoio da Secretaria de Cultura da Presidência, em outubro de 2015, sob o lema “Convivência para o bem comum”. Durante cinco dias, cerca de 500 congressistas da América Latina e do Caribe participaram de conferências, fóruns, debates, reuniões, oficinas, apresentações e visitas às comunidades.

O 4º Congresso será na Argentina em 2019. A decisão foi tomada na plenária final do Congresso de Quito, no dia 24 de novembro, na Sala Benjamín Carrión da Casa de la Cultura Ecuatoriana, com a presença de delegações de todos os países presentes.

Plenária final do 3º Congresso (Foto: CVC Ecuador)

 

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24

Nov
2017

EmNotícias

PorIberCultura

Participantes do 2º Encontro de Redes formam grupo de trabalho para articular uma rede de governos locais

Em24, Nov 2017 | EmNotícias | PorIberCultura

O 2º Encontro de Redes IberCultura Viva, realizado na sede do Ministério de Cultura e Patrimônio, em Quito (Equador), nos dias 22 e 23 de novembro, terminou com a formação de um grupo de trabalho (GT) de governos locais para a articulação de uma rede que possa aportar ao desenvolvimento das experiências e processos culturais de base comunitária e de povos originários de forma participativa, colaborativa e com trabalho intersetorial.

Como ressaltou Diego Benhabib, representante da presidência do programa IberCultura Viva, se trata de um “primeiro acordo” de constituição desta rede. O documento que os participantes do encontro assinaram nesta quinta-feira (23/11) cita algumas linhas de ação para 2018, tendo em conta o Plano Estratégico Trienal (PET 2018-2020) aprovado na 8ª Reunião do Conselho Intergovernamental IberCultura Viva, realizada também esta semana em Quito, durante o 3º Congresso Latino-americano de Cultura Viva Comunitária.

Além de aderir aos valores defendidos pelo programa (“Fomentar o respeito”, “criar comunidade”, “resguardar a diversidade cultural”, “impulsionar a participação” e “defender a igualdade”), os representantes de governos locais presentes (uma província/estado e 11 municípios) manifestaram o compromisso de integrar o grupo de trabalho e contribuir para o desenvolvimento de ações para a construção de uma agenda comum que permita avançar no diagnóstico e na definição dos marcos para a constituição e o funcionamento de uma rede de governos locais que articule com o programa IberCultura Viva

 

 

Participantes

Participaram do 2º Encontro de Redes IberCultura Viva representantes dos governos da província de Entre Ríos e das municipalidades de Córdoba e Devoto, na Argentina; das prefeituras (alcadías, ayuntamientos e intendencias) de Niterói (Brasil), Medellín (Colômbia), Zapopan e Cherán (México), Ibarra (Equador), Canelones e Montevidéu (Uruguai), La Molina e Metropolitana de Lima (Peru).

A reunião também contou com a presença de representantes de oito países membros do Conselho Intergovernamental IberCultura Viva (Argentina, Brasil, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Peru e Uruguai) e de quatro organizações culturais comunitárias do México (Consejo de Jóvenes Cherán Keri), Peru (Grupo Pukllay), Guatemala (Caja Lúdica) e Costa Rica (Asociación Administradora del Acueducto Rural de Poás y Barrio Corazón de Jesús de Aserrí) que tiveram incidência no desenvolvimento de políticas públicas locais.

Apresentações

Estes quatro casos da sociedade civil organizada foram apresentados na tarde do primeiro dia de trabalho. A manhã esteve dedicada às apresentações de cinco experiências governamentais de políticas culturais de base comunitária em Niterói (Brasil), Montevidéu e Canelones (Uruguai), Medellín (Colombia) e Córdoba (Argentina).

Herman Montoya, de Medellín: seis anos de política de Cultura Viva

Herman Montoya, da Secretaria de Cultura Cidadã de Medellín, contou o que tem passado nos últimos seis anos, desde que foi institucionalizada em Medellín a política de Cultura Viva Comunitária. Falou dos desafios da política, como o desenvolvimento de uma ferramenta que permita mapear e caracterizar as organizações comunitárias da cidade, e da articulação de propostas de trabalho que vinculem outras secretarias do município em programas e projetos de organizações comunitárias. Também comentou algumas conquistas, como a manutenção dos estímulos e prêmios para expressões da cultura viva comunitária, a publicação das memórias dos eventos de Cultura Viva, e o apoio à participação de organizações locais nos Congressos Latino-americanos realizados em 2013 na Bolívia e agora no Equador.

As experiências uruguaias ficaram a cargo de Alba Antunez, diretora de Descentralização Cultural do Programa Esquinas da Cultura, da Intendência de Montevidéu, e de Manuel Meléndez, diretor de Cultura Comunitária da Intendência de Canelones. Os dois dividiram a mesa para contar como, a partir das municipalidades, vem se desenvolvendo uma política territorial de base cultural comunitária que tem como premissa a cogestão de espaços e experiências com os vizinhos nos bairros.

Renata Machado (Brasil), Alba Antunez, Manuel Meléndez e Begoña Ojeda (Uruguai)

Direitos culturais

Marchiaro falou sobre o caso de Córdoba (Argentina)

Da Argentina, Francisco Marchiaro, secretário de Cultura da Municipalidade de Córdoba, dividiu sua apresentação com Lucrecia González e Diego Pigini, da Direção de Cultura Comunitária. Marchiaro contou um pouco da fisionomia da cidade (uma cidade universitária, com 1,4 milhão de habitantes), da criação da Secretaria de Cultura em 2011, de como conseguiu multiplicar por seis o orçamento destinado aos temas culturais comunitários (passando de 0,19% a 1,2%), e dos três eixos de trabajo a que a Secretaria vem se dedicando: Cultura como direito humano; Cultura como motor de desenvolvimento social; Culturas e territórios.

Pigini e González comentaram como ações como “Carnavales Comunitarios”, “Tu Barrio en Escena”, “Cultura de Barrio”, “Promotores Culturales Comunitarios” e “Aprendo con Cultura” vêm gerando instâncias de desfrute, expressão, participação e exercício pleno dos direitos culturais nas comunidades de Córdoba. Também ressaltaram que este ano foi criado o Conselho Municipal de Cultura Comunitária, um espaço permanente de articulação entre a sociedade civil e a municipalidade para a definição e a defesa de políticas culturais de base comunitária.

Conselho Municipal

Renato Almada comentou a experiência de Niterói

Em seguida, o brasileiro Renato Almada, presidente do Conselho Municipal de Políticas Culturais de Niterói, lembrou a criação do programa Cultura Viva no Brasil, em 2004, e sua transformação em política de Estado dez anos depois, com a sanção da Lei 13.018/2014, a Lei Cultura Viva. “É necessário implementar uma política de Estado, não de governo, para ter uma política funcionando efetivamente em um país, estado ou município”, afirmou Almada, destacando também alguns avanços conquistados em Niterói, como a Lei do Sistema Municipal de Cultura, que criou o Conselho, o Plano e o Fundo Municipal de Cultura.

“Fizemos em Niterói a maior conferência municipal de cultura de Brasil, com mais de 800 participantes, e lá elegemos o Conselho Municipal de Política Cultural, com 15 câmaras temáticas (dança, música, teatro, etc). O Conselho administra o Fundo Municipal de Cultura. Não administra o orçamento, e sim aprova os projetos que vão captar recursos. É um conselho deliberativo, que decide junto com o poder público as políticas culturais a ser implementadas. E nosso Plano Municipal de Cultura prevê o estabelecimento da Rede Cultura Viva”, explicou. A Rede Cultura Viva Niterói, criada através de convênio entre a Prefeitura de Niterói e o Ministério da Cultura (via Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural), é formada por 17 Pontos de Cultura e dois Pontões  de Cultura (*).

(*) Pontão de Cultura é uma entidade cultural ou instituição pública de ensino que articula um conjunto de outros pontos ou iniciativas culturais, desenvolvendo ações de mobilização, formação, mediação e articulação de uma determinada rede de Pontos de Cultura e demais iniciativas culturais, seja em âmbito territorial ou em um recorte temático e identitário.

Leia a ata de formação do grupo de trabalho de governos locais.

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23

Nov
2017

EmNotícias

PorIberCultura

8ª Reunião do Conselho Intergovernamental: três anos de avanços e construções coletivas

Em23, Nov 2017 | EmNotícias | PorIberCultura

O Conselho Intergovernamental IberCultura Viva realizou sua 8ª Reunião nesta terça-feira (21/11), na sede do Ministério de Cultura e Patrimônio do Equador, em Quito, durante o 3º Congresso Latino-americano de Cultura Viva Comunitária. Participaram do encontro representantes de governos de oito países membros do programa: Argentina, Brasil, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Peru e Uruguai.

Além de aprovar o  Plano Estratégico Trianual (2018-2020) e o Plano Operativo Anual 2018, os participantes falaram sobre a Rede de Cidades que o programa IberCultura Viva tenta articular e discutiram o edital de bolsas para o curso de pós-graduação em políticas culturais de base comunitária que se pretende lançar em dezembro de 2017. A jornada também foi de boas-vindas ao Equador, que se somou ao programa em outubro, junto com a Guatemala, e participou pela primeira vez de uma reunião do Conselho Intergovernamental.

 

Intercâmbio de experiências

A vice-ministra de Cultura e Patrimônio do Equador, Andrea Nina, deu início à reunião falando da importância do fortalecimento da cultura comunitária em um país diverso como o Equador, “que tem desenvolvido espaços culturais comunitários muito importantes” com o trabalho cidadão, para além das gestões de governos. “Para nós, é importante aprender com as experiências que vêm sendo desenvolvidas em outros países. A cooperação técnica nos permite aprender com os erros e os acertos”, comentou.

Em seguida, Moni Pizani, diretora sub-regional da Secretaria Geral Ibero-americana (SEGIB) para os países andinos, celebrou a adesão do Equador a IberCultura Viva e lembrou a aprovação da criação do programa, na XIII Cúpula de Chefes de Estado e de Governo realizada na Cidade do Panamá em 2013. “Desde então se avançou muito neste caminho”, afirmou.

Segundo Pizani, “através de espaços como estes, contando com o esforço de todos e remando em um só sentido, faremos surgir propostas que nos permitam avançar na modalidade de envolver as comunidades como artífices de seu próprio modelo de desenvolvimento cultural, para um modelo exitoso de integração dos povos ibero-americanos”.

Construção coletiva

Diego Benhabib, coordenador do Programa Puntos de Cultura da Argentina e representante da presidência do Conselho Intergovernamental, também reforçou os avanços de IberCultura Viva desde sua implementação, em 2014. “Em três anos percorremos um caminho intenso, com muitas atividades e interessantes articulações com a sociedade civil”, destacou, ressaltando também o espírito colaborativo do Conselho e a vontade de trabalhar em conjunto com as organizações, redes e movimentos, “respeitando sua autonomia, seus espaços e formas de construção”.

Benhabib lembrou também a iniciativa do Conselho Intergovernamental de fomentar os congressos nacionais preparatórios ao 3º Congresso Latino-americano, por meio do Edital IberCultura Viva de Apoio a Redes 2016. Falou, ainda, do desafio de gerar a primeira rede de cidades e províncias ibero-americanas e concretizar ações com as instâncias municipais e estaduais para a expansão das políticas públicas de base cultural comunitária em nível local. “Buscamos elaborar mecanismos de adesão para que as cidades possam se ver refletidas nos fazeres culturais dos nossos estados nacionais, e também possam desenvolver sua própria política”, acrescentou.

Conquistas das redes

Além dos representantes governamentais e da SEGIB, a reunião contou com a presença de quatro membros de redes de cultura viva comunitária que participaram da organização deste 3º Congresso Latino-americano de CVC: os equatorianos Nelson Ullauri e Paola de la Vega, o colombiano Jairo Castrillón Roldán e o brasileiro Alexandre Santini.

Nelson Ullauri ressaltou uma das conquistas da Rede Equatoriana de CVC: a inclusão da cultura viva comunitária como um dos princípios fundamentais da Lei Orgânica de Cultura, publicada em dezembro de 2016 também com um artigo que trata da implementação de uma rede de gestão cultural comunitária para “a democratização da cultura e do exercício dos direitos culturais”. “Apostamos muito nisso porque acreditamos que este processo de construção da rede de gestão tem que se constituir em um protótipo ou um modelo de construção de política cultural”, explicou.

Paola de la Vega, pesquisadora de gestão em políticas culturais e também integrante da rede equatoriana de CVC, contou que no Equador se está trabalhando na formação de uma rede de universidades pela cultura viva comunitária. “Nos espaços acadêmicos estamos contribuindo com linhas de debate, em um marco teórico que ajude o movimento em suas negociações e dinâmicas, em uma relação diferente entre universidade e comunidade”, adiantou. “Estamos aportando também ao processo de construção da Lei de Cultura.”

Ações formativas

Jairo Castrillón Roldán falou da dinâmica do mercado e do risco que traz à construção simbólica dos povos e ao direito das comunidades de ter acesso à cultura. Ao recordar a guerra vivida em Medellín nos anos 80 e 90, e os muitos que morreram “tratando de recuperar a vida de crianças e adolescentes”, chamou a atenção para as organizações que solidariamente decidem ficar nos bairros, sem visar lucros e sim a formação dos que ali vivem. E que deveriam receber uma consideração especial, um respaldo dos organismos governamentais para fortalecer seus processos nas comunidades.

“Não podemos ser vistos dentro da lógica de empresa, estamos muito mais próximos da escola que do cabaré. Somos pedagógicos, não somos espetáculos. Queremos garantir que haja gente expressiva, sensível, imaginativa, curiosa, gente com memória, com sentido de identidade, com sentido de pertencimento. Estas coisas não podem ser submetidas ao tema da rentabilidade. No entanto, são altamente rentáveis à sociedade”, afirmou Castrillón. “O investimento na ação cultural pedagógica, formativa, não é um recurso perdido, é um recurso muito bem investido nas pessoas que estão nas comunidades contribuindo para que a sociedade seja mais digna.”

Linha do tempo

Alexandre Santini, por sua vez, apresentou uma linha do tempo sobre os avanços no desenvolvimento das políticas culturais de base comunitária na América Latina, dando ênfase em como o trabalho intersetorial tem impulsado o desenvolvimento das políticas em nível nacional e multilateral, como no caso da criação do programa IberCultura Viva.

Ao destacar alguns ritos relacionados ao programa, Santini lembrou a realização dos Congressos Ibero-americanos de Cultura, como o de 2009, em São Paulo (Brasil), que teve como tema “Arte e transformação social” e foi uma incidência conjunta de governos e sociedade civil, e a edição de Costa Rica, em 2014, com o tema das culturas vivas comunitárias. “A criação do IberCultura Viva foi uma ação coordenada de governos e organizações da sociedade civil. Podemos dizer que nos necessitamos mutuamente para fortalecer este espaço”, comentou.

Planos e acordos

Terminadas as falas dos convidados, a Unidade Técnica do programa IberCultura Viva apresentou a versão final dos documentos de planejamento 2018-2020, incluindo a reformulação da visão, da missão, dos objetivos gerais e específicos do programa para o período. “Fomentar o respeito”, “criar comunidade”, “resguardar a diversidade cultural”, “impulsionar a participação” e “defender a igualdade” são os valores citados no novo Plano Estratégico Trianual.

O novo plano também redefine como missão de IberCultura Viva o “reconhecimento do valor que tem os processos de construção de cidadania e a diversidade cultural expressa na participação social organizada, para a melhora das condições de vida e da convivência das comunidades, fomentando seu desenvolvimento a partir do trabalho intersetorial e com isso sua contribuição para consolidar o Espaço Cultural Ibero-americano e a integração regional”.

 

Entre as atividades propostas para o Plano Operativo Anual (POA-2018) estão as assistências técnicas a partir do intercâmbio de agentes governamentais; o fomento a estudos e pesquisas sobre políticas culturais de base comunitária; o apoio à realização de encontros e circuitos da rede de Pontos de Cultura, Cultura Viva Comunitária ou equivalentes; a criação e construção de um marco regulatório e de um plano de ação para a Rede de Cidades IberCultura Viva, tema do 2º Encontro de Redes IberCultura Viva, também realizado em Quito durante o 3º Congresso Latino-americano de Cultura Viva Comunitária.

A 8ª Reunião também com a apresentação do regulamento do edital de bolsas para a Pós-graduação em Políticas Culturais de Base Comunitária FLACSO-IberCultura Viva. Este curso, que será realizado de maneira virtual junto à Faculdade Latino-americana de Ciências Sociais (FLACSO), sediada na Argentina, se trata de uma proposta específica de formação em políticas culturais de base comunitária, dirigida a agentes públicos da Cultura, sejam eles gestores, trabalhadores do Estado, funcionários municipais, estaduais ou federais, gestores comunitários ou membros de organizações da sociedade civil. O lançamento está previsto para 10 de dezembro e a duração deve ser de nove meses, de março a dezembro de 2018.

 

Leia a ata da 8a Reunião do Conselho Intergovernamental IberCultura Viva

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